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Crônica: a dor da separação

Os dois estavam no último ano de curso Astrogildo Magno Quando Flávio conheceu Marina foi explosão de amor à primeira vista. Ambos estud...

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Crônica: a dor da separação

Os dois estavam no último ano de curso

Astrogildo Magno

Quando Flávio conheceu Marina foi explosão de amor à primeira vista. Ambos estudavam engenharia na USP (Universidade de São Paulo). A troca de olhar no restaurante dos alunos teve intenso efeito amoroso. Os dois estavam no último ano de curso. Uniram a formatura com o casamento na fazenda do tio de um colega de turma na cidade paulista de Itapira.

Nos primeiros 15 anos tudo fluiu em mar de rosas. Porém, as inúmeras viagens de Flávio para acompanhar obras em diversas regiões do Brasil contribuíram para começar a se apagar a chama do amor que um dia os uniu. Lutaram, mas não conseguiram impedir a bomba atômica da separação. Fizeram inúmeros cursos de casais, assistiram palestras de especialistas em ressuscitar matrimônios. Tudo sem resultado.

Viagem

Num mês de abril de 2007, Flávio e Marina se encontraram diante da juíza que iria sacramentar o divórcio. Na cabeça de ambos, vieram as imagens da época em que eram felizes, quando prometeram ficar juntos até o dia da viagem final. Mas o destino não havia combinado nada com eles.

 Olhou pela última vez para o rosto da mulher que amou intensamente e tentou conter a  lágrima saltando dos olhos. Marina repetiu o mesmo jeito. Ali, diante da juíza, perceberam que chegava ao fim a parceria que um dia foi companheira inseparável deles. Lembraram do versículo bíblico de Provérbios 16/9: “o homem faz planos, mas quem dirige a sua vida é Deus”.....

Astrogildo Magno é cronista

Geral: Hambúrguer com colágeno supera aceitação sensorial

    Divulgação


Radiografia da Notícia

*Cerca de 93% dos participantes afirmaram que consumiriam um hambúrguer com colágeno

Redação/Hourpress

A aplicação de colágeno funcional em hambúrgueres agrega uma nova característica ao produto. É o que aponta uma análise realizada com 110 consumidores, na qual uma formulação com o ingrediente alcançou nota média de 7,73 em aceitação global, em uma escala de nove pontos. O hambúrguer tradicional obteve nota 7,50.
 

A avaliação foi conduzida por estudantes da disciplina de Análise Sensorial da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (FZEA-USP), com amostras fornecidas pela Novapron+, empresa de ingredientes funcionais da JBS.
 

Os participantes avaliaram aparência, aroma, sabor, textura, suculência e aceitação geral, o que demonstrou uma ótima aceitação na opção adicionada com colágeno. A textura foi o atributo que apresentou diferença significativa: 7,32, ante 6,94 no hambúrguer tradicional.


Tradicional
 

O hambúrguer com colágeno também apresentou resultado positivo na intenção declarada de compra. Entre os participantes, 81% afirmaram que certamente ou possivelmente comprariam o produto. Para a formulação tradicional, o índice foi de 63,6%, uma diferença descritiva de 17,4 pontos percentuais.
 

“Os resultados indicam o quanto o colágeno agrega valor às formulações, preservando atributos fundamentais e melhorando a experiência do consumidor, como sabor, textura, aroma e suculência. Isso abre possibilidades para o desenvolvimento de produtos que combinem desempenho tecnológico, aporte proteico e valor percebido”, afirma Walter Lene, diretor executivo da Novapron+.
 

A receptividade ao ingrediente também foi elevada. Ao serem perguntados diretamente sobre o produto, 93% dos participantes afirmaram que consumiriam um hambúrguer com colágeno. Para 74%, a inclusão do ingrediente despertou uma percepção positiva; 25% se disseram indiferentes e apenas 1% apresentou percepção negativa.
 

Metodologia

A análise sensorial reuniu 110 consumidores não treinados, majoritariamente entre 18 e 24 anos. As formulações foram servidas de forma codificada e avaliadas por meio de escala hedônica de nove pontos.

O estudo comparou um hambúrguer tradicional e outro elaborado com colágeno funcional fornecido pela Novapron+. Também foram aplicados testes de intenção de compra e de diferenciação sensorial. Os resultados refletem as condições e o perfil específico da amostra analisada e não constituem, isoladamente, projeção de comportamento para toda a população.

Geral: Saiba a importância da Discagem Direta à Distância (DDD)


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    IA

Radiografia da Notícia

*Oficialmente inaugurado em 1969, o sistema foi estruturado pelo Ministério das Comunicações em parceria com a iniciativa privada

Redação/Hourpress

Hoje, é comum ligar para um número e ter a chamada automaticamente efetuada do outro lado da linha, mas houve um tempo em que as ligações precisavam ser intermediadas por um telefonista. Em 1969, por iniciativa do Ministério das Comunicações, em parceria com a iniciativa privada, foi oficialmente estruturado e implantado no Brasil o sistema de Discagem Direta à Distância (DDD).
 

O código nacional foi criado com o objetivo de automatizar ligações interurbanas, ou seja, chamadas entre cidades diferentes. Antes do sistema, o usuário precisava da ajuda de um profissional de telecomunicações para efetuar a ligação. Com o DDD, esse processo se tornou mais rápido e seguro, sem a necessidade de um telefonista.
 

A sistematização das chamadas aconteceu para suprir o crescimento populacional do país, acelerado durante a década de 1970, e organizar geograficamente as redes telefônicas por regiões e áreas específicas, de forma a atender à demanda decorrente da expansão das telecomunicações e do aumento do número de telefones.
 

Em todo o Brasil, existem 67 códigos DDD em uso, divididos entre todos os estados e o Distrito Federal e regulamentados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O sistema não se limita aos estados, mas também contempla diferentes regiões de cada unidade da Federação. São Paulo, por exemplo, possui nove códigos diferentes, distribuídos entre suas regiões e cidades.
 

Evolução histórica 
 

O primeiro teste do DDD ocorreu entre São Paulo e Santos, em 1958. A Companhia Telefônica Brasileira (CTB) inaugurou a tecnologia de forma pioneira para ligações automáticas.
 

Durante a década de 1970, após a inauguração do sistema, o DDD começou a ser expandido comercialmente para as principais capitais e regiões metropolitanas do Brasil, com as operadoras de telefonia cada vez mais aderindo à novidade.
 

Nos anos 1980, os códigos avançaram gradualmente para as cidades do interior dos estados, passando por desafios relacionados à infraestrutura e à integração entre concessionárias estaduais. A conclusão da cobertura nacional, atingindo a universalização do sistema em todo o país, ocorreu na década seguinte, eliminando a necessidade de intermediar ligações por meio de telefonistas.
 

Confira todos os DDDs divididos por região em cada estado

 

Região Sudeste
 

São Paulo (SP): 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19

Rio de Janeiro (RJ): 21, 22, 24

Espírito Santo (ES): 27, 28

Minas Gerais (MG): 31, 32, 33, 34, 35, 37, 38
 

Região Sul
 

Paraná (PR): 41, 42, 43, 44, 45, 46

Santa Catarina (SC): 47, 48, 49

Rio Grande do Sul (RS): 51, 53, 54, 55
 

Região Centro-Oeste 
 

Distrito Federal (DF) e Goiás (GO): 61 (também atende parte de GO)

Goiás (GO): 62, 64

Mato Grosso (MT): 65, 66

Mato Grosso do Sul (MS): 67
 

Região Norte 
 

Acre (AC): 68

Rondônia (RO): 69

Tocantins (TO): 63

Pará (PA): 91, 93, 94

Amazonas (AM): 92, 97

Roraima (RR): 95

Amapá (AP): 96
 

Região Nordeste 
 

Bahia (BA): 71, 73, 74, 75, 77

Sergipe (SE): 79

Pernambuco (PE): 81, 87

Alagoas (AL): 82

Paraíba (PB): 83

Rio Grande do Norte (RN): 84

Ceará (CE): 85, 88

Piauí (PI): 86, 89

Maranhão (MA): 98, 99

Geral: Pesquisa aponta que 87% das brasileiras reconhecem risco de o câncer de mama voltar,

             Arquivo/Hourpress


Radiografia da Notícia

*Levantamento mostra lacuna de informação sobre a jornada do câncer de mama e reforça a importância de ampliar o cuidado contínuo após a cirurgia


Redação/Hourpress

 

O câncer de mama faz parte do repertório das brasileiras, mas isso não significa que todas as etapas da jornada de cuidado sejam igualmente compreendidas. Um levantamento realizado pela Ipsos a pedido da Novartis Brasil mostra que 87% das mulheres acreditam que existe a possibilidade de o câncer de mama voltar após o tratamento, enquanto apenas 39% afirmam já ter ouvido falar em “recidiva”, termo utilizado para descrever a volta da doença.

 

O levantamento também revela que o termo recidiva é menos conhecido do que outras expressões associadas ao câncer de mama, já que 87% das entrevistadas já ouviram falar em quimioterapia, 84% em biópsia, 77% em tumor maligno e 73% em metástase. O contraste sugere que, embora a população reconheça o risco de a doença voltar, ainda há espaço para ampliar a compreensão sobre o que acontece depois do tratamento inicial e por que o acompanhamento ao longo do tempo é parte importante da jornada de cuidado.

 

Diante deste cenário, ampliar o acesso a informações claras, responsáveis e baseadas em evidências pode contribuir para que pacientes, familiares e sociedade compreendam melhor a importância do acompanhamento contínuo, das conversas com a equipe médica e do cuidado individualizado ao longo do tempo.


Casos

 

Mesmo diante dessa lacuna, quando o tema é explicado, há forte reconhecimento da importância do cuidado após as etapas iniciais do tratamento. Segundo o levantamento, 90% das entrevistadas concordam que, mesmo após a retirada do tumor em estágio inicial, pode ser recomendado tratamento adicional para ajudar a prevenir que a doença volte. Além disso, 64% concordam que, em alguns casos, o tratamento complementar após a cirurgia pode continuar por até 10 anos.

 

“A pesquisa mostra que a população reconhece que existe o risco de a doença voltar, mas nem sempre tem acesso a informações simples e claras sobre o que é recidiva e por que o acompanhamento ao longo do tempo pode ser necessário — assim como sobre a importância da adesão ao tratamento adjuvante, quando indicado, como estratégia para reduzir o risco de recidiva. Evidências mostram que, na prática clínica, apenas cerca de 50% das mulheres conseguem completar os cinco anos recomendados de terapia endócrina adjuvante1, o que evidencia uma lacuna importante no cuidado.” afirma Dra. Maira Caleffi, chefe do serviço de mastologia do Hospital Moinhos de Vento e fundadora da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA).

 

A percepção sobre o cuidado após a cirurgia também é expressiva: 63% das entrevistadas apontam que o acompanhamento e o tratamento ao longo do tempo são importantes para reduzir o risco de retorno da doença. O resultado mostra que, mesmo sem familiaridade com termos técnicos, muitas mulheres reconhecem a importância de estratégias voltadas à redução desse risco.

 

“Esse cenário reforça a importância de ampliar estratégias como a navegação de pacientes, oferecendo o suporte necessário para que as mulheres sejam bem orientadas e tenham condições, inclusive emocionais, de completar sua jornada de tratamento. Ao mesmo tempo, ampliar o acesso às opções terapêuticas disponíveis no SUS é essencial para permitir a personalização do cuidado, considerando a diversidade de perfis e rotinas das mulheres com câncer de mama, que são cada vez mais jovens” completou Dra. Maira Caleffi.,

Geral: Café ganha novo significado para Millennials e Geração Z

    Arquivo/Hourpress


Radiografia da Notícia

*Estudos apontam que a bebida deixou de ser apenas fonte de energia e passou a marcar momentos de foco, pausa e conexão em uma rotina cada vez mais fragmentada

 

Redação/Hourpress


O café ganhou um novo significado para Millennials e Geração Z. Em meio ao trabalho híbrido, aos estudos, ao uso intenso de tecnologia e à multiplicidade de tarefas, a bebida passou a funcionar como um ritual capaz de organizar a rotina e criar momentos de foco, pausa e socialização. A mudança acompanha tendências de comportamento do consumidor identificadas por pesquisas internacionais e já é percebida pelo mercado de cafeterias.

 

De acordo com a pesquisa Gen Z & Millennial Survey 2026, da Deloitte, 74% dos profissionais da Geração Z e o mesmo percentual entre os Millennials já utilizam inteligência artificial em suas atividades de trabalho. Ao mesmo tempo, essas gerações apontam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, o bem-estar e a produtividade sustentável como prioridades diante de uma rotina marcada pela sobrecarga e pela necessidade constante de adaptação.

 

Nesse contexto, o café deixou de representar apenas uma fonte de cafeína para assumir um papel simbólico na organização do dia. Expressões como "vou tomar um café antes de começar", "pausa para o café" e "vamos conversar tomando um café" refletem pequenos rituais que ajudam a delimitar mentalmente diferentes momentos da rotina, oferecendo uma sensação de estabilidade em um cotidiano cada vez mais acelerado.


Faixa

 

As mudanças também são percebidas nas cafeterias. Dados da Mintel mostram que 70% dos brasileiros que consomem café fora de casa consideram esses estabelecimentos bons locais para trabalhar ou estudar. Entre consumidores de 16 a 24 anos, esse percentual sobe para 74%. Além disso, 25% dos jovens dessa faixa etária frequentam cafeterias regularmente para consumir café, enquanto quase 60% consideram o acesso ao Wi-Fi um fator essencial na escolha do local.

 

Para André Henning, cofundador da Go Coffee, esse comportamento demonstra que o café passou a desempenhar um papel muito mais amplo na rotina das novas gerações.

"Hoje, percebemos que o café representa muito mais do que energia. Para Millennials e Geração Z, ele se tornou um momento de transição entre tarefas, uma pausa consciente e também uma oportunidade de conexão. As cafeterias acompanham essa transformação ao oferecer ambientes que fazem parte da rotina das pessoas, seja para trabalhar, estudar ou encontrar amigos."

 

Os números reforçam a transformação das cafeterias em um "terceiro espaço", conceito utilizado para definir ambientes que vão além da casa e do escritório. Com infraestrutura adequada para trabalho remoto, estudos, reuniões e encontros informais, esses estabelecimentos acompanham a crescente flexibilidade das jornadas profissionais e acadêmicas.


Dia 


"O consumidor de hoje procura praticidade, mas também ambientes onde consiga manter a produtividade e, ao mesmo tempo, fazer pequenas pausas durante o dia. A cafeteria passou a atender a essa necessidade ao reunir conveniência, conforto e uma experiência que acompanha a dinâmica da rotina moderna. Mais do que vender café, percebemos que fazemos parte desses momentos que ajudam as pessoas a organizar o dia”, avaliou o empresário.

 

O comportamento acompanha uma tendência identificada em um estudo internacional da Deloitte com sete mil consumidores de café em 13 países, incluindo o Brasil. A pesquisa conclui que fatores como mudanças no estilo de vida, busca por conveniência, novos hábitos de consumo e interesse por experiências estão remodelando o mercado global de café, impulsionando novos formatos de consumo e a evolução das cafeterias como espaços multifuncionais.

 

Túnel do Tempo: África do Sul banida de Jogos Olímpicos

 

Redação/Hourpress

Em 12 de agosto de1964, a África do Sul é banida dos Jogos Olímpicos por causa de suas  às políticas racistas do país.

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Crônica: Tenista do coração


 Só vivia se lamentando

Astrogildo Magno

Margote era executivo bem-sucedido. Ganhava excelente salário, morava num bairro de elite, na Zona Sul de São Paulo, tinha coleção de carros importados e ganhava excelente salário. O emprego o perseguia quando resolvia ficar distante do mercado durante algum tempo.

Porém, a solidão o perseguia. Não tinha sorte no amo. Em 40 anos de vida, já havia amargado quatro divórcio, todos eles por infidelidade sexual. Acabava traído por suas mulheres. Dizia aos amigos que tinha o dedo podre para a arte de amar. Só vivia se lamentando.

Numa tarde de sábado resolveu assistir partida de tênis entre duas mulheres. Pretendia refrescar a mente. Ao chegar às arquibancadas, e viu Caty com a raquete nas mãos ficou alucinado. No final da partida a procurou e conseguiu leva-la para jantar. Paixão fulminante. Após alguns meses, Caty adora jogar partidas de tênis do amor com Margote em sua mansão em Aruba....

Astrogildo Magno é cronista