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domingo, 12 de julho de 2026

Geral: Você sabe interpretar a etiqueta das roupas?

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Radiografia da Notícia

Especialista em cuidados têxteis da 5àsec explica o significado dos principais ícones presentes nas etiquetas e orienta em quais situações a limpeza profissional é a melhor opção

Redação/Hourpress

Cada vez mais, os consumidores buscam formas de prolongar a vida útil das roupas, seja para economizar, para consumir de maneira mais consciente e contribuir para a moda circular. Nesse cenário, um recurso muitas vezes ignorado pode fazer toda a diferença: a etiqueta de conservação. Presente em todas as peças têxteis, ela reúne orientações importantes sobre limpeza, secagem, passadoria, alvejamento e limpeza profissional, ajudando a evitar danos como encolhimento, desbotamento, deformações e desgaste precoce.

 

Embora seja uma ferramenta essencial para a conservação das roupas, muitas pessoas desconhecem o significado dos símbolos ou acabam retirando a etiqueta por considerá-la desconfortável. O resultado pode ser uma higienização inadequada, comprometendo a aparência e até a durabilidade da peça. Segundo Marinês Cassiano, especialista em cuidados têxteis da 5àsec, as orientações presentes na etiqueta são definidas após testes realizados pelos fabricantes e indicam o método mais seguro para preservar as características originais do tecido.

 

"A etiqueta funciona como um verdadeiro manual de instruções da roupa. Seguir essas recomendações ajuda a preservar as cores, a modelagem, o caimento e a resistência do tecido. Muitas peças acabam sendo danificadas não pelo uso, mas por uma limpeza, secagem ou passadoria realizadas de forma inadequada", explicou Marinês.


Suave

 

O símbolo da bacia com água reúne todas as orientações relacionadas à limpeza. Quando há um número dentro da figura, ele indica a temperatura máxima da água. Se aparecer uma mão, a recomendação é realizar apenas a limpeza manual. Já a bacia riscada com um X significa que a peça não deve ser lavada com água. Um traço abaixo do símbolo indica que a limpeza deve ser feita em ciclo moderado da máquina, enquanto dois traços representam a necessidade de utilizar um ciclo muito suave ou delicado.

 

O triângulo reúne as orientações sobre o uso de alvejantes. Quando aparece vazio, permite a utilização de qualquer tipo de alvejante. Se houver duas linhas diagonais em seu interior, somente alvejantes sem cloro devem ser utilizados. Caso esteja riscado com X, nenhum tipo de alvejante deve ser empregado.

 

As orientações sobre secagem são representadas por um quadrado. Quando há um círculo dentro dele, a peça pode ser seca em tambor rotativo (secadora), sendo que a quantidade de pontos indica a temperatura máxima recomendada. Se o círculo estiver riscado, a secadora não deve ser utilizada. Já os traços desenhados dentro do quadrado indicam a forma correta de secagem natural, informando, por exemplo, se a peça deve secar na horizontal, pendurada no varal, por gotejamento ou à sombra.


"A limpeza profissional vai muito além da remoção da sujeira. Cada peça recebe um tratamento adequado à sua composição, estrutura e acabamento, reduzindo os riscos de encolhimento, deformação, desbotamento e desgaste precoce. É um cuidado que contribui para aumentar a vida útil das roupas e preservar o investimento feito pelo consumidor", concluiu.

Geral: Eca faz 36 anos e defensor público alerta para inclusão perfomática

Arquivo/Hourpress


Radiografia da Notícia

Segundo André Naves, o cumprimento do Estatuto não pode se limitar a indicadores; orçamento, acessibilidade e políticas públicas efetivas são essenciais para garantir a prioridade absoluta prevista na Constituição

Redação/Hourpress 


Neste 13 de julho, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 36 anos de vigência. Considerado um dos marcos jurídicos mais avançados do mundo na proteção integral da infância e da adolescência, o Estatuto consolidou no Brasil o princípio da prioridade absoluta. No entanto, mais de três décadas depois, transformar a letra da lei em realidade cotidiana continua sendo um dos maiores desafios do país, especialmente para crianças e adolescentes com deficiência, que ainda convivem com barreiras que revelam uma inclusão muitas vezes apenas formal.

 

Os dados oficiais mais recentes do IBGE, divulgados em maio de 2025 com base nos resultados preliminares da amostra do Censo Demográfico 2022, mostram que o Brasil possui 14,4 milhões de pessoas com deficiência, o equivalente a 7,3% da população com dois anos ou mais de idade. O levantamento também revela profundas desigualdades educacionais: entre as pessoas com deficiência de 15 anos ou mais, a taxa de analfabetismo é de 21,3%, quatro vezes superior à registrada entre a população sem deficiência (5,2%). Esses indicadores evidenciam que as barreiras sociais começam ainda na infância e na trajetória escolar.

 

O cenário de vulnerabilidade da infância brasileira agrava ainda mais esse quadro. Levantamentos recentes mostram que a violência contra crianças e adolescentes permanece em níveis elevados, com dezenas de milhares de notificações anuais de violência sexual registradas no país. Paralelamente, os canais oficiais de denúncia continuam recebendo um alto volume de comunicações relacionadas à violação de direitos desse público, evidenciando a necessidade de fortalecer políticas de prevenção, proteção e atendimento. Avanços legislativos, como a Lei Henry Borel e a ampliação da rede de atendimento psicossocial, representam importantes instrumentos de proteção, mas sua efetividade depende da destinação de recursos públicos e da implementação contínua das políticas previstas em lei.

 

Além da planilha


Para o Defensor Público Federal André Naves, especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social, a celebração dos 36 anos do ECA deve servir como um momento de reflexão sobre aquilo que ele define como "inclusão performática".

 

"Matricular uma criança com deficiência na escola regular apenas para cumprir uma meta ou preencher uma planilha de indicadores, sem garantir professor de apoio, tecnologia assistiva, acessibilidade e um ambiente verdadeiramente acolhedor, não é inclusão. É apenas o cumprimento formal de uma obrigação legal, sem assegurar o direito efetivo ao desenvolvimento pleno previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente."

 

Segundo Naves, o capacitismo estrutural e a ausência de prioridade orçamentária continuam comprometendo a efetividade das políticas públicas.

 

"Do ponto de vista da economia política, negligenciar a infância representa uma das decisões mais caras que um país pode tomar. Quando o Estado deixa de investir em acessibilidade pedagógica, atendimento especializado e proteção integral hoje, amplia desigualdades, reduz oportunidades e compromete a autonomia dessas crianças na vida adulta. A acessibilidade não é um benefício; é o direito que torna todos os demais direitos possíveis."

 

O defensor destaca ainda que estudos nacionais e internacionais demonstram que os investimentos realizados na primeira infância geram elevado retorno social e econômico, reduzindo despesas futuras com saúde, assistência social, violência e exclusão, além de ampliar produtividade, escolaridade e qualidade de vida.

 

Os desafios 


Além das demandas históricas, André Naves chama atenção para um desafio que ganhou enorme dimensão nas últimas décadas: a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. Segundo ele, o crescimento das redes sociais, das plataformas de compartilhamento de conteúdo e dos crimes virtuais exige uma atualização permanente das estratégias de prevenção e garantia de direitos.

 

"O futuro do ECA dependerá da capacidade do país de atualizar suas salvaguardas para os desafios do ambiente digital e, ao mesmo tempo, garantir aquilo que nunca deixou de ser essencial: alimentação, moradia, educação acessível, proteção integral e afeto. Prioridade absoluta significa transformar orçamento em políticas públicas concretas, e não apenas produzir indicadores positivos", concluiu.

 

Geral: Bebidas virais: como o café se tornou protagonista nas redes sociais

    Divulgação


Radiografia da Notícia

* Apelo visual, sabor e cultura digital impulsionam novas estratégias de cardápio nas cafeterias


Redação/Hourpress

 

O café ganhou protagonismo nas redes sociais com bebidas pensadas para viralizar. A combinação entre estética, sabor e identificação cultural redefine o desenvolvimento de produtos no setor.  O café ampliou sua presença no ambiente digital e passou a ocupar espaço de destaque nas redes sociais, impulsionado por bebidas desenvolvidas com potencial de viralização. O fenômeno está ligado à criação de produtos que combinam apelo visual imediato, curiosidade de sabor e conexão com referências culturais já presentes no imaginário do consumidor.

 

Nesse cenário, a estética se tornou parte central da decisão de compra, especialmente no primeiro contato. Elementos como cor, textura e finalização influenciam diretamente o pedido, enquanto o sabor permanece como fator determinante para a fidelização. A dinâmica evidencia uma mudança no consumo, em que imagem e experiência caminham de forma integrada.  “Uma bebida se torna viral quando o consumidor quer experimentar, mas também quer mostrar que experimentou. Ela precisa ser visualmente marcante, despertar curiosidade e se conectar com algo que já faz parte da cultura”, destacaouElói Ferreira, cofundador da rede brasileira Go Coffee, que está presente em todos os estados brasileiros.

 

As redes sociais também passaram a influenciar diretamente o desenvolvimento de cardápios. “Enquanto algumas marcas reagem a tendências já consolidadas, outras estruturam seus lançamentos a partir do potencial de engajamento digital, considerando calendário, comportamento do público e narrativa da marca”, disse Elói, ressaltando que esse movimento reforça o papel da inovação e da sazonalidade na estratégia das cafeterias.

 

O impacto das bebidas virais vai além da visibilidade e se reflete diretamente nas vendas. Conteúdos gerados por consumidores funcionam como ferramenta orgânica de divulgação, com alto poder de influência. “Redes estruturadas conseguem capitalizar esses picos de interesse ao garantir consistência na entrega, disponibilidade do produto e experiência alinhada ao que foi visto nas redes”, explicou o empresário.

 

Apesar do potencial de alcance, a sustentabilidade dessas tendências depende da forma como são incorporadas ao portfólio. “Produtos criados apenas para acompanhar o hype tendem a ter ciclo curto, enquanto aqueles que combinam identidade, qualidade e coerência com a marca podem permanecer por mais tempo”, avalia Elói. “Nesse contexto, o café se aproxima de universos como coquetelaria e sobremesas, ampliando possibilidades sensoriais e consolidando seu papel como experiência contemporânea de consumo”, complementou.

Geral: Comissão aprova exigência de profissional de educação física em escolinhas de futebol

 Arquivo/Hourpress


Radiografia da Notícia

* Projeto de lei voltará para análise do Senado

Luís Alberto Alves/Hourpress/Agência Câmara

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que torna obrigatória a presença de um profissional de educação física em entidades formadoras de atletas e escolinhas de esportes.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), o colegiado aprovou o substitutivo da Comissão de Esporte para o Projeto de Lei 4614/19, do senador Romário (PL-RJ).

De acordo com Laura Carneiro, a modificação feita pela comissão da Câmara corrigiu uma falha jurídica do texto do Senado, uma vez que a lei alterada pela proposta original foi revogada.

A versão aprovada pela CCJ insere a nova regra na Lei Geral do Esporte, que reúne e atualiza várias normas desportivas.

A proposta tramitou em caráter conclusivo e poderá retornar para nova análise dos senadores, a menos que haja recurso para votação, antes, pelo Plenário da Câmara.


Túnel do Tempo: O fenômeno E.T, o Extraterrestre

Redação/Hourpress

Em 12 de julho de 1982, E.T -  O Extraterrestre, do cineasta Steven Spielberg, bate recorde de bilheteria ultrapassando os US$ 100 milhões nos primeiros 31 dias de exibição. 

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Crônica: Quando a inocência faz mal para coração

    Tony Fernandes


* Mas a escola da vida é cruel

Astrogildo Magno

Inocente: esta palavra definia o caráter de Margarida. Acreditava em tudo. Nunca desconfiava de ninguém. Para ela todos eram bons. Não sua visão de mundo, a maldade não se encontrava no coração das pessoas. Por mais que amigos e pais falassem que o mundo era ruim, a sua opinião era irredutível.

Mesmo trabalhando num verdadeiro ninho de cobra como programadora de computação em uma grande multinacional francesa, onde o mais santo seria capaz de empurrar a própria ladeira abaixo, Margarida não mudava sua opinião em relação ao comportamento das pessoas.

Dedo

Mas a escola da vida é cruel. Ela ensina mesmo que o aluno se recuse a aprender as duras lições que o professor auxiliar tempo coloca em prática. Se apaixonou por jovem da equipe de segurança da empresa. O levou para apresentar aos pais e disse que ele iria colocar o anel de casamento em seu dedo.

O pai, Gervásio, tarimbado pela faculdade da vida, logo percebeu que o futuro genro era picareta. Puxou a ficha do rapaz e logo descobriu que era casado e tinha vários filhos com diversas mulheres. Margarida só acreditou quando uma das esposas a agrediu na porta da empresa. A escola da vida tem um estilo duro de ensinar....

Astrogildo Magno é cronista

Veículos: Renault Niagara é o novo nome da picape criada para a América Latina

   Divulgação


Radiografia da Notícia

* A Renault continua sua ofensiva de produtos fora da Europa com a revelação do nome de sua nova picape “Renault Niagara”, um veículo que faz parte do plano estratégico futuREady, que prevê 14 novos modelos lançados fora da Europa até 2030.

*    O nome “Niagara” transmite força, robustez e a capacidade de enfrentar os elementos, fazendo um convite para partir em busca de aventuras ao ar livre.

*     Aliando um design robusto, versatilidade, conforto e tecnologias avançadas, a picape Renault Niagara é perfeita para um uso no dia a dia.

*      Inspirada no Renault Niagara Concept revelado em 2023, esta nova picape será revelada em 10 de setembro de 2026, sendo montada na fábrica de Córdoba, na Argentina

Luís Alberto Alves/Hourpress

A Renault revela o nome de sua futura picape com design robusto que alia espaço interno, conforto e tecnologias avançadas: Niagara, um veículo criado para ampliar a ofensiva de produtos do plano estratégico futuREady, que prevê 14 novos modelos lançados fora da Europa até 2030.

 A América Latina é uma região estratégica para o Grupo Renault. Com o lançamento desta nova picape, a Renault está ampliando sua ofensiva de produtos, complementando os recentes lançamentos dos modelos Renault Boreal e Renault Kardian.

“Estamos ansiosos para revelar a Renault Niagara em setembro na Argentina. Esta nova picape chega para consolidar nossa gama Renault na América Latina. Versátil, com muito espaço interno e conforto, além de um design potente, esta picape vai atender as expectativas de todos os nossos clientes, pessoa física e jurídica”, disse a vice-presidente da Marca Renault, Unidade de Negócios de Veículos Comerciais Leves, Jan Ptacek

 A Renault Niagara será montada na fábrica de Córdoba, na Argentina. Ela será revelada no dia 10 de setembro, para ser comercializada na América Latina até o fim de 2026.

 Sylvia dos Santos, head da Estratégia de Nomeação na Divisão de Marketing Global da marca Renault, explica em vídeo por que a Renault escolheu o nome Niagara:

"De origem ameríndia, o nome Niagara remete ao estrondo da água, ao trovão e à imensidão da terra, indicando robustez, a grandeza e a força dos elementos. É um convite para aventuras ao ar livre, simbolizando um veículo imaginado tanto para o dia a dia como para explorar novos horizontes."