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Crônica: Quando a inocência faz mal para coração

    Tony Fernandes * Mas a escola da vida é cruel Astrogildo Magno Inocente: esta palavra definia o caráter de Margarida. Acreditava em ...

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Crônica: Quando a inocência faz mal para coração

    Tony Fernandes


* Mas a escola da vida é cruel

Astrogildo Magno

Inocente: esta palavra definia o caráter de Margarida. Acreditava em tudo. Nunca desconfiava de ninguém. Para ela todos eram bons. Não sua visão de mundo, a maldade não se encontrava no coração das pessoas. Por mais que amigos e pais falassem que o mundo era ruim, a sua opinião era irredutível.

Mesmo trabalhando num verdadeiro ninho de cobra como programadora de computação em uma grande multinacional francesa, onde o mais santo seria capaz de empurrar a própria ladeira abaixo, Margarida não mudava sua opinião em relação ao comportamento das pessoas.

Dedo

Mas a escola da vida é cruel. Ela ensina mesmo que o aluno se recuse a aprender as duras lições que o professor auxiliar tempo coloca em prática. Se apaixonou por jovem da equipe de segurança da empresa. O levou para apresentar aos pais e disse que ele iria colocar o anel de casamento em seu dedo.

O pai, Gervásio, tarimbado pela faculdade da vida, logo percebeu que o futuro genro era picareta. Puxou a ficha do rapaz e logo descobriu que era casado e tinha vários filhos com diversas mulheres. Margarida só acreditou quando uma das esposas a agrediu na porta da empresa. A escola da vida tem um estilo duro de ensinar....

Astrogildo Magno é cronista

Veículos: Renault Niagara é o novo nome da picape criada para a América Latina

   Divulgação


Radiografia da Notícia

* A Renault continua sua ofensiva de produtos fora da Europa com a revelação do nome de sua nova picape “Renault Niagara”, um veículo que faz parte do plano estratégico futuREady, que prevê 14 novos modelos lançados fora da Europa até 2030.

*    O nome “Niagara” transmite força, robustez e a capacidade de enfrentar os elementos, fazendo um convite para partir em busca de aventuras ao ar livre.

*     Aliando um design robusto, versatilidade, conforto e tecnologias avançadas, a picape Renault Niagara é perfeita para um uso no dia a dia.

*      Inspirada no Renault Niagara Concept revelado em 2023, esta nova picape será revelada em 10 de setembro de 2026, sendo montada na fábrica de Córdoba, na Argentina

Luís Alberto Alves/Hourpress

A Renault revela o nome de sua futura picape com design robusto que alia espaço interno, conforto e tecnologias avançadas: Niagara, um veículo criado para ampliar a ofensiva de produtos do plano estratégico futuREady, que prevê 14 novos modelos lançados fora da Europa até 2030.

 A América Latina é uma região estratégica para o Grupo Renault. Com o lançamento desta nova picape, a Renault está ampliando sua ofensiva de produtos, complementando os recentes lançamentos dos modelos Renault Boreal e Renault Kardian.

“Estamos ansiosos para revelar a Renault Niagara em setembro na Argentina. Esta nova picape chega para consolidar nossa gama Renault na América Latina. Versátil, com muito espaço interno e conforto, além de um design potente, esta picape vai atender as expectativas de todos os nossos clientes, pessoa física e jurídica”, disse a vice-presidente da Marca Renault, Unidade de Negócios de Veículos Comerciais Leves, Jan Ptacek

 A Renault Niagara será montada na fábrica de Córdoba, na Argentina. Ela será revelada no dia 10 de setembro, para ser comercializada na América Latina até o fim de 2026.

 Sylvia dos Santos, head da Estratégia de Nomeação na Divisão de Marketing Global da marca Renault, explica em vídeo por que a Renault escolheu o nome Niagara:

"De origem ameríndia, o nome Niagara remete ao estrondo da água, ao trovão e à imensidão da terra, indicando robustez, a grandeza e a força dos elementos. É um convite para aventuras ao ar livre, simbolizando um veículo imaginado tanto para o dia a dia como para explorar novos horizontes."

Geral: Envelhecimento e problemas no ombro: entenda o que acontece

    FreePik


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Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) orienta sobre sintomas, tratamentos e cuidados com lesões articulares mais comuns com o avanço da idade

Redação/Hourpress

Pentear o cabelo, alcançar um objeto no armário ou até vestir uma camiseta. Movimentos simples, que fazem parte da rotina, podem começar a causar dor e dificuldade com o passar dos anos. Isso acontece porque o envelhecimento também afeta as estruturas do ombro, especialmente o manguito rotador, conjunto de músculos e tendões responsável pelos movimentos e pela estabilidade da articulação. Com o tempo, essa região sofre um desgaste natural e fica mais vulnerável a lesões, mesmo sem grandes esforços ou traumas.

 

Um estudo finlandês, com imagens do ombro, publicado neste ano, aponta que alterações no manguito rotador estão presentes na quase totalidade das pessoas acima dos 40 anos.

 

Os sintomas costumam surgir aos poucos e, muitas vezes, são ignorados no início por parecerem apenas um desconforto comum da idade. Dor persistente no ombro, dificuldade para levantar o braço, perda de força e incômodo ao dormir ou realizar tarefas simples do dia a dia estão entre os principais sinais de alerta. “É comum que pacientes associem essas dores apenas à idade e demorem para buscar ajuda. Mas, dependendo do grau da lesão, a limitação pode impactar bastante a qualidade de vida e a independência da pessoa”, explicou o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo, Dr. Eduardo Malavolta.

 

Em muitos casos, o tratamento inicial é conservador, principalmente quando a lesão é identificada precocemente. Fisioterapia, fortalecimento muscular e acompanhamento especializado costumam ajudar no controle da dor e na recuperação dos movimentos, além de auxiliar na recuperação funcional do ombro.


Tendões

 

Nos quadros mais avançados, quando há perda importante da função do ombro ou ruptura significativa dos tendões, a cirurgia pode ser indicada para restaurar os movimentos e aliviar os sintomas. “Em geral, é necessário um período de cerca de seis semanas de imobilização, com uso de tipoia, seguido por fisioterapia prolongada, normalmente por pelo menos quatro meses. A recuperação completa pode levar cerca de seis meses, exigindo dedicação do paciente ao processo de reabilitação”, disse.

 

Já nos casos de lesões muito graves, em que o reparo do manguito rotador não é suficiente, o especialista explica que podem, eventualmente, ser necessárias transferências musculares - quando muda um músculo da sua função original para fazer a função do manguito rotador, e, eventualmente, artroplastias, que são as próteses do ombro.

 

“Embora o desgaste do ombro esteja relacionado ao envelhecimento natural do corpo, manter a musculatura fortalecida e procurar acompanhamento médico diante de sintomas persistentes pode fazer diferença na evolução do quadro e na recuperação do paciente”, concluiu.

Geral: Segurança pública: apenas 32% se sentem seguros na cidade onde vivem

    Arquivo/Hourpress


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Pesquisa aponta ainda que 82% apoiam câmeras corporais em policiais

Agência Brasil

Pesquisa do Instituto Sou da Paz sobre segurança pública mostra que a maioria da população brasileira defende propostas que priorizam eficiência, prevenção, uso de tecnologia e respeito à lei. O estudo mostra ainda que os a maior parte dos entrevistados não se sente segura na cidade onde, especialmente as mulheres. 

A pesquisa revela, por exemplo, que a frase “bandido bom é bandido morto” não encontra adesão ampla na sociedade – apenas 20% concordam com ela. No entanto, 73% acreditam que os criminosos devem ser julgados e presos pelos seus crimes.

“A sociedade brasileira está cansada de promessas antiquadas e deseja outras formas de pensar esse tema, para além dos radicalismos cristalizados que não têm trazido resultados reais no dia a dia das pessoas. Há uma maioria silenciosa que busca resultados e eficácia, por isso apoia novas ideias sobre a segurança pública”, destacou a diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo.

Realizado pela Oma Pesquisa, o estudo divulgado nesta segunda-feira (18) foi realizado de novembro a dezembro de 2025, com abrangência nacional e contou com 1.115 entrevistas presenciais, pessoais e domiciliares. 

De acordo com o estudo, a maior parte da população (55%) acredita que o país precisa aplicar as leis já existentes a todos os criminosos, enquanto apenas uma parcela (39%) acredita na necessidade do aumento das penas. 

A pesquisa revela também que 77% da população entendem que armas legalmente compradas também podem ser utilizadas em atos violentos quando são roubadas; e 73% afirmam que ter mais armas em circulação gera mais violência. 

Sobre atuação policial, 82% são favoráveis ao uso de câmeras corporais como tecnologias protetivas e 65% acreditam que é preciso uma polícia melhor e mais preparada.

Mulheres

A pesquisa demonstra ainda que apenas 32% das pessoas se sentem seguras na cidade onde moram, índice que cai para 26% entre as mulheres. O levantamento mostra também que 83% das pessoas identificaram a violência contra a mulher presente em suas cidades.

Para transformar a segurança pública nos próximos anos, o Instituto Sou da Paz recomenda cinco prioridades: proteger meninas e mulheres, fortalecer polícias mais preparadas e valorizadas, enfrentar o crime organizado, reduzir roubos e retirar armas ilegais de circulação.

Geral: Consignados: INSS passa a exigir biometria facial a partir desta terça (19)

    Agência Brasil


Radiografia da Notícia

A nova lei proíbe a contratação de consignado por telefone ou por procuração de terceiros

Agência Brasil

 Novas exigências de segurança para empréstimos consignados de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a valer a partir desta terça-feira (19). Aposentados e pensionistas que solicitarem esse tipo de crédito terão que validar a operação por biometria facial, pelo aplicativo ou site Meu INSS.

Os empréstimos consignados são valores descontados diretamente do benefício. A "anuência biométrica" está prevista na Lei nº 15.327/2026, que teve o objetivo de aumentar a segurança dos cidadãos. A nova lei proíbe a contratação de consignado por telefone ou por procuração de terceiros.,

Veja o que muda

1) A partir de agora, o beneficiário, quando solicitar o consignado, receberá a proposta no aplicativo Meu INSS com o status "pendente de confirmação"

2) A pessoa terá até cinco dias corridos para confirmar a operação por reconhecimento facial. Se o procedimento não for realizado dentro do prazo, o contrato é automaticamente cancelado.

3) Os beneficiários poderão ter mais tempo para pagar os empréstimos. O prazo aumentou de 96 meses para o limite de 108 parcelas (9 anos). 

4) Depois de acertado o crédito, a pessoa pode começar a pagar depois de até três meses.

Confira o passo a passo para obter o empréstimo consignado.

Geral: Explosão no Jaguaré: famílias aguardam definições sobre atendimento

    Reuters/Agência Brasil


Radiografia da Notícia

Também ocorreu anteontem, na sede do Ministério Público (MP), reunião com representantes do governo e empresas que traçou um quadro da dimensão do impacto

Agência Brasil

Duas pessoas morreram e ao menos outras duas se feriram na explosão do último dia 11. Governo e judiciário responsabilizam concessionárias Sabesp e Comgas pelo desastre.

Passada uma semana da explosão que afetou cerca de 150 imóveis no bairro do Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo, deixando dois mortos, as famílias afetadas aguardam definição das condições que terão para reconstruir suas vidas. O Ministério Público (MP) esteve anteontem (18) na comunidade atingida e colheu depoimentos das famílias, que servirão de referência para definir medidas de urgência no atendimento.

Também ocorreu anteontem, na sede do Ministério Público (MP), reunião com representantes do governo e empresas que traçou um quadro da dimensão do impacto: 744 pessoas receberam um auxílio emergencial e pelo menos 51 moradias estão inabitáveis, mas não há uma definição clara sobre quando as vidas dos atingidos voltarão ao normal. 

Segundo o MP o relato dos representantes das concessionárias - COMGAS e SABESP - e da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) tem como prioridade essa semana o retorno das crianças abrigadas em hotéis para a escola.

O governo estadual informou, no último domingo, que 293 imóveis foram vistoriados por técnicos e engenheiros e que as reformas foram iniciadas em 123 imóveis que sofreram avarias leves. As reformas são custeadas pelas concessionárias. Defesa Civil e as empresas tinham previsão de concluir a lista de imóveis interditados até essa segunda-feira, o que ainda não foi confirmado pelos órgãos.


Geral: Desaparecido há mais de um mês, juiz federal é encontrado morto

 Agência Brasil

Radiografia da Notícia

Corpo foi localizado nos arredores da Vista Chinesa, Zona Sul do Rio de Janeiro

Agência Brasil

Desaparecido desde o dia 14 de abril, o corpo do desembargador da Justiça Federal da 2ª Região (TRF2), Alcides Martins Ribeiro Filho, foi encontrado na tarde desta terça-feira (19), nos arredores da Vista Chinesa, na zona sul do Rio de Janeiro.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) realizou perícia no local e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), sem sinais de violência. Diligências estão em andamento para esclarecer os fatos.

Em nota, o TRF2 manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas do desembargador "neste momento de apreensão e tristeza".

Geral: Manifestação no Aeroporto de Guarulhos pede fim da escala 6x1

    Agência Brasil


Radiografia da Notícia

* A mobilização desta quarta-feira (20) serviu para demonstrar a mobilização dos trabalhadores sobre o tema

Agência Brasil

Protesto pedindo o fim da escala 6x1 ocorreu na manhã de hoje (20) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. Com faixas, cartazes e batuque, os manifestantes desfilaram pelo saguão do aeroporto gritando “Fim da 6x1”.

Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Prestadoras de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo do Estado de São Paulo (Sinteata), Cristiano Rodrigo, a luta pelo fim da escala 6x1 vai "muito além de uma reivindicação sindical”.

“Estamos falando de saúde física, saúde mental, convivência familiar e dignidade humana. O trabalhador não pode viver apenas para trabalhar. Quem acorda de madrugada, enfrenta jornadas exaustivas e mantém serviços essenciais funcionando diariamente também precisa ter tempo para descansar, estudar, cuidar da família e viver com qualidade de vida.”

20/05/2026 - São Paulo - Manifestantes fazem ato no Aeroporto de Guarulhos para pedir pelo fim da escala 6x1. Foto: Murilo Raggio/Siemaco-SP
Manifestantes no Aeroporto de Guarulhos nesta quarta-feira (20). Foto: Murilo Raggio/Siemaco-SP

Jornadas exaustivas

Segundo os sindicatos, o ato serviu também para denunciar jornadas consideradas exaustivas e cobrar por mudanças nas relações de trabalho.

“A 6x1 é uma jornada que prejudica muito o trabalhador em sua essência, porque ele não consegue ter tempo para a sua família e para si. Isso desumaniza toda a cadeia produtiva”, ressaltou Paulo Henrique Oliveira, diretor da Fenascon.

Para o presidente do Sinteata, a mobilização desta quarta-feira (20) serviu para demonstrar a mobilização dos trabalhadores sobre o tema. “O Congresso Nacional precisa ouvir as ruas, ouvir quem sustenta a economia todos os dias com esforço e dedicação. O fim da escala 6x1 representa um avanço social necessário e urgente para o Brasil”, afirmou Rodrigo.

Além de protestar contra a escala 6x1, os manifestantes também pediram aprovação do projeto de lei 4146, de 2020, que regulamenta a profissão dos trabalhadores da limpeza urbana e garis. O projeto está em tramitação no Congresso Nacional.

O protesto contou com a participação da Federação dos Trabalhadores em Serviços, Asseio e Conservação Ambiental, Urbana e Áreas Verdes no Estado de São Paulo (Femaco), do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Prestadoras de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo do Estado de São Paulo (Sinteata), da Federação Nacional dos Trabalhadores em Serviços, Asseio e Conservação, Limpeza Urbana, Ambiental e Áreas Verdes (Fenascon) e do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo (Siemaco-SP).

Túnel do Tempo: Primeiros prisioneiros em Auschwitz

 

Redação/Hourpress

No dia 20 de maio de 1940, os primeiros prisioneiros chegam ao campo de concentração de Auschwitz.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Crônica: Nunca duvide de uma mulher traída



Michele tinha noção do homem que escolheu para ser sua cara metade

Astrogildo Magno

Ramon era o típico playboy. Gostava de viajar para cidades conhecidas como point turístico. E nessas andanças estava sempre ao lado de Michele, sua companheira de caminhada desde a  época em que se conheceram na PUC, na década de 1970, quando o Brasil ainda estava mergulhado no lodo do Regime Militar. Ambos cursaram história, mas não colocaram em prática o que presenciaram nas salas de aula.

Ele ganhou muito dinheiro prestando assessoria econômica e ambiental para grandes empresas, principalmente multinacionais. Ensinava o caminho das pedras para ficar no verde, mesmo enfrentando o terrível dragão da inflação daquela época. Branco, olhos verdes, e corpo de atleta, sem nenhum fio de barba no rosto, Ramon despertava paixões por onde andava.

Michele tinha noção do homem que escolheu para ser sua cara metade. Ciumenta, ela dizia que jamais iria tolerar traições. Ameaçava utilizar uma faca afiada que conseguisse em qualquer cozinha para ferir a masculinidade de seu amado. Ramon não levava a sério os alertas de amada. Sem receio algum levou para a cama a recepcionista da pousada em que estavam hospedados em  Fernando de Noronha. Imaginou que Michele brincava. Adormeceu e de repente acordou com fortes dores na virilha e o lençol inundado de sangue.....

Astrogildo Magno é cronista

Pinga fogo: #Trump: um louco no comando dos Estados Unidos

Arquivo/Hourpress


Ele está querendo provocar a Terceira Guerra Mundial e levar bilhões de habitantes a viver o caos

*Luís Alberto Alves

Em meus 65 anos de vida já vi diversos tipos de presidentes de República, porém o maluco #Donald #Trump é novidade. Alguém que não merece ocupar o cargo de comando numa das maiores nações do mundo. Jamais um presidente de um país deve tomar qualquer tipo de decisão baseada na emoção. Precisa ser escravo da razão. Porque a sua atitude poderá impactar negativamente a  vida de milhões de pessoas.

Nos últimos dias, o mundo tem visto e testemunhado um homem com fortes sinais de desequilíbrio mental. Ele está querendo provocar a Terceira Guerra Mundial e levar bilhões de habitantes a viver o caos. Pensa que numa nação, inclusive a que o elegeu, infelizmente presidente, pode tomar qualquer atitude sem prestação de contas a ninguém.

Se esqueceu da existência dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Esse trio anda de mãos dadas, nenhum deles deve passar por cima do outro. Esse equilíbrio é chamado de democracia. Exatamente para evitar que ditadores assumam o comando de um país e faça de escravos os milhões de habitantes que compõem aquela nação.

Maluco

Nunca ouvi alguém à frente de um país prometer em tom de ameaça o extermínio de uma civilização. O doido #Donald #Trump desconhece ou tenta passar a imagem de insanidade mental ao proferir tamanho absurdo. Grande parte da população norte-americana já reprova o comportamento irresponsável de um presidente que age como maluco.

Até mesmo a trilionária indústria armamentista já começou a ficar insegura quanto às atitudes de #Donald #Trump, por causa das atitudes que ele venha tomar e acabar matando a galinha de ovos de ouro, ao mandar explodir uma bomba atômica em Teerã, capital do Irã.

Calculo que até a extrema-direita já deve estar com medo das atitudes que #Trump possa tomar. O seu partido Republicano precisa de votos para se manter no poder e eles virão dos eleitores. Sem apoio de milhões de imigrantes que passaram a viver na pele as terríveis perseguições, como foram vítimas os judeus e outras minorias durante o Nazismo, e agora do norte-americano nativo, não conseguirá mais dominar o Congresso.

*Luís Alberto Alves, editor do blogue Hourpress e autor dos livros “Flagelo do Desemprego”, “Internet: o pesadelo de que entrega mercadoria comprada on-line”.

 

 

Internacional: Irã ameaça romper cessar-fogo após ataques de Israel contra o Líbano

    Reuters/Claudia Greco

Radiografia da Notícia

* O alto funcionário pediu que os países mediadores intervenham

Os libaneses deram suas vidas por nós, e não devemos deixá-los sozinhos nem por um momento

A reabertura do Estreito de Ormuz por duas semanas foi uma das condições para o cessar-fogo entre os Estados Unidos (EUA) e o Irã

Agência Brasil

O Irã ameaça romper o cessar-fogo e retaliar Israel em resposta aos sucessivos bombardeios realizados contra o Líbano nesta quarta-feira (8). Fontes do governo iraniano informaram às agências de notícias do país persa que Teerã estuda retomar os ataques devido ao rompimento do acordo por parte de Israel. 

“O Irã pode se levantar em uma ofensiva de defesa em grande escala a qualquer momento, já que o regime israelense está recorrendo à violação de um cessar-fogo frágil e temporário, alertou um alto funcionário da segurança”, disse a mídia estatal iraniana Press TV.

O alto funcionário pediu que os países mediadores intervenham. O Irã exige que o cessar-fogo envolva todas as frentes de batalha, incluindo o Líbano e a Faixa de Gaza, alvos de bombardeios israelenses nos últimos 40 dias de guerra no Oriente Médio.

Em rede social, o porta-voz da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezaei, defendeu a suspensão do cessar-fogo e o fechamento do Estreito de Ormuz.

“Em resposta à invasão selvagem dos sionistas ao Líbano, agora mesmo deve-se parar o tráfego de navios no Estreito de Ormuz. Os libaneses deram suas vidas por nós, e não devemos deixá-los sozinhos nem por um momento. Cessar-fogo ou em todas as frentes ou em nenhuma frente”, disse.

Em comunicado divulgado pela mídia iraniana, as Forças Armadas do país informaram que manterão controle “inteligente” sobre o Estreito de Ormuz, por onde passam 20% do petróleo e gás mundial, sem especificar como seria esse controle.

A reabertura do Estreito de Ormuz por duas semanas foi uma das condições para o cessar-fogo entre os Estados Unidos (EUA) e o Irã.,

Israel ataca Líbano

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que apoia o acordo costurado entre os EUA e o Irã, mas acrescentou que o Líbano ficaria fora do cessar-fogo. As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram ter bombardeado 100 alvos em dez minutos no sul do Líbano e Beirute.

O Ministério da Saúde do Líbano informou que, em contagem preliminar, os ataques de hoje causaram “dezenas de mortes e centenas de feridos”.

Vídeos de prédios destruídos no centro da capital libanesa circulam nos veículos do país vizinho. O Hezbollah pediu aos moradores deslocados pela guerra que não retornem às suas residências até que o cessar-fogo seja oficialmente decretado no Líbano.

O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, lamentou os ataques de Israel contra bairros residenciais e densamente povoados.

“[Israel não se importa] com todos os esforços regionais e internacionais para deter a guerra, não obstante o desprezo total pelos princípios do direito internacional e do direito internacional humanitário, que nunca respeitou de fato”, escreveu em uma rede social.

O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que mediou o frágil cessar-fogo entre o Irã e os EUA, afirmou que a violação do acordo compromete o processo de paz.

“Eu apelo sinceramente e com toda a seriedade a todas as partes para que exerçam moderação e respeitem o cessar-fogo por duas semanas, conforme acordado, para que a diplomacia possa assumir um papel de liderança rumo a uma solução pacífica para o conflito”, afirmou em mensagem nas redes sociais.

Até ontem, o Ministério da Saúde do Líbano calculava que a atual fase do conflito, iniciada no dia 2 de março, matou mais de 1,5 mil pessoas, ferindo mais 4,8 mil.

Israel ainda bombardeou 93 unidades de saúde libanesas e 57 profissionais de saúde foram assassinados. Mais de 1 milhão de pessoas foram deslocadas de suas residências no período.

Geral: Indústria cultural deve movimentar R$ 207 bilhões no Brasil,

Joyce Xavier

 

Radiografia da Notícia

* A indústria de entretenimento e mídia (E&M) nacional deve escalar em até US$ 39,9 bilhões em 2026

* Quando o assunto é ‘arte’, os sonhos ocupam um segundo plano

*  Limitam o acesso a oportunidades concretas e à inserção efetiva no mercado cultural

Redação/Hourpress

Embora o mercado artístico gere bilhões em receitas por ano no Brasil, o acesso às cadeias de produção seguem restritas para os mesmos. Segundo o último relatório da PWC Brasil, intitulado “Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia 2022-2026”, a indústria de entretenimento e mídia (E&M) nacional deve escalar em até US$ 39,9 bilhões em 2026; o que corresponde a injeção de R$ 207 bilhões na moeda local.


Com o ramo cultural em foco, essa cadeia artística espera crescer a uma taxa anual composta de 5,7%, segundo dados da PWC Brasil. A receita, que está dividida entre publicidade, jogos, música, arte cênica e impressos, no entanto, ainda esbarra em gargalos socioeconômicos que dificultam o acesso à formação qualificada, redes de distribuição e oportunidades de visibilidade para os autores.


Afetando principalmente artistas da periferia, que permanecem à margem da injeção econômica do setor, as favelas se veem cada vez mais distante da indústria cultural, mesmo em meio a uma movimentação astronômica nessas localidades. Apesar da movimentação estimada em R$ 300 bilhões nas favelas, segundo dados do Instituto Data Favela, quando o assunto é ‘arte’, os sonhos ocupam um segundo plano e precisam aguardar oportunidades que às vezes nunca chegam para sair do papel.

Olhar

Inserido neste cenário, o multiartista baiano, ODILLON, 34, revela que os desafios permanecem enquanto artista independente. Se destacando como o primeiro rapper à vencer o prêmio de Melhor Intérprete Vocal no Festival de Música da Educadora FM, ODILLON é um dos artistas inseridos nas periferias de Salvador“A mudança no meu processo veio após o ‘Boca de Brasa’, que trouxe um amadurecimento da visão profissional do trabalho com arte e cultura. Agora eu tenho esse olhar para lidar com as situações corriqueiras, burocráticas e organizacionais de uma carreira artística”, disse.


A vivência de ODILLON no mercado artístico se assemelha a 24% dos moradores das favelas que almejam “trabalhar com o que gostam”, segundo os dados do “Sonhos da Favela 2026”, do Instituto Data Favela. Apesar do interesse crescente, a transição para a profissionalização ainda é marcada por desigualdades históricas, que limitam o acesso a oportunidades concretas e à inserção efetiva no mercado cultural.


É nesse cenário que ações comunitárias, coletivos artísticos e políticas públicas têm buscado reduzir essa lacuna, oferecendo caminhos para que talentos locais possam

se destacar. Segundo Fernando Guerreiro, Presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Prefeitura de Salvador, essas iniciativas representam a chance de projetar carreiras, fortalecer novos talentos e transformar realidades por meio da arte“O Boca de Brasa tem como objetivo fortalecer artistas da periferia, ampliando sua visibilidade e reconhecendo que é dali que nascem a identidade e os principais movimentos da cultura soteropolitana. O projeto não inventa a roda: ele identifica, apoia e cria condições para que esses artistas mostrem seu trabalho em Salvador, na Bahia, no Brasil e no mundo”, comentou Guerreiro.

Cena

Na cidade de Salvador, políticas públicas como o Boca de Brasa já projeta centenas de artistas periféricos, formados nos Polos Criativos Boca de Brasa, para conquistar o mercado regional e nacional das artes. Articulando mais de 2 mil agentes culturais pelos territórios, visibilizados através do Movimento Boca de Brasa, a grade ativa de atividades que movimentam o calendário cultural da cidade é uma das vitrines de maior destaque da cena artística baiana.


Impulsionando a carreira estratégica de nomes como ODILLON, Nega Fyah (escritora do livro "Fyah do Ódio ao Amor"); Andrezza Santos (vencedora do 23º Festival de Música Educadora FM); e o Grupo de Teatro Jaé (composto por cerca de 40 artistas integrantes entre 7 e 80 anos); o Boca de Brasa reforça seu papel como catalisador do ecossistema cultural da cidade.


Após certificar 500 novos artistas através dos ‘Polos Criativos Boca de Brasa’ em 2026, o programa consolida sua atuação ao abrir caminhos de profissionalização e visibilidade de talentos periféricos, fortalecendo a diversidade artística dentro das periferias brasileiras.

Geral: Gastos com beleza, vestuário e produtos de bem-estar movimentam US$ 45 bilhões entre consumidores negros

    Arquivo/Hourpress


Radiografia da Notícia

* Os consumidores negros demonstram preferência por marcas que refletem qualidade

* O mercado da autoestima que sustenta a narrativa visual encontra um ecossistema ainda mais amplo

* Identidade e afirmação será a chave para potencializar os novos consumidores, independente dos bens ou serviços que estejam em foco

Redação/Hourpress

O poder econômico dos consumidores negros” vêm transformando a indústria em diferentes nichos do mercado internacional. Segundo a McKinsey & Company, esse público deve injetar US$ 1,7 trilhão na economia até 2030, influenciando marcas e empresas no Brasil, Estados Unidos e em outros países à repensarem estratégias de produtos, comunicação e engajamento com consumidores.


O mercado, que historicamente movimenta US$ 910 bilhões, elevou os padrões de consumo para além do luxo, destacando a identidade e os valores pessoais como novos marcadores econômicos. De moradia à alimentação aos gastos com beleza, roupas e produtos de bem-estar, que ocupam a fatia de US$ 45 bilhões na indústria, os consumidores negros demonstram preferência por marcas que refletem qualidade, autenticidade e engajamento com questões sociais relevantes.


Dentro do segmento de ‘moda e bem-estar’, o relatório “Black consumers: Where to invest for equity”da McKinsey, mostra que, quando se trata de “vestuário”, os consumidores negros nem sempre são correspondidos pelo interesse mútuo entre o público e as marcas. Muito além do “vestir”, o mercado da autoestima que sustenta a narrativa visual encontra um ecossistema ainda mais amplo: cuidado e expressão do cabelo; maquiagem; autocuidado; acessórios; consultorias; fotografia; branding; escolhas de imagem pública, experiência em lojas; atendimento; numeração; cartela de tons e referências culturais. 

Comprar

Essa tese é defendida pela especialista em Colorimetria, RP e Investida do ‘Shark Tank Brasil’, Cáren Cruz. A Comunicóloga explica que o mercado da autoestima trata-se de um ecossistema inteiro de consumo ligado à aparência, no entanto, não é ligado exclusivamente à renda no caso das comunidades afrodescendentes, mas movido pelo pertencimento


“O significado de pertencimento aqui não é ‘se sentir bem’ de um jeito abstrato. É a experiência concreta de entrar, circular, comprar e ser reconhecida (sem precisar diluir a própria identidade para ser aceita). Esse deslocamento reorganiza a lógica do consumo: sai o consumo como tentativa de adequação a um ‘padrão neutro’ e entra o consumo como construção de narrativa visual e disputa por reconhecimento social. A aparência vira linguagem com intenção, já que eu não estou apenas escolhendo peças, mas decidindo o que minha presença comunica. Isso inclui cabelo, maquiagem, vestimentas, acessórios, fotografia, modo de se apresentar, repertório e contexto”, explicou Cáren


À frente da Pittaco Consultoria, com quase duas décadas de atuação no mercado, a especialista revela que os ‘códigos não verbais’ costumam ser lidos com um nível de vigilância maior no caso das pessoas negras, pois se tornam “prova, viram filtro de credibilidade ou pretexto para julgamento”, explica. Neste cenário, Cáren alerta que o consumo pautado pela autoestima, identidade e afirmação será a chave para potencializar os novos consumidores, independente dos bens ou serviços que estejam em foco. 

“Quando pessoas negras investem em produtos e serviços que respeitam sua estética e organizam sua presença, elas estão dizendo: “eu me valido”, “eu sou referência”, “eu escolho como eu quero ser lida”. E isso desloca a indústria, desloca o mercado e desloca o senso comum porque, quando a narrativa visual muda, muda também quem é reconhecido como digno de prestígio, cuidado e visibilidade. Não é uma questão de vaidade simbólica, de roupa cara, luxo, nem de tentar aproximar a aparência de um padrão. Não é sobre isso. É sobre a condição de a pessoa se olhar no espelho e reconhecer a própria identidade: minha aparência comunica quem eu sou, de verdade. Isso é liberdade”, concluiu.