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segunda-feira, 11 de abril de 2022

Geral: Censo 2022: gabaritos preliminares de prova são divulgados

 

Convocados vão trabalhar no Censo, maior pesquisa do IBGE

    EBC
IBGE vai obter várias informações da população brasileira


Agência Brasil 

Os candidatos às vagas temporárias no processo seletivo do Censo 2022 já podem conferir os gabaritos preliminares das provas, aplicadas ontem (10) em todo o país. As respostas foram divulgadas hoje (11) pela Fundação Getulio Vagas (FGV), organizadora do concurso público, e podem ser conferidas na página oficial do certame

Mais de 600 mil candidatos fizeram as provas. O concurso oferece 206 mil vagas nos cargos de recenseador, agente censitário municipal e agente censitário supervisor. 

Aqueles que discordarem do gabarito poderão recorrer das respostas de amanhã (12) até quarta (13). Para tal, o candidato deverá usar formulários próprios, disponíveis no site do concurso.

A banca vai avaliar os questionamentos e poderá decidir manter a resposta, alterá-la ou anular a questão. O gabarito definitivo e o resultado da prova objetiva será divulgado em 13 de maio. Já o resultado final do concurso está previsto para 20 de maio. 

Os convocados vão trabalhar no Censo, maior pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que deverá percorrer 70 milhões de domicílios nos 5.570 municípios brasileiros, com o objetivo de ter referência sobre as condições de vida da população do país.

A pesquisa revelará características dos domicílios, identificação étnico-racial, nupcialidade, núcleo familiar, fecundidade, religião ou culto, deficiência, migração interna ou internacional, educação, deslocamento para estudo, trabalho e rendimento, deslocamento para trabalho, mortalidade e autismo.

Geral: Entenda o que é o aneurisma de aorta e os riscos da doença


Tabagismo, hipertensão e doenças congênitas são os principais fatores de risco
Essa doença é caracterizada justamente  pelo enfraquecimento e alargamento das paredes das artérias,


Redação/Hourpress


A aorta é a maior artéria do corpo humano, ela garante que o sangue bombeado pelo coração seja direcionado para o resto do corpo. Pense que para que o fluxo sanguíneo ocorra normalmente pelo corpo, é necessário que haja uma resistência das veias e artérias, senão, ele acumularia em determinadas regiões. Um exemplo seria a forma como a água que corre pelo encanamento das casas. 

Conhecida como aneurisma de aorta, essa doença é caracterizada justamente  pelo enfraquecimento e alargamento das paredes das artérias, permitindo que aconteçam acúmulos na região. Além disso, o evento mais complexo dessa condição é a ruptura da artéria afetada, causando uma hemorragia interna. Nesses casos, a taxa de mortalidade pode chegar a 97%.

Abaixo, o  médico especializado em cirurgia vascular do Hospital Nove de Julho, Dr. Carlos André Vieira, responde cinco perguntas sobre o aneurisma de aorta. Confira: 

 

  1. Qual é a idade mais comum para o aneurisma de aorta aparecer?

    R: Essa enfermidade atinge, principalmente, homens acima de 65 anos que fumam. A condição é relativamente frequente em adultos com idade superior a 50 anos, sendo uma estimativa de 4 a 7% no sexo masculino, e 1 no feminino. 

    Vale ressaltar que o aneurisma de aorta é a 10ª causa de mortalidade em homens acima de 55 anos.

  2. Em quais regiões do corpo é possível encontrar essa doença? 

    R: O aneurisma de aorta é definido de acordo com a localização dele no corpo, se dividindo entre a região abdominal e torácica. Os casos da condição afeta mais a área abdominal, do que o tórax, embora as chances de ruptura do segundo tipo sejam maiores. 

    As duas categorias apresentam diferentes formações. Desta forma, elas mostram distinções estruturais em sua parede, no qual acredita-se que seja uma das causas da maior incidência de aneurismas abdominais. Já os aneurismas de aorta torácica são menos comuns, porém, costumam ser identificados acidentalmente na realização de exames, como: radiografia ou tomografia de tórax. 

  3. Como é o tratamento dessa enfermidade? 

    R: Na maioria das vezes, como se trata de uma condição assintomática, é essencial que o diagnóstico seja facilitado para que haja uma forma prática de identificar a doença. Porém, nos dias de hoje, em que a medicina baseada em evidência entrou em destaque, ainda não se tem uma resposta precisa de como rastrear essa doença de forma prática na população. 

    Um estudo publicado pelo The Journal Of Vascular Surgery, diz que existe uma recomendação para diminuir a taxa de mortalidade da doença. Trata-se da realização de uma ultrassonografia abdominal, ao menos uma vez na vida, por homens acima de 65 anos. Com esse exame é possível checar se ocorreu alguma alteração nas paredes da artéria. 

  4. Quais são os principais riscos do aneurisma de aorta?

    R: Um dos riscos mais comuns do aneurisma de aorta é o tabagismo, somado a hipertensão, insuficiência renal, aterosclerose, doenças congênitas do tecido conjuntivo como Síndrome de Marfan, alguns tipos de infeção (aneurismas micóticos) e enfermidades inflamatórias nas paredes dos vasos sanguíneos.  É preciso alertar que homens acima de 80 anos são os mais vulneráveis. 

    O tabagismo é o principal fator de risco associado à formação do aneurisma da aorta abdominal. Embora as pessoas fiquem anos sem fumar, existem efeitos que permanecem no corpo por muitos anos e continuam fazendo com que a artéria enfraqueça. Vários estudos inferem que alguma infecção viral ou bacteriana possa ser o gatilho para o início da doença. 

    Nesta condição, o maior risco é a ruptura, porém, existem outras preocupações também. Como se trata de uma dilatação na artéria, acontece uma mudança na velocidade e direcionamento do fluxo sanguíneo, fazendo com que, frequentemente, tenha trombos nas paredes arteriais, que podem obstruir a passagem do sangue. Estes são conhecidos como tromboses arteriais, causando dor aguda na região e até casos de amputação. 

    Por último, outro ponto importante, é como definir a probabilidade de acontecer uma ruptura na artéria. Ela está diretamente relacionada com o seu tamanho, aqueles com menos de 5 cm têm chance menor que 1%, enquanto aqueles com seis centímetros apresentam chance de cerca de 10% de romper o vaso sanguíneo a cada ano. Diâmetros maiores aumentam muito mais essa probabilidade. 

  5. Quanto aos tratamentos, quais são eles e como podem ser realizados? 

    R: O tratamento é realizado principalmente por meio de cirurgias que desviam o fluxo sanguíneo das artérias dilatadas , sem a necessidade de cortes e de forma indolor. Hoje, com a tecnologia e a presença de dispositivos cada vez mais adaptados à anatomia de cada paciente, é possível observar que a taxa de mortalidade operatória não ultrapassa 0,5%. Assim, os riscos de não fazer a cirurgia são muito maiores. 

    Nem todos os aneurismas devem ser operados, porque não são todos que apresentam risco de romper. É importante considerar o tamanho e a presença ou não de sintomas. Os pacientes com a doença devem ficar atentos para corrigir fatores de risco e acompanhar o crescimento com exames de imagem como ultrassonografia ou tomografia.

    A operação não deve ser considerada cura da doença, mas sim de controle, pois pode haver casos de progressão, principalmente para aqueles que não mudaram o estilo de vida. O tratamento reduz drasticamente o risco de ruptura, mas, não necessariamente, o elimina. 

 

Geral: TOD ou TDAH? Você Sabe Identificar?

 É um transtorno que tem como caraterística um comportamento desobediente

    Divulgação

Porque estes mesmos comportamentos podem ser birra da idade


Redação/Hourpress

Se você é pai,mãe , professor, ou se simplesmente ja estava em paz passeando no shopping e viu aquela criança chamando atenção, como se estivesse desobedecendo ou sendo agressivo com pai, mãe ou quem estivesse por perto, você já viu um exemplo de uma criança com provável Transtorno Opositor Desafiador (TOD), mas não é tão simples assim de identificarmos. Precisamos de mais, porque estes mesmos comportamentos podem ser birra da idade, como podem ser também praticados por crianças com TDAH.

Quem nos falará sobre as principais características e como identificar cada um deles, é o Dr. Marcone Oliveira, médico neurologista infantil, especialista em Transtornos do neurodesenvolvimento, em especial o TDAH e orientador de pais.

O Transtorno Opositor Desafiador (TOD) é um transtorno que tem como caraterística um comportamento desobediente, que desafia as regras, as figuras e os símbolos de autoridade, como por exemplo, pai, mãe e professores, e na fase adulta esse comportamento, se não tratado, pode se agravar. Embora a causa seja desconhecida, especialistas e estudos apontam que, mais provavelmente, há uma combinação entre fatores ambientais e genéticos. E os sintomas costumam aparecer antes da criança completar os oitos anos de idade.

É preciso entender que o TOD não é uma birra, que é um comportamento comum nas crianças, mas que passa com a idade de forma natural. Ao contrário, o Transtorno Opositor Desafiador é um comportamento que deixa a criança sempre irritável e, muitas vezes, sem motivo, fazendo tudo para irritar os outros. E, apesar do tratamento ser de grande ajuda, o TOD é crônico, podendo durar por anos ou a vida toda.

Assim como o TOD, o TDAH também é um transtorno crônico e, geralmente começa na infância, podendo continuar na vida adulta. Quando a criança não passa por um tratamento adequado ela terá problemas no desenvolvimento escolar, e na vida adulta terá relacionamentos problemáticos, mal desempenho nos estudos superiores, no trabalho e na vida social. Embora sejam transtornos diferentes, é comum a confusão entre TOD e TDAH.

Com muita frequência vejo pais perdidos sem saber se os filhos realmente tem TDAH ou TOD. Essas características podem ajudar a diferenciar um do outro. A criança com TOD se irrita com mais facilidade, é vingativa, não sabe tolerar o sentimento de frustração, além de ter um comportamento desafiador. Já a criança com TDAH é impulsiva, tem dificuldade de prestar atenção, mas também pode ter um hiperfoco, além da dificuldade para controlar movimento e ações. Claro que, para o diagnóstico correto, você vai precisar de uma consulta médica especializada, mas conhecer os sinais e sintomas já pode ser de grande ajuda, explicou o Dr. Marcone Oliveira.

O TOD, para ser diagnosticado, se observa ao menos quatro dos seguintes sintomas:

  • Explosões de raiva frequentes, às vezes sem motivo
  • Não assume os próprios erros, culpando os outros por tais erros
  • Desafia e enfrenta pessoas mais velhas e figuras de autoridade
  • Não obedecem às regras
  • Apresenta atitudes e comportamentos apenas para aborrecer os outros

Os sintomas do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), como o próprio nome diz, incluem falta de atenção, hiperatividade e impulsividade. O seu diagnóstico é clínico, sendo responsável um médico especialista em TDAH.

Embora não entre na lista dos critérios diagnósticos, a labilidade emocional é uma característica da criança com TDAH; essa alteração emocional aparece em outros transtornos e por isso ela não é considerada no diagnóstico. A criança com TDAH tem um limiar de frustação muito baixo, por isso ela se irrita muito fácil , finaliizou  o Dr. Marcone Oliveira.

Geral: Apenas metade dos moradores da região Sudeste usam cinto de segurança no banco de trás do carro

   Divulgação

Em trajeto curtos, a auto confiança pode provocar acidentes

Redação/Hourpress

O acidente com o ex-BBB Rodrigo Mussi fez voltar ao debate o uso do cinto de segurança. Rodrigo estava no banco traseiro de um carro de aplicativo quando o motorista bateu na traseira de um caminhão. O condutor, que usava o equipamento de segurança, não se feriu, já Rodrigo, que estava sem cinto, foi arremessado para fora do carro e, desde então, passou por cirurgias múltiplas na cabeça e na perna, onde teve fratura exposta.

De acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, apenas 54,6% dos brasileiros afirmam sempre utilizar o cinto quando sentam no banco de trás do veículo. No Sudeste, o número é ainda menor, ficando em apenas 53,7%. Entre as capitais da região, o Rio de Janeiro é quem apresenta o menor percentual de pessoas que utilizam o dispositivo, somente 31,6%. Vitória, capital do Espírito Santo, tem o maior percentual, com 62,2% dos passageiros que utilizam o cinto no banco traseiro. Em São Paulo e Belo Horizonte, apenas 47,5% e 55,3% das pessoas usam o aparelho, respectivamente.

A falsa sensação de segurança é causada, normalmente, por trajetos de curta distância ou pela ideia de que os bancos do motorista e do passageiro são capazes de proteger em caso de acidente. O mestre em engenharia de transportes e professor do curso de Engenharia Civil da Universidade Positivo (UP), Hugo Alexander Martins Pereira, explica que o uso do cinto é fundamental para que o passageiro não seja arremessado em direção ao primeiro obstáculo que encontrar na frente, em caso de colisão. “No acidente, há uma relação entre o peso da pessoa e a aceleração em que o veículo se encontra, gerando uma força. O uso do cinto impede que o passageiro seja arremessado para frente, na direção do para-brisa, ou, em colisões laterais, para fora do carro”, detalha.

Por conta dessa força que causa o lançamento da pessoa sem cinto, no caso de acidente, ela pode levar riscos até mesmo para outros passageiros do carro que estejam utilizando o dispositivo. “Na colisão frontal ou traseira, o passageiro pode ser projetado contra o condutor e, mesmo que o motorista esteja usando o cinto, esse impacto pode causar ferimentos mais graves e até a morte. O mesmo risco é provável no caso de uma colisão lateral, na qual a pessoa sem cinto pode ser arremessada contra outros passageiros que estejam no banco traseiro com ela”, alerta o especialista.

Hugo aponta ainda que, além de fornecer segurança, o uso do cinto é obrigatório, tanto nos bancos da frente quanto no traseiro. “Conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro, não usar o cinto de segurança é uma infração grave, independentemente se é o condutor ou os passageiros que estejam sem o equipamento”, ressalta. A empresa de aplicativo que realizava o transporte de Rodrigo mudou a política de segurança após o acidente. Agora, o motorista pode cancelar a viagem caso o passageiro se recuse a usar o cinto. 

O cinto de segurança é um dispositivo que não possui vida útil apenas por tempo de uso do veículo. Porém, no caso de um acidente, o aparelho deve ser substituído depois do ocorrido. “Após a colisão, o cinto deve ser trocado imediatamente, porque todo o fator de proteção dele foi utilizado para realizar a proteção da pessoa. Se não houver nenhum tipo de acidente em que foi preciso forçar o uso do cinto para evitar essa projeção do corpo, a troca não é necessária”, esclareceu o professor.


Túnel do tempo: Tsunami mata quase 4 mil no Japão

 


Redação/Hourpress

No dia 11 de março de 2011 um terremoto de magnitude 9 mata que provoca um tsunami com ondas de mais de 10 metros de altura mais de 3 mil e 800 pessoas no Japão. 

Raio X de Sampa: Conheça a história da Rua Taquari

 


Redação/Hourpress

Esta rua foi aberta em finais do século XIX, uma vez que ela já aparece no mapa da cidade de 1897. Ela é uma homenagem à cidade de Taquarituba, que pertencia ao munícipio de Itaporanga. A Rua Taquari (foto) fica na Mooca, Zona Leste de Sampa e seu nome significa "taquara pequena". 

Economia: Conheça "O flagelo do desemprego"

 

Tony Fernandes


Luís Alberto Alves/Hourpress

O que descrevo neste livro é mais que economia real. É a realidade. Quando lemos sobre o desemprego ou fechamento de uma fábrica, nem sempre lembramos que aqueles números são pessoas. Gente como você, ou eu, que saía de casa para trabalhar e se vê sem trabalho, sem recursos, sem respeito, sem chão.

O próprio trabalho pode ser uma fonte de sofrimento mental. Há estudos que tratam disso. E a falta de trabalho, de emprego, pode desestruturar uma pessoa ou uma família. Em minha narrativa, mostro o que pensa, sente e sofre um desempregado.

É fato que o mundo do trabalho mudou muito. Automação, terceirização, novas modalidades. Fábricas produzem muito mais com muito menos gente. O setor financeiro, de lucros extraordinários, nas últimas décadas reduziu significativamente sua mão de obra, com o avanço dos serviços digitais.

Olhos

Agora também cresce o que se chama de trabalho por aplicativos, a “uberização” do trabalho, que ainda carece de regulamentação, mas expõe transformações que nem sempre nos damos conta. O “apito da fábrica de tecidos” da canção de Noel Rosa já não se escuta – foi substituído por um iphone.

Em meu relato direto, mostro os olhos de um desempregado (que procura uma vaga), as pernas de um desempregado (que se desloca para todo lugar em busca de uma vaga) e os dilemas de quem encontra apenas portas fechadas.

Em tempo: o Brasil fechou 2021 com taxa média de desemprego de 13,2%, a segunda maior da série histórica do IBGE. Isso equivale a 13,9 milhões de pessoas desempregados. Há ainda os chamados subutilizados (gente que gostaria de trabalhar mais), os desalentados (aqueles que desistiram de procurar trabalho) e uma imensa massa de informais, que compõem 40% da população ativa.

O livro O flagelo do desemprego pode ser comprado através da plataforma digital amazon.com.br, por meio do link O flagelo do desemprego: https://www.amazon.com.br/dp/B09XN6PNV7/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&crid=BBP55VVPJBGE&keywords=O+Flagelo+do+desemprego&qid=1649700230&sprefix=o+flagelo+do+desemprego%2Caps%2C210&sr=8-1 ou edição de papel pelo whatsapp 11 95691-4434, onde será passado o endereço para a entrega e a forma de pagamento. No amazon, a edição sai por R$ 24,00 e a de papel, R$ 35,00, incluído o preço do frete.

Histórico

Em 35 anos de profissão trabalhei no Diário Popular, DCI, Folha da Tarde, Metrô News, Folha Metropolitana, Imprensa Oficial do Estado de SP, revista Noivas, Revista Cipa, Revista TruckMotors, Revista Revenda Construção, assessoria de imprensa no SindiQuímicos Guarulhos e CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Químico). Em paralelo escrevo para dez blogues, que juntos somam cerca de 1,7 milhão de acessos, entre eles hourpress, blackmusicworld, sallcompimenta, cajuisticas etc.

Luìs Alberto Alves é editor do blogue cajuísticas.