Astrogildo Magno
Paolo se apaixonou pelo Brasil,
logo quando chegou ao Rio de Janeiro para ser representante de uma
multinacional italiana. Depois de 25 anos no país, resolveu fixar moradia em
Cabo Frio. Aos 68 anos gostava de namorar jovens. Conheceu Débora, menina
faceira, fogosa no auge dos seus 22 anos e bem sexy. Quando Paolo a viu, foi
amor à primeira vista.
A mãe de Débora ao saber que o
namorado da filha era executivo aposentado, com alto salário e residência em
diversos lugares do mundo, começou a incentivá-la para engravidar. Após
garantir a pensão do filho, terminava o relacionamento. Escolado pela vida,
Paolo só fazia sexo oral com Débora,
jamais penetrava em seu corpo, muito lindo.
Perfumes
Levava a namorada aos shoppings e
não economizava. Ela saia sempre com diversas sacolas, repletas de roupas,
calçados, perfumes e produtos eletrônicos. Não olhava para o preço. O cartão de
Paolo cobria os seus caprichos. Na mente de Débora, o ideal era garantir o
futuro, regado de bastante luxo e dinheiro na conta. Inventava desculpa para o namorado
fazer pix para resolver questões urgentes.
Logo percebeu que ficar grávida
de Paolo não seria fácil. Quando exigia que ele estivesse dentro dela, o
namorado recusava. Sentia prazer de colocar a sua língua na vagina da amada.
Com o passar do tempo, após 4 anos de namoro, o projeto de ser mãe de um filho
de Paolo tornava-se impossível. Paolo logo percebeu que o amor de Débora não
era por ele, mas pelo luxo que ele proporcionava a ela.....
Astrogildo Magno é cronista
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