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terça-feira, 27 de outubro de 2026

Geral: Coordenador de campanha se diz surpreso com fuga de Flávio

    Agência Brasil


Radiografia da Notícia

* Senador Rogério Marinho esperava que aliado liderasse oposição

Agência Brasil

O senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou a campanha eleitoral de Flávio Bolsonaro à presidência, afirmou à imprensa, nesta terça-feira (27), que não sabia da fuga do agora ex-candidato para os Estados Unidos (EUA).  

"Estamos surpresos porque ontem nós conversamos sobre a necessidade de que Flávio, com os 60 milhões de votos que teve, assumisse esse papel de liderança da oposição, que é importante, porque temos um governo que claramente tem feito mal ao país, na nossa avaliação", afirmou Marinho, após participar de uma reunião com parlamentares e líderes políticos do PL, em Brasília.

Flávio teria deixado o país com a esposa e as filhas. Marinho também comentou ter recibo uma mensagem de texto de Flávio por volta das 8h da manhã desta terça, em que ele disse que iria "dar um tempo" e depois voltaria a falar com aliados.

Fuga

O embarque escondido para os EUA, cujos detalhes ainda são desconhecidos, ocorreu menos de 48 horas após Flávio perder as eleições presidenciais. O movimento foi noticiado pela agência de notícias Reuters e confirmado por um interlocutor do governo norte-americano. Aliados de Flávio no Brasil, como o senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ), se manifestaram com indicações que confirmam a fuga.

"Confirmado! Flávio Bolsonaro foi para os EUA para não ser usado como moeda de troca contra o impeachment de Moraes!", disse Jordy.

Apesar disso, nenhuma autoridade do Brasil ou dos EUA se manifestou oficialmente sobre a fuga.

Investigações

Flávio Bolsonaro é investigado em diferentes inquéritos pela Polícia Federal (PF) por crimes como evasão de divisas, lavagem de dinheiro e corrupção. Em fevereiro de 2027 o mandato de senador pelo Rio de Janeiro de Flávio acaba e ele perderá o foro privilegiado.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, havia determinado na segunda-feira (26) que o ex-candidato entregasse os passaportes para a PF, porém, os documentos não foram entregues.

A decisão de Moraes está em segredo de justiça e foi tornada pública pelo senador nas redes sociais. A ordem judicial faz parte do processo em que Flávio e o advogado Willer Tomaz são investigados no STF por lavagem de dinheiro.

Por causa do descumprimento, os passaportes do parlamentar foram cancelados diretamente pela PF.

Em vídeo postado ontem, Flávio negou que tinha planos de sair do país e disse que iria entregar os passaportes.

A Agência Brasil procurou a assessoria de Flávio, mas não recebeu retorno.

Geral: Justiça proíbe deputada de incentivar demissão de opositores

    Assembleia Legislativa RJ


Radiografia da Notícia

* Parlamentar se defende e diz que foi mal interpretada

Agência Brasil

A Justiça do Trabalho atendeu parcialmente pedido do Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) e determinou, em decisão liminar, que a deputada estadual India Armelau se abstenha de promover atos que incentivem empregadores a discriminar, demitir ou perseguir trabalhadores por suas convicções políticas. 

A parlamentar em seu segundo mandato pelo Partido Liberal (PL) foi a mais votada para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) com mais de 248 mil votos. No primeiro mandato, em 2022, a parlamentar obteve mais de 57 mil votos.

Em publicação nas redes sociais, a deputada, que conta com cerca de 1 milhão de seguidores, publicou a mensagem “Empresário, olha a rede social do teu funcionário aí e confere se ele fez o “L”. Acho que não faz sentido nenhum manter na tua empresa quem odeia empresários”.

Ódio

Na decisão, o juiz do Trabalho Leonardo Saggese Fonseca destaca que “sendo a ré uma integrante do Parlamento, mas do que qualquer outro cidadão, deve prezar pela liberdade de expressão, desde que respeitosa, deve fomentar a democracia e aceitar as diferentes opções políticas de cidadãos e trabalhadores, sem utilizar de discursos e falas que podem gerar pela sua leitura ou escuta, sentimentos de ódio, perseguição ou discriminação.”

A liminar também determina que a deputada Índia Armelau remova as comunicações e publicações que deram origem à ação civil pública dos locais em que foram divulgadas, especialmente sites, perfis em redes sociais e aplicativos de mensagens. 

Em caso de descumprimento, será aplicada multa diária de R$ 5 mil, a partir do primeiro dia útil seguinte ao término do prazo de 48 horas para cumprimento da determinação.

Defesa

Em nota pública, em suas redes sociais, a deputada estadual Índia Armelau esclarece que jamais teve qualquer preconceito contra quem quer que seja.

“Como empresária, sempre convivi com a diversidade ideológica e defendo que as opções políticas dos trabalhadores sejam integralmente respeitadas. Mas preocupo-me com situações de sabotagem às próprias empresas, quebra da confiança e fidúcia entre empregador e empregado, contrariando missão, valores e objetivos da empresa”, disse.

No texto, a parlamentar esclarece que “o episódio em questão decorre de um equívoco interpretativo: o comentário foi feito a partir de replicagem, oriunda de uma postagem de terceiro de outra rede e não expressa qualquer orientação ou encorajamento sobre contratações ou demissões por parte da deputada por convicção política”.

“Índia Armelau defende relações equilibradas e a pacificação social entre o capital e o trabalho. Ao perceber que foi mal interpretada, deletou imediatamente os stories e postagens neste sentido, para evitar utilização indevida e qualquer tipo de tensionamento social sobre o tema”, explicou a parlamentar.

Geral: “Ato vergonhoso”, diz Lula sobre fuga de Flávio Bolsonaro

    Agência Brasil


Radiografia da Notícia

* Presidente reeleito avalia que quem não deve, não teme

Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira (27), que a fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos é “um ato vergonhoso”. Para o presidente reeleito no último domingo (25), o seu adversário nas urnas está em débito com a Justiça.

“O cidadão que sai escondido do seu país é porque deve alguma coisa”, disse Lula.

“Esse ato de sair do Brasil é vergonhoso. Ele deveria ter entregue o passaporte. A Polícia Federal já devia suspeitar que ele sairia do Brasil, ele tem inquérito”, acrescentou.

Lula recebeu apoiadores que foram celebrar seu aniversário de 81 anos na frente do Palácio da Alvorada. Lá, cortou bolo e discursou.

O presidente lembrou de quando foi preso, em abril de 2018, e entregou o passaporte e se entregou à Polícia Federal.

“Resolvi me entregar na Polícia Federal porque queria desmascarar meus acusadores e provar minha inocência”, disse. Na ocasião, Lula passou 580 dias preso e, em 8 de novembro de 2019, foi libertado.

“E estou aqui sendo reeleito para mais um mandato por conta de vocês. Por isso eu digo a vocês, quem não deve, não teme”, acrescentou Lula.

Em 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou os processos conduzidos pelo ex-juiz Sergio Moro, reconhecendo que ele foi parcial no inquérito envolvendo Lula. Hoje, Moro é o governador eleito pelo PL, partido de Flávio Bolsonaro, de quem é aliado.

Fuga

O investidor e ex-secretário de Turismo do México, Simón Levy, publicou uma postagem nas redes sociais nesta terça-feira (27) relatando que Flávio Bolsonaro teria chegado aos Estados Unidos, em uma articulação liderada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.

A possível fuga de Flávio, menos de 48 horas após perder as eleições presidenciais, também foi confirmada pela agência de notícias Reuters. 

O senador não chegou a entregar seus passaportes à Polícia Federal (PF) após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Bolsonaro e seu amigo, o advogado Willer Tomaz, são investigados por suspeita de lavagem de dinheiro por meio de plataformas de apostas online, as bets. Ele também é alvo de outro inquérito, que investiga o financiamento do filme Dark Horse, sobre a trajetória de seu pai.


Túnel do Tempo: Lula, 81 anos de lutas pela democracia

    Reprodução Facebook


Radiografia da Notícia

* Viveu nas cidades do Guarujá e São Paulo e desde cedo trabalhou como engraxate e office boy

Luís Alberto Alves/Hourpress

Em 27 de outubro de 1945 nascia na cidade de Garanhuns (Pernambuco) Luiz Inácio da Silva, que décadas depois incorporaria o apelido Lula por causa de sua rica trajetória no sindicalismo e depois na política. Atual presidente da República e único político eleito quatro vezes para a presidência do Brasil na história republicana. 

Lula é o sétimo dos oito filhos de Aristides Inácio da Silva e Eurídice Ferreira de Mello, conhecida como dona Lindu. Em 1952 veio com a sua família para São Paulo, fugindo da seca e da miséria do Nordeste na carroceria de um caminhão, coberto de lona, conhecido como pau de arara.

Viveu nas cidades do Guarujá e São Paulo e desde cedo trabalhou como engraxate e office boy. Aos 18 anos terminou o curso de torneiro mecânico no Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e passou a trabalhar em indústrias metalúrgicas no ABC paulista.

Famoso

Em 1975, incentivado pelo irmão conhecido como Frei Chico entrou para o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, onde pouco tempo depois assumiu a presidência. Durante sua liderança, antes da abertura política em 1979, organizou grandes greves na região entre 1978 e 1980, desafiando a Ditadura Militar e tornando-se famoso. 

Em 1980 participa, ao lado de intelectuais, movimentos sociais, setores da igreja Católica e sindicalistas da criação do PT (Parttido dos Trabalhadores). Em 1982 disputa o governo de SP, na primeira eleição direta para governadores após 18 anos de Regime Militar.

Em 1986, eleito deputado federal constituinte com grande votação, participa da elaboração da Constituição de 1988. No ano seguinte disputa pela primeira vez a presidência da República, sendo derrotado por Fernando Collor de Mello. Perde duas vezes em 1994 e 1998 para Fernando Henrique Cardoso.

Apoio

Em 2002 derrota José Serra, tornando-se o primeiro presidente de origem operária da história do Brasil. Em 2006 impede que o tucano Geraldo Ackmin vença o pleito. Consolida um período de estabilidade econômica, valoriza o salário mínimo e coloca em ação vários programas sociais, como Bolsa Família, ProUni e Fome Zero. 

Em 2005, o governo Lula enfrenta o escândalo do Mensalão, esquema de compra de votos de parlamentares no Congresso Nacional em troca de apoio político. Segundo o então deputado do PTB, Roberto Jefferson, o PT pagava uma mesada de cerca de R$ 30 mil a deputados aliados como PL e PP para votar a favor de projetos de interesse do governo. 

Vários políticos do PT foram atingidos pelo esquema, entre eles o então ministro da Casa Civil, José Dirceu, o presidente do PT, José Genoíno entre outros. O caso foi julgado pelo SPF (Supremo Tribunal Federal) entre 2012 e 2013, com inúmeros figuras políticas e empresários condenados por crimes como corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, com penas severas aplicadas.

Paraná

Em 2018, Lula foi atingido pela Operação Lava Jato, conduzida pelo então juiz Sergio Moro. Condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, foi sacado das eleições daquele ano. Permaneceu preso 580 dias na superintendência da Polícia Federal em Curitiba, Paraná, de abril de 2018 a novembro de 2019. 

Em 2021, o STF anulou suas condenações por entender que a 19º Vara Federal de Curitiba era incompetente para julgar os casos e reconheceu a suspeição do magistrado, devolvendo a Lula os direitos políticos. 

Em 2022 venceu Jair Bolsonaro em segundo turno e tomou posse em 2023 para o seu terceiro mandato. Em 25 de outubro de 2026 foi reeleito para mas um mandato presidencial, ao derrotar Flávio Bolsonaro, que no dia 27 de outubro fugiu para os Estados Unidos, alegando pedido de exílio político, ignorando mais de 60 milhões de votos que obteve no segundo turno  quando perdeu as eleições para Lula.

domingo, 27 de setembro de 2026

Crônica: O olhar seduz e engana a razão


 Levava a namorada aos shoppings e não economizava

Astrogildo Magno

Paolo se apaixonou pelo Brasil, logo quando chegou ao Rio de Janeiro para ser representante de uma multinacional italiana. Depois de 25 anos no país, resolveu fixar moradia em Cabo Frio. Aos 68 anos gostava de namorar jovens. Conheceu Débora, menina faceira, fogosa no auge dos seus 22 anos e bem sexy. Quando Paolo a viu, foi amor à primeira vista.

A mãe de Débora ao saber que o namorado da filha era executivo aposentado, com alto salário e residência em diversos lugares do mundo, começou a incentivá-la para engravidar. Após garantir a pensão do filho, terminava o relacionamento. Escolado pela vida, Paolo  só fazia sexo oral com Débora, jamais penetrava em seu corpo, muito lindo.

Perfumes

Levava a namorada aos shoppings e não economizava. Ela saia sempre com diversas sacolas, repletas de roupas, calçados, perfumes e produtos eletrônicos. Não olhava para o preço. O cartão de Paolo cobria os seus caprichos. Na mente de Débora, o ideal era garantir o futuro, regado de bastante luxo e dinheiro na conta. Inventava desculpa para o namorado fazer pix para resolver questões urgentes.

Logo percebeu que ficar grávida de Paolo não seria fácil. Quando exigia que ele estivesse dentro dela, o namorado recusava. Sentia prazer de colocar a sua língua na vagina da amada. Com o passar do tempo, após 4 anos de namoro, o projeto de ser mãe de um filho de Paolo tornava-se impossível. Paolo logo percebeu que o amor de Débora não era por ele, mas pelo luxo que ele proporcionava a ela.....

Astrogildo Magno é cronista

Geral: Falamos 30% menos. O que isso está fazendo com as lideranças?

   IA

Radiografia da Notícia

* Entre os jovens com menos de 25 anos, a queda foi 44% maior do que entre os adultos mais velhos

Redação/Hourpress

Estudo recente publicado na Perspectives on Psychological Science mostrou que uma pessoa comum fala hoje 12.792 palavras por dia. Em 2007 eram 15.959. Ou seja, pessoas falam hoje cerca de 30% menos do que falavam há duas décadas. A queda está associada à expansão da chamada economia da conveniência, que substituiu inúmeras interações presenciais por aplicativos, autoatendimento e comunicação digital.
 

A pesquisa, conduzida por Valeria Pfeifer, da Universidade do Missouri-Kansas City, e Matthias Mehl, da Universidade do Arizona, reuniu dados de 22 estudos entre 2005 e 2019, com quase 2.200 participantes. Entre os jovens com menos de 25 anos, a queda foi 44% maior do que entre os adultos mais velhos. Embora o dado pareça um fenômeno social amplo, seus impactos podem estar chegando de forma cada vez mais evidente ao ambiente corporativo. Para Juliana Algodoal, fonoaudióloga especialista em comunicação corporativa e linguagem no trabalho, o problema não está apenas na redução das palavras, mas na diminuição dos espaços de conversa que sustentam confiança, escuta, colaboração e pertencimento dentro das organizações.
 

"Estamos observando uma redução das relações de fala. Quando isso acontece, as conexões sofrem impacto. E uma liderança sem conexão perde capacidade de gerar empatia, alinhamento e coesão dentro das equipes", afirma Juliana. Ainda segundo a especialista, a queda das conversas dentro das empresas favorece o aumento das dificuldades de coesão dentro de uma equipe. “Some a leitura de sinais não verbais como hesitação, alegria ou desconforto durante o trabalho. Isso mexe direto na conexão do time e pode até afetar a saúde mental de quem para de ser ouvido”, destacou.


Líder
 

O tema ganha relevância em um momento em que muitas empresas discutem produtividade, trabalho híbrido, engajamento e saúde mental. Para Juliana, existe um risco ainda maior de as organizações confundirem informação com comunicação. “Um estudo do Instituto Reciclar apontou a comunicação como o maior problema dentro das empresas hoje, citado por 83% dos entrevistados. O papel da liderança nesse cenário é direto. O líder tem que ter escuta e fala eficiente para ser considerado um bom líder e sem interações entre o time isso fica ainda mais difícil”, disse.
 

Por isso, um ponto de atenção, de acordo com Juliana, é o desaparecimento das chamadas microconversas, aquelas trocas rápidas de corredor, café ou intervalo que historicamente ajudaram a construir vínculos de confiança entre colegas de trabalho e seus líderes. "Quando as pessoas deixam de viver essas pequenas interações, perdem repertório social, vocabulário e capacidade de lidar com diferentes perfis. O impacto aparece depois na colaboração, no pertencimento e na qualidade das relações de trabalho", disse. Nesse sentido, na avaliação da especialista, a próxima competência crítica das lideranças não será apenas comunicar melhor, mas recriar ambientes onde as conversas possam voltar a acontecer.
 

"A liderança precisa reservar espaço para a escuta, para as trocas espontâneas e para as conversas que não surgem apenas quando há uma demanda urgente. Comunicação não é apenas transmitir informação. É construir conexão", explicou Juliana.


Ato
 

Para a especialista, o desafio é ainda mais relevante porque a redução das conversas não acontece apenas dentro das empresas. Ela reflete uma transformação mais ampla da sociedade, impulsionada pela tecnologia e pela busca constante por eficiência. "As relações de confiança acontecem no ato de falar e ouvir. Quando as oportunidades de conversa diminuem, também diminuem as oportunidades de entender o outro, criar vínculos e desenvolver empatia", afirmou.
 

Na prática, Juliana acredita que as organizações precisarão voltar a valorizar momentos de interação que durante anos foram vistos como improdutivos. Conversas informais, trocas de corredor, encontros presenciais e espaços de escuta podem se tornar ativos estratégicos para fortalecer cultura, engajamento e colaboração. "Estamos economizando minutos de conversa, mas podemos estar perdendo algo muito mais valioso, que é a capacidade de construir relações. Comunicação não é apenas uma ferramenta de gestão. É o que sustenta confiança, alinhamento e pertencimento dentro dos times", concluiu.

 

Geral: Einstein Prepara aposta em imersão prática para ajudar candidatos a superarem concorrência no Enare

    IA


Radiografia da Notícia

* As inscrições do curso preparatório para processos seletivos de Residência Médica têm início em outubro

Redação/Hourpress

Diante de um cenário de crescente concorrência por vagas de especialização médica no Brasil, o Exame Nacional de Residência (Enare) registrou 98 mil inscritos para pouco mais de 8 mil vagas. O gargalo reflete a assimetria na formação médica no país: entre 2018 e 2024, o número de estudantes de Medicina cresceu 71%, enquanto o total de residentes aumentou apenas 26%. 


Para responder às exigências desse mercado competitivo, o Ensino Einstein oferece o Einstein Prepara, curso voltado a estudantes de Medicina e médicos formados que buscam uma preparação estruturada para os processos seletivos de Residência Médica de Acesso Direto. Desenvolvido com a participação de médicos especialistas, o preparatório integra conteúdos acadêmicos, tecnologia e metodologia de ensino em uma jornada de aprendizagem personalizada.


A plataforma reúne mais de 10 mil questões comentadas, videoaulas, simulados, revisões programadas e ferramentas de análise de desempenho. Um dos diferenciais é o cronograma flexível, que permite organizar os estudos de acordo com as provas de interesse ou as especialidades vivenciadas durante o internato.


Para 2027, o Einstein Prepara apresenta quatro opções de curso, permitindo que o aluno escolha as experiências mais alinhadas a seus objetivos:

  • Extensivo R1 2027: ideal para quem busca uma preparação estruturada e estratégica para as provas de Residência Médica, com autonomia e direcionamento dos estudos de acordo com seus objetivos e sua evolução ao longo da jornada.
  • Extensivo R1 2027 com Mentoria: acrescenta à preparação um acompanhamento próximo, com orientações estratégicas, análise das bancas e um espaço para discutir escolhas, desafios e desenvolvimento profissional.
  • Extensivo R1 2027 com Prova Prática: complementa a preparação com uma experiência presencial no Centro de Simulação Realística Einstein, voltada ao desenvolvimento do raciocínio clínico, da tomada de decisão e de competências comportamentais em cenários clínicos simulados.
  • Extensivo R1 2027 Premium: Nesta modalidade, o aluno garante acesso ao conteúdo, às mentorias e ao treinamento prático.

A plataforma do Einstein Prepara ainda oferece simulados diagnósticos, revisões programadas, trilhas personalizadas de estudo e suporte contínuo, tanto via tutor virtual quanto por professores especialistas.

Durante a primeira semana de outubro serão abertas as inscrições para a nova turma do curso preparatório. Os interessados poderão se cadastrar na página.