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Crônica: Nunca duvide de uma mulher traída

Michele tinha noção do homem que escolheu para ser sua cara metade Astrogildo Magno Ramon era o típico playboy. Gostava de viajar para c...

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Crônica: Nunca duvide de uma mulher traída



Michele tinha noção do homem que escolheu para ser sua cara metade

Astrogildo Magno

Ramon era o típico playboy. Gostava de viajar para cidades conhecidas como point turístico. E nessas andanças estava sempre ao lado de Michele, sua companheira de caminhada desde a  época em que se conheceram na PUC, na década de 1970, quando o Brasil ainda estava mergulhado no lodo do Regime Militar. Ambos cursaram história, mas não colocaram em prática o que presenciaram nas salas de aula.

Ele ganhou muito dinheiro prestando assessoria econômica e ambiental para grandes empresas, principalmente multinacionais. Ensinava o caminho das pedras para ficar no verde, mesmo enfrentando o terrível dragão da inflação daquela época. Branco, olhos verdes, e corpo de atleta, sem nenhum fio de barba no rosto, Ramon despertava paixões por onde andava.

Michele tinha noção do homem que escolheu para ser sua cara metade. Ciumenta, ela dizia que jamais iria tolerar traições. Ameaçava utilizar uma faca afiada que conseguisse em qualquer cozinha para ferir a masculinidade de seu amado. Ramon não levava a sério os alertas de amada. Sem receio algum levou para a cama a recepcionista da pousada em que estavam hospedados em  Fernando de Noronha. Imaginou que Michele brincava. Adormeceu e de repente acordou com fortes dores na virilha e o lençol inundado de sangue.....

Astrogildo Magno é cronista

Pinga fogo: #Trump: um louco no comando dos Estados Unidos

Arquivo/Hourpress


Ele está querendo provocar a Terceira Guerra Mundial e levar bilhões de habitantes a viver o caos

*Luís Alberto Alves

Em meus 65 anos de vida já vi diversos tipos de presidentes de República, porém o maluco #Donald #Trump é novidade. Alguém que não merece ocupar o cargo de comando numa das maiores nações do mundo. Jamais um presidente de um país deve tomar qualquer tipo de decisão baseada na emoção. Precisa ser escravo da razão. Porque a sua atitude poderá impactar negativamente a  vida de milhões de pessoas.

Nos últimos dias, o mundo tem visto e testemunhado um homem com fortes sinais de desequilíbrio mental. Ele está querendo provocar a Terceira Guerra Mundial e levar bilhões de habitantes a viver o caos. Pensa que numa nação, inclusive a que o elegeu, infelizmente presidente, pode tomar qualquer atitude sem prestação de contas a ninguém.

Se esqueceu da existência dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Esse trio anda de mãos dadas, nenhum deles deve passar por cima do outro. Esse equilíbrio é chamado de democracia. Exatamente para evitar que ditadores assumam o comando de um país e faça de escravos os milhões de habitantes que compõem aquela nação.

Maluco

Nunca ouvi alguém à frente de um país prometer em tom de ameaça o extermínio de uma civilização. O doido #Donald #Trump desconhece ou tenta passar a imagem de insanidade mental ao proferir tamanho absurdo. Grande parte da população norte-americana já reprova o comportamento irresponsável de um presidente que age como maluco.

Até mesmo a trilionária indústria armamentista já começou a ficar insegura quanto às atitudes de #Donald #Trump, por causa das atitudes que ele venha tomar e acabar matando a galinha de ovos de ouro, ao mandar explodir uma bomba atômica em Teerã, capital do Irã.

Calculo que até a extrema-direita já deve estar com medo das atitudes que #Trump possa tomar. O seu partido Republicano precisa de votos para se manter no poder e eles virão dos eleitores. Sem apoio de milhões de imigrantes que passaram a viver na pele as terríveis perseguições, como foram vítimas os judeus e outras minorias durante o Nazismo, e agora do norte-americano nativo, não conseguirá mais dominar o Congresso.

*Luís Alberto Alves, editor do blogue Hourpress e autor dos livros “Flagelo do Desemprego”, “Internet: o pesadelo de que entrega mercadoria comprada on-line”.

 

 

Internacional: Irã ameaça romper cessar-fogo após ataques de Israel contra o Líbano

    Reuters/Claudia Greco

Radiografia da Notícia

* O alto funcionário pediu que os países mediadores intervenham

Os libaneses deram suas vidas por nós, e não devemos deixá-los sozinhos nem por um momento

A reabertura do Estreito de Ormuz por duas semanas foi uma das condições para o cessar-fogo entre os Estados Unidos (EUA) e o Irã

Agência Brasil

O Irã ameaça romper o cessar-fogo e retaliar Israel em resposta aos sucessivos bombardeios realizados contra o Líbano nesta quarta-feira (8). Fontes do governo iraniano informaram às agências de notícias do país persa que Teerã estuda retomar os ataques devido ao rompimento do acordo por parte de Israel. 

“O Irã pode se levantar em uma ofensiva de defesa em grande escala a qualquer momento, já que o regime israelense está recorrendo à violação de um cessar-fogo frágil e temporário, alertou um alto funcionário da segurança”, disse a mídia estatal iraniana Press TV.

O alto funcionário pediu que os países mediadores intervenham. O Irã exige que o cessar-fogo envolva todas as frentes de batalha, incluindo o Líbano e a Faixa de Gaza, alvos de bombardeios israelenses nos últimos 40 dias de guerra no Oriente Médio.

Em rede social, o porta-voz da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezaei, defendeu a suspensão do cessar-fogo e o fechamento do Estreito de Ormuz.

“Em resposta à invasão selvagem dos sionistas ao Líbano, agora mesmo deve-se parar o tráfego de navios no Estreito de Ormuz. Os libaneses deram suas vidas por nós, e não devemos deixá-los sozinhos nem por um momento. Cessar-fogo ou em todas as frentes ou em nenhuma frente”, disse.

Em comunicado divulgado pela mídia iraniana, as Forças Armadas do país informaram que manterão controle “inteligente” sobre o Estreito de Ormuz, por onde passam 20% do petróleo e gás mundial, sem especificar como seria esse controle.

A reabertura do Estreito de Ormuz por duas semanas foi uma das condições para o cessar-fogo entre os Estados Unidos (EUA) e o Irã.,

Israel ataca Líbano

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que apoia o acordo costurado entre os EUA e o Irã, mas acrescentou que o Líbano ficaria fora do cessar-fogo. As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram ter bombardeado 100 alvos em dez minutos no sul do Líbano e Beirute.

O Ministério da Saúde do Líbano informou que, em contagem preliminar, os ataques de hoje causaram “dezenas de mortes e centenas de feridos”.

Vídeos de prédios destruídos no centro da capital libanesa circulam nos veículos do país vizinho. O Hezbollah pediu aos moradores deslocados pela guerra que não retornem às suas residências até que o cessar-fogo seja oficialmente decretado no Líbano.

O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, lamentou os ataques de Israel contra bairros residenciais e densamente povoados.

“[Israel não se importa] com todos os esforços regionais e internacionais para deter a guerra, não obstante o desprezo total pelos princípios do direito internacional e do direito internacional humanitário, que nunca respeitou de fato”, escreveu em uma rede social.

O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que mediou o frágil cessar-fogo entre o Irã e os EUA, afirmou que a violação do acordo compromete o processo de paz.

“Eu apelo sinceramente e com toda a seriedade a todas as partes para que exerçam moderação e respeitem o cessar-fogo por duas semanas, conforme acordado, para que a diplomacia possa assumir um papel de liderança rumo a uma solução pacífica para o conflito”, afirmou em mensagem nas redes sociais.

Até ontem, o Ministério da Saúde do Líbano calculava que a atual fase do conflito, iniciada no dia 2 de março, matou mais de 1,5 mil pessoas, ferindo mais 4,8 mil.

Israel ainda bombardeou 93 unidades de saúde libanesas e 57 profissionais de saúde foram assassinados. Mais de 1 milhão de pessoas foram deslocadas de suas residências no período.

Geral: Indústria cultural deve movimentar R$ 207 bilhões no Brasil,

Joyce Xavier

 

Radiografia da Notícia

* A indústria de entretenimento e mídia (E&M) nacional deve escalar em até US$ 39,9 bilhões em 2026

* Quando o assunto é ‘arte’, os sonhos ocupam um segundo plano

*  Limitam o acesso a oportunidades concretas e à inserção efetiva no mercado cultural

Redação/Hourpress

Embora o mercado artístico gere bilhões em receitas por ano no Brasil, o acesso às cadeias de produção seguem restritas para os mesmos. Segundo o último relatório da PWC Brasil, intitulado “Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia 2022-2026”, a indústria de entretenimento e mídia (E&M) nacional deve escalar em até US$ 39,9 bilhões em 2026; o que corresponde a injeção de R$ 207 bilhões na moeda local.


Com o ramo cultural em foco, essa cadeia artística espera crescer a uma taxa anual composta de 5,7%, segundo dados da PWC Brasil. A receita, que está dividida entre publicidade, jogos, música, arte cênica e impressos, no entanto, ainda esbarra em gargalos socioeconômicos que dificultam o acesso à formação qualificada, redes de distribuição e oportunidades de visibilidade para os autores.


Afetando principalmente artistas da periferia, que permanecem à margem da injeção econômica do setor, as favelas se veem cada vez mais distante da indústria cultural, mesmo em meio a uma movimentação astronômica nessas localidades. Apesar da movimentação estimada em R$ 300 bilhões nas favelas, segundo dados do Instituto Data Favela, quando o assunto é ‘arte’, os sonhos ocupam um segundo plano e precisam aguardar oportunidades que às vezes nunca chegam para sair do papel.

Olhar

Inserido neste cenário, o multiartista baiano, ODILLON, 34, revela que os desafios permanecem enquanto artista independente. Se destacando como o primeiro rapper à vencer o prêmio de Melhor Intérprete Vocal no Festival de Música da Educadora FM, ODILLON é um dos artistas inseridos nas periferias de Salvador“A mudança no meu processo veio após o ‘Boca de Brasa’, que trouxe um amadurecimento da visão profissional do trabalho com arte e cultura. Agora eu tenho esse olhar para lidar com as situações corriqueiras, burocráticas e organizacionais de uma carreira artística”, disse.


A vivência de ODILLON no mercado artístico se assemelha a 24% dos moradores das favelas que almejam “trabalhar com o que gostam”, segundo os dados do “Sonhos da Favela 2026”, do Instituto Data Favela. Apesar do interesse crescente, a transição para a profissionalização ainda é marcada por desigualdades históricas, que limitam o acesso a oportunidades concretas e à inserção efetiva no mercado cultural.


É nesse cenário que ações comunitárias, coletivos artísticos e políticas públicas têm buscado reduzir essa lacuna, oferecendo caminhos para que talentos locais possam

se destacar. Segundo Fernando Guerreiro, Presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Prefeitura de Salvador, essas iniciativas representam a chance de projetar carreiras, fortalecer novos talentos e transformar realidades por meio da arte“O Boca de Brasa tem como objetivo fortalecer artistas da periferia, ampliando sua visibilidade e reconhecendo que é dali que nascem a identidade e os principais movimentos da cultura soteropolitana. O projeto não inventa a roda: ele identifica, apoia e cria condições para que esses artistas mostrem seu trabalho em Salvador, na Bahia, no Brasil e no mundo”, comentou Guerreiro.

Cena

Na cidade de Salvador, políticas públicas como o Boca de Brasa já projeta centenas de artistas periféricos, formados nos Polos Criativos Boca de Brasa, para conquistar o mercado regional e nacional das artes. Articulando mais de 2 mil agentes culturais pelos territórios, visibilizados através do Movimento Boca de Brasa, a grade ativa de atividades que movimentam o calendário cultural da cidade é uma das vitrines de maior destaque da cena artística baiana.


Impulsionando a carreira estratégica de nomes como ODILLON, Nega Fyah (escritora do livro "Fyah do Ódio ao Amor"); Andrezza Santos (vencedora do 23º Festival de Música Educadora FM); e o Grupo de Teatro Jaé (composto por cerca de 40 artistas integrantes entre 7 e 80 anos); o Boca de Brasa reforça seu papel como catalisador do ecossistema cultural da cidade.


Após certificar 500 novos artistas através dos ‘Polos Criativos Boca de Brasa’ em 2026, o programa consolida sua atuação ao abrir caminhos de profissionalização e visibilidade de talentos periféricos, fortalecendo a diversidade artística dentro das periferias brasileiras.

Geral: Gastos com beleza, vestuário e produtos de bem-estar movimentam US$ 45 bilhões entre consumidores negros

    Arquivo/Hourpress


Radiografia da Notícia

* Os consumidores negros demonstram preferência por marcas que refletem qualidade

* O mercado da autoestima que sustenta a narrativa visual encontra um ecossistema ainda mais amplo

* Identidade e afirmação será a chave para potencializar os novos consumidores, independente dos bens ou serviços que estejam em foco

Redação/Hourpress

O poder econômico dos consumidores negros” vêm transformando a indústria em diferentes nichos do mercado internacional. Segundo a McKinsey & Company, esse público deve injetar US$ 1,7 trilhão na economia até 2030, influenciando marcas e empresas no Brasil, Estados Unidos e em outros países à repensarem estratégias de produtos, comunicação e engajamento com consumidores.


O mercado, que historicamente movimenta US$ 910 bilhões, elevou os padrões de consumo para além do luxo, destacando a identidade e os valores pessoais como novos marcadores econômicos. De moradia à alimentação aos gastos com beleza, roupas e produtos de bem-estar, que ocupam a fatia de US$ 45 bilhões na indústria, os consumidores negros demonstram preferência por marcas que refletem qualidade, autenticidade e engajamento com questões sociais relevantes.


Dentro do segmento de ‘moda e bem-estar’, o relatório “Black consumers: Where to invest for equity”da McKinsey, mostra que, quando se trata de “vestuário”, os consumidores negros nem sempre são correspondidos pelo interesse mútuo entre o público e as marcas. Muito além do “vestir”, o mercado da autoestima que sustenta a narrativa visual encontra um ecossistema ainda mais amplo: cuidado e expressão do cabelo; maquiagem; autocuidado; acessórios; consultorias; fotografia; branding; escolhas de imagem pública, experiência em lojas; atendimento; numeração; cartela de tons e referências culturais. 

Comprar

Essa tese é defendida pela especialista em Colorimetria, RP e Investida do ‘Shark Tank Brasil’, Cáren Cruz. A Comunicóloga explica que o mercado da autoestima trata-se de um ecossistema inteiro de consumo ligado à aparência, no entanto, não é ligado exclusivamente à renda no caso das comunidades afrodescendentes, mas movido pelo pertencimento


“O significado de pertencimento aqui não é ‘se sentir bem’ de um jeito abstrato. É a experiência concreta de entrar, circular, comprar e ser reconhecida (sem precisar diluir a própria identidade para ser aceita). Esse deslocamento reorganiza a lógica do consumo: sai o consumo como tentativa de adequação a um ‘padrão neutro’ e entra o consumo como construção de narrativa visual e disputa por reconhecimento social. A aparência vira linguagem com intenção, já que eu não estou apenas escolhendo peças, mas decidindo o que minha presença comunica. Isso inclui cabelo, maquiagem, vestimentas, acessórios, fotografia, modo de se apresentar, repertório e contexto”, explicou Cáren


À frente da Pittaco Consultoria, com quase duas décadas de atuação no mercado, a especialista revela que os ‘códigos não verbais’ costumam ser lidos com um nível de vigilância maior no caso das pessoas negras, pois se tornam “prova, viram filtro de credibilidade ou pretexto para julgamento”, explica. Neste cenário, Cáren alerta que o consumo pautado pela autoestima, identidade e afirmação será a chave para potencializar os novos consumidores, independente dos bens ou serviços que estejam em foco. 

“Quando pessoas negras investem em produtos e serviços que respeitam sua estética e organizam sua presença, elas estão dizendo: “eu me valido”, “eu sou referência”, “eu escolho como eu quero ser lida”. E isso desloca a indústria, desloca o mercado e desloca o senso comum porque, quando a narrativa visual muda, muda também quem é reconhecido como digno de prestígio, cuidado e visibilidade. Não é uma questão de vaidade simbólica, de roupa cara, luxo, nem de tentar aproximar a aparência de um padrão. Não é sobre isso. É sobre a condição de a pessoa se olhar no espelho e reconhecer a própria identidade: minha aparência comunica quem eu sou, de verdade. Isso é liberdade”, concluiu. 



Geral: Conheça seis produtos indispensáveis para cuidar da pele no Outono

 FreePik

Radiografia da Notícia

Após o Verão, é comum que a pele apresente alguns sinais de desequilíbrio

Até o mês de junho, os ventos secos e a redução da umidade do ar devem impactar diretamente o equilíbrio da pele

* A  queda da umidade reduz a capacidade natural da pele de reter água

Redação/Hourpress

Com a chegada do outono no hemisfério sul, os brasileiros começam a revisar os itens da ‘nécessaire’A mudança de estação pede ajustes na rotina de skincare, já que a queda nos termômetros favorece a aplicação de cremes hidrantes e séruns nutritivos, no lugar antes ocupado, majoritariamente, pelo protetor solar


Até o mês de junho, os ventos secos e a redução da umidade do ar devem impactar diretamente o equilíbrio da pele, favorecendo o ressecamento e a perda do viço’. Para contornar o efeito rebote, manter a pele hidratada e com os produtos certos na rotina é essencial para preservar o brilho, elasticidade e a proteçãodiante do clima mais ameno. 


Após o verão, é comum que a pele apresente alguns sinais de desequilíbrio, como descamação, sensibilidade e aumento da oleosidade como resposta à desidratação natural. “A principal mudança, durante esses meses de outono (março, abril, maio e junho), é a necessidade de reforçar a hidratação, sem sobrecarregar a pele”, explica a biomédica esteta Jéssica Magalhães


A profissional, que atua há mais de uma década no ramo, afirma que o “segredo” está em adaptar a rotina de cuidados de forma estratégica. “Muita gente abandona produtos ou exagera em fórmulas mais densas, e isso pode causar efeito rebote. O ideal é equilibrar ativos hidratantes com produtos leves e funcionais”, orientou.


De acordo com Jéssica, a queda da umidade reduz a capacidade natural da pele de reter água, tornando essencial investir em ingredientes que ajudem na reposição hídrica. “Ativos como ácido hialurônico, pantenol e niacinamida são grandes aliados nessa fase. Eles ajudam a manter a hidratação, fortalecer a barreira cutânea e prevenir irritações”, destacou.


Embora o protetor solar, principalmente o ‘FPS 50’, não seja mais o protagonista, Jéssica explica que é ideal mantê-lo nas nécessaires e nos armários de casa. “Mesmo com temperaturas mais amenas, a radiação UV continua presente e pode intensificar manchas e acelerar o envelhecimento da pele. O cuidado precisa ser contínuo”, alerta a especialista. 


Para ajudar na adaptação da rotina durante o outono, Jéssica aconselha reforçar a hidratação com produtos leves e eficazes; evitar banhos quentes, que intensificam o ressecamento; utilizar sabonetes suaves, que não agridam a barreira da pele; usar ativos hidratantes e calmantes; além de manter o uso diário do protetor solar. 


A fim de potencializar esses efeitos, a especialista indica seis produtos que podem ser facilmente incorporados à rotina, sem salgar o bolso. São eles: 

  • Hidratante facial com ácido hialurônico;

  • Gel de limpeza suave;

  • Protetor solar oil free;

  • Sérum de niacinamida;

  • Hidratante com pantenol;

  • Água micelar para limpeza leve;

“Com escolhas adequadas e uma rotina equilibrada, é possível atravessar o outono com a pele saudável, hidratada e protegida, evitando os efeitos típicos da estação e preservando o viço nos dias mais frios. Além disso, esses cuidados ajudam a pele a se recuperar após o desgaste do verão”, concluiu.

Geral: Pesquisa revela passageiros insatisfeitos com empresas aéreas

 Arquivo/Hourpress


Radiografia da Notícia

 * Quase três quartos dos passageiros (73%) tiveram despesas adicionais devido a interrupções. Entre os passageiros brasileiros, o índice chega a 88%.

*  Mais de dois terços dos passageiros (68%) relataram estresse e frustração significativos decorrentes dessas interrupções. No Brasil, o índice sobe para 79%.

 * 35% dos passageiros no mundo afirmaram não conhecer as regulamentações que protegem os direitos dos passageiros aéreos. No Brasil, o índice chega a 50%

Redação/Hourpress

Uma pesquisa global conduzida pela AirHelp, empresa especializada em auxiliar passageiros afetados por atrasos e cancelamentos de voos, revela que 40% dos consumidores em todo o mundo estão insatisfeitos com o suporte prestado pelas companhias aéreas quando esse tipo de interrupção ocorre durante suas viagens.

Entre os brasileiros entrevistados, o índice de insatisfação chega a 52%, acima da média global e superior aos níveis registrados na União Europeia (43%), no Reino Unido (28%) e nos Estados Unidos (30%).

O levantamento também mostra que 35% dos passageiros no mundo afirmam não conhecer as regulamentações que protegem os direitos do consumidor no transporte aéreo.

Entre os passageiros brasileiros, a parcela dos que não conhecem as regras de proteção chega a 59%, acima dos 32% registrados na União Europeia e no Reino Unido, e superior aos 40% observados entre os passageiros dos Estados Unidos.

A questão é agravada pelo fato de que, segundo os consumidores, apenas 25% das companhias aéreas informam os passageiros sobre seus direitos durante uma interrupção de voo. No Brasil, a reclamação é relatada por 27% dos passageiros, índice equivalente ao do  Reino Unido (27%) e superior aos percentuais registrados na União Europeia (25%) e nos Estados Unidos (22%).

De acordo com o estudo, 73% dos passageiros no mundo relataram ter tido despesas adicionais devido a interrupções de voos. Entre os brasileiros, o índice chega a 88%, acima dos 70% observados na União Europeia, dos 75% no Reino Unido e dos 65% nos Estados Unidos.

Além do impacto financeiro, mais de dois terços dos passageiros (68%) relataram estresse e frustração significativos causados por atrasos e cancelamentos.

Entre os passageiros brasileiros, o índice chega a 79%, acima da média global e superior aos níveis registrados na União Europeia (66%), no Reino Unido (64%) e nos Estados Unidos (72%).