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Crônica: Quando o assédio vem de alguém conhecido

Elétrica e sensual, conseguia levar o amado às nuvens Astrogildo Magno Cecília era o tipo de executiva bem-resolvida, inclusive sentim...

sábado, 12 de setembro de 2026

Crônica: Quando o assédio vem de alguém conhecido

Elétrica e sensual, conseguia levar o amado às nuvens

Astrogildo Magno

Cecília era o tipo de executiva bem-resolvida, inclusive sentimentalmente. Diretora numa empresa multinacional, respondia pelo departamento de marketing. Estava acostumada a participar de reuniões e decidir assuntos sensíveis ao setor onde trabalhava. Ninguém conseguia lhe intimidar. Sabia como agir neste tipo de situação.

Casada há 25 anos, logo de manhã, antes de sair da cama, fazia amor com o marido. Jamais aceitava não como resposta. Elétrica e sensual, conseguia levar o amado às nuvens. Quando percebia que o esposo se encontrava indisposto, se contentava com sexo oral. Pronto, a bateria ficava carregada para mais um dia de trabalho.

Porém, num determinado dia, participou de reunião tensa, onde a falsidade e mentira marcaram presença na mesa. Pior: uma das pessoas tentou assediá-la sexualmente, ao tentar passar as mãos em suas pernas por baixo da mesa. Não perdeu a postura, conduziu o trabalho até o fim. De repente, olhou bem nos olhos do assediador e se assustou. Era um amigo da época de Ensino Fundamental....

Astrogildo Magno é cronista

Geral: Feminicídio: cresce procura de mulheres por aulas de defesa pessoal

IA


 Radiografia da Notícia

* Somente no último ano houve um crescimento de 23% no interesse de mulheres por esse tipo de modalidade

Redação/Hourpress

A escalada da violência contra as mulheres fez crescer no país a procura delas por aulas de defesa pessoal, como jiu-jítsu e krav magá, de acordo com levantamento realizado pela Maximum Boxing, empresa especializada em equipamentos esportivos. Segundo os dados do estudo recentemente divulgado, somente no último ano houve um crescimento de 23% no interesse de mulheres por esse tipo de modalidade.
 

“Infelizmente acompanhamos casos diários de violência contra as mulheres e os números só crescem. Em 2025, foram 1.568 vítimas de feminicídio, maior número da série histórica. A falta de capacidade do poder público em frear esse fenômeno justifica a procura e necessidade de mulheres em aprender a se defender por conta própria”, afirma Maira Bandeira, presidente do instituto que leva seu nome, e que oferece aulas de defesa pessoal para mulheres e crianças.


Dados da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo Instituto DataSenado e pelo Observatório da Mulher contra a Violência, apontam que uma em cada três brasileiras relatou ter vivido alguma situação de violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses. Outros 29% relataram situações concretas de agressão, mas não as identificaram como violência doméstica ou familiar.


Suporte


Maira conta que, além de aprender as técnicas de defesa pessoal, o instituto também oferece para as vítimas de violência física, psicológica ou sexual apoio de especialistas. “Temos uma rede de parceiros formada por advogados e psicólogos que garantem todo o suporte necessário para que as vítimas possam enfrentar e a lidar com essas situações”, explicou a presidente do instituto, que é faixa preta em Jiu-Jitsu.


O Instituto Maira Bandeira foi fundado em São Paulo em 2015 e realiza diversas ações voltadas à segurança feminina. Além das aulas de defesa pessoal e do apoio psicológico e jurídico, Maira também realiza workshops e palestras pelo país. “Nosso trabalho já impactou mais de 20 mil pessoas. É válido que as mulheres aprendam a se defender, mas nossa principal luta é que o uso desse conhecimento seja cada vez menos necessário”, concluiu a presidente do instituto.


São Paulo – O Estado concentra os números de casos de violência contra a mulher no país, principalmente no interior, segundo levantamento da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo. Entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 97 feminicídios no interior, contra 24 na Capital. Já as tentativas de homicídio chegaram a 372 registros no interior, e 142 na capital. Por fim, casos de lesão corporal dolosa, cerca de 20 mil no interior e 9 mil na Capital.

Geral: Professores podem solicitar a Carteira Nacional Docente do Brasil

    MEC


Radiografia da Notícia

Documento reconhece a profissão e dá acesso a benefícios para professores no exercício da profissão em instituições de ensino públicas ou privadas de todo o País. CNDB tem validade de dez anos

Redação/Hourpress

A Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) é um documento oficial do Ministério da Educação (MEC) que garante benefícios específicos do programa Mais Professores para o Brasil, como acesso a ferramentas de trabalho, cartões de crédito com condições específicas para os docentes, descontos em hotéis, além de lojas físicas e de e-commerce credenciadas. A iniciativa atende professores da educação básica e superior que estejam em exercício da atividade docente em instituições de ensino públicas ou privadas de todo o país.
 

A solicitação da CNDB é realizada exclusivamente por meio digital, no sistema oficial do Programa Mais Professores para o Brasil, por meio da Carteira Nacional Docente do Brasil. A CNDB é um documento oficial que conta com mecanismos de segurança e um QR Code personalizado para que estabelecimentos de todo o Brasil possam conferir a sua validade.
 

Para solicitar a CNDB, os professores precisam estar com o CPF regular junto à Receita Federal e possuir cadastro ativo no e-Social pelo empregador.
 

Confira o passo a passo para solicitar a CNDB:

  • Acesse o sistema oficial do MEC, em Link com sua conta Gov.br;
  • O sistema verificará automaticamente se o professor atende aos critérios de elegibilidade e exibirá seus dados pessoais e vínculo com a instituição de ensino;
  • Verifique e confirme seus dados;
  • Caso algum dado esteja incorreto, entre em contato com seu empregador antes de continuar;
  • Em seguida, complete o cadastro com as informações solicitadas e realize a captura de sua foto;
  • Na tela seguinte, será apresentada a prévia da CNDB;
  • Na sequência, confirme os dados para emissão e faça o download da versão digital do documento.

Benefícios – Entre os benefícios para os professores estão acesso a ferramentas de trabalho, cartões de crédito com condições específicas para os docentes, descontos em hotéis e facilitação do uso da meia-entrada em eventos culturais, como cinemas, teatros e shows. Também há descontos em lojas físicas e de e-commerce credenciadas, por meio da iniciativa #TôComProf, que já conta com mais de 40 empresas físicas e on-line, de bancos e farmácias a aplicativos de alimentação e cursos de pós-graduação.

Geral: O jeito de usar o celular pode afetar a saúde dos ombros

                            Arquivo/Hourpress


Radiografia da Notícia

Estudos apontam relação entre postura durante o uso do smartphone e sobrecarga nos ombros; Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo orienta sobre cuidados para evitar desconfortos 

Redação/Hourpress

Passar horas no celular já virou parte da rotina, seja para trabalhar, estudar, conversar ou simplesmente passar o tempo. Mas a postura adotada para olhar a tela pode pesar nos ombros, como apontam alguns estudos.

 

Uma pesquisa publicada este ano, intitulada “A relação entre má postura ao usar dispositivos eletrônicos e dor periescapular no ombro”, avaliou 379 pessoas com o objetivo de investigar a dor na região ao redor da escápula, relacionada à postura durante o uso de dispositivos eletrônicos. O resultado mostrou que 48,5% relataram dor periescapular atual e apontou, ainda, que os participantes que permaneciam em pé ou caminhando enquanto usavam dispositivos eletrônicos com o pescoço inclinado para a frente apresentaram associação significativa com o incômodo na região. Essa postura teve 2,15 vezes mais chance de estar associada à dor.

 

revisão sistemática publicada em 2026, que analisou 30 estudos com adultos, identificou que, em 24 dos trabalhos avaliados, pessoas com maior tempo de uso, maior atividade de digitação ou maior nível de dependência do aparelho apresentaram maior prevalência de dores musculoesqueléticas, incluindo na região dos ombros. A revisão destaca, ainda, que 67% dos artigos analisados identificaram a duração do uso (de 3 a 9 horas diariamente) e a postura corporal durante o uso como os principais fatores de risco estudados.


Ombro

 

Entre os adolescentes, que também estão cada vez mais expostos ao uso prolongado de celulares, a relação aparece em outro estudo recente, o qual analisou 622 participantes, com idade mediana de 14 anos e apontou que 21,5% apresentavam dor no ombro.

 

“Quando passamos muito tempo olhando para o celular, principalmente com a cabeça inclinada para frente e os braços sem apoio, mantemos músculos e articulações em uma posição estática por muito tempo. Nos ombros, a sobrecarga pode se manifestar inicialmente como tensão, fadiga e dor na região próxima à escápula. Com a repetição desse padrão, a musculatura responsável pela estabilização e pelo movimento da escápula pode passar a trabalhar de maneira menos coordenada, interferindo na mecânica do ombro”, explicou o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC), Dr. Eduardo Malavolta.

 

O ortopedista lembra que o incômodo também merece atenção quando deixa de ser pontual. “Dor que persiste mesmo após interromper a atividade, piora progressivamente ou começa a limitar tarefas simples, como levantar o braço, alcançar objetos ou se vestir, pode indicar que o problema não está apenas relacionado à tensão momentânea. Nesses casos, a avaliação de um especialista é importante para identificar a origem da dor e evitar que ela se prolongue”, salientou.

 

Dicas

 

Pequenas mudanças na rotina podem ajudar a reduzir a sobrecarga sobre a região. Evitar permanecer longos períodos na mesma posição, fazer pausas ao longo do dia e buscar manter o celular em uma altura que não exija uma inclinação constante da cabeça são algumas medidas simples. “Intercalar períodos de uso com pausas e movimentação é importante para evitar que a musculatura permaneça sob tensão durante horas”, disse.

“O celular faz parte da nossa rotina e não é preciso deixar de usá-lo. A questão está em incorporar alguns cuidados ao hábito, para que a tecnologia facilite o dia a dia sem cobrar um preço do corpo”, concluiu.

Geral: Quadrilhas encontram novas formas de driblar a segurança em condomínios

 IA


Radiografia da Notícia

Em todos os casos, a portaria era eletrônica

Redação/Hourpress

Casos envolvendo invasões a condomínios para furtos têm trazido um alerta para a necessidade de reforço na segurança desses espaços, especialmente diante de estratégias cada vez mais sofisticadas utilizadas pelos criminosos. Brechas em processos, procedimentos e, principalmente, o fator humano, geram vulnerabilidade e abrem caminho para a ação de criminosos.

 

Recentemente, ganhou repercussão na mídia a atuação de uma quadrilha que identificou falhas na segurança e furtou apartamentos de luxo em oito estados. Em todos os casos, a portaria era eletrônica.

 

Diante da situação, a pergunta que fica é: a tecnologia falhou? “Na maioria dos casos, não. O que falha é a ausência de uma estrutura completa que una pessoas, processos e tecnologia em uma única engrenagem. Quando um desses pilares enfraquece, a segurança inteira fica comprometida”, ressaltou o diretor da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), Bernardo Abdalla Criscuolo.


Camada

 

Para condomínios que sofrem com o alto custo da portaria presencial, a portaria virtual surge como uma alternativa eficiente. Ela oferece atendimento contínuo, controle de acesso rigoroso, cadastros seguros de moradores, visitantes e prestadores, além do registro de todas as demandas, desde entregas até deliveries, em um sistema único e auditável. Quando bem implementada, é uma evolução que supera em muito o modelo tradicional, tanto na operação quanto no resultado financeiro do condomínio.

 

“A camada tecnológica de uma portaria virtual precisa ser pensada como um sistema de defesa em anel, analisado do perímetro até as unidades. A segurança não pode ter vulnerabilidades, e cada ponto precisa estar coberto”, afirmou.

 

Bernardo explica que, no perímetro externo, câmeras com Inteligência Artificial são capazes de identificar veículos não cadastrados, pessoas perambulando pelo entorno ou permanecendo em áreas restritas por tempo prolongado, comportamento clássico de quem está estudando a rotina antes de agir.


Facial

 

Nas clausuras e acessos, entram sensores de presença, leitores de placas, controle de portas com travamento automático e reconhecimento facial. Na circulação interna, câmeras inteligentes se mantêm interligadas em tempo real à central de atendimento. E nas unidades, o morador conta com interfones digitais, QR Code para delivery e convite facial para visitantes previamente autorizados.

 

O diretor da AABIC completa que recursos como integração com Apple CarPlay, Android Auto e aplicativos cada vez mais intuitivos elevam a experiência do morador e facilitam o dia a dia. No entanto, ele pontua: a tecnologia é meio, nunca fim. “Ela entrega dados, registra eventos e ajuda a antecipar anomalias, mas quem decide e age são pessoas preparadas. Nenhuma tecnologia substitui uma equipe bem treinada. Uma central de portaria virtual exige liderança presente 24 horas, com capacidade de decisão rápida diante de eventos críticos. O atendimento precisa estar dentro do SLA (Service Level Agreement, ou Acordo de Nível de Serviço) contratado, e o mercado entende como aceitável responder o morador em até três toques do interfone. Ultrapassar esse limite já é um sinal de alerta”, destacou.

 

O investimento em treinamento constante também é fundamental. “Ter uma equipe de qualidade responsável por capacitar, reciclar e trazer temas relevantes que impactam o setor condominial, principalmente os assuntos ligados à segurança, é o que separa uma operação amadora de uma operação profissional. O departamento de qualidade é o responsável por nivelar o time operacional para que todos falem a mesma língua e tenham a mesma visão de segurança. Quando o padrão é único, o risco de falha por improviso cai drasticamente”, finalizou.

Geral: Quais sinais de alerta para o Alzheimer?

 IA

Radiografia da Noticia

Nem toda alteração cognitiva, porém, está relacionada ao Alzheimer

Redação/Hourpress

Esquecer algo de vez em quando ou precisar de um pouco mais de tempo para se lembrar de uma informação pode fazer parte do envelhecimento. O sinal de alerta surge quando essas mudanças se tornam frequentes ou intensas e começam a interferir na rotina e na autonomia. Durante o Setembro Lilás, mês de conscientização sobre a doença de Alzheimer e outras demências, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) reforça a importância de investigar alterações cognitivas persistentes.
 

“A maioria das funções cognitivas decai com a idade. No entanto, apesar disso, é possível manter a autonomia e a independência. É importante investigar quando a piora cognitiva é exuberante, exagerada ou quando essa perda cursa com dependência para realizar atividades às quais a pessoa estava acostumada”, explica Ivan Aprahamian, geriatra e psiquiatra, professor livre-docente e diretor científico da SBGG.
 

Nem toda alteração cognitiva, porém, está relacionada ao Alzheimer. Depressão, transtornos do sono, descompensação de doenças, efeitos de medicamentos, deficiências vitamínicas e até o uso abusivo de álcool podem afetar a cognição. Por isso, identificar o que mudou e investigar a causa é fundamental.


Vida
 

Na apresentação mais comum do Alzheimer, os primeiros sinais costumam estar relacionados à memória recente. “Frente a uma apresentação típica da doença, que perfaz 90% dos casos, vemos perda de memória verbal recente, ou seja, esquecimento de fatos ou eventos atuais. Em fases iniciais observamos confusões mentais com eventos, ocorrências recentes na vida daquela pessoa e desorientações espaciais e temporais”, esclareceu Ivan.
 

Com a evolução da doença, outras funções cognitivas também podem ser afetadas, incluindo linguagem, orientação, comportamento, planejamento e capacidade de tomar decisões. “Quando os esquecimentos se tornam mais frequentes e intensos em um intervalo curto de tempo, é importante olhar com cautela para a possibilidade de uma alteração patológica”, afirma Laiss Bertola, psicóloga, neuropsicóloga e 2ª vice-presidente de Gerontologia da SBGG-MG.
 

Diagnóstico precoce ajuda a planejar o cuidado
 

Identificar o Alzheimer nas fases iniciais permite organizar o cuidado e envolver a família nas decisões. “O diagnóstico precoce ainda é importante. Não pelo fato de termos alguns tratamentos sofisticados, caros e de longo prazo, mas por podermos nos planejar como família. A doença tem um impacto brutal em nossas vidas e exige muita resiliência de todos os envolvidos”, contextualiza Ivan.
 

O diagnóstico, porém, não significa interromper as atividades que fazem parte da vida da pessoa. Dentro das possibilidades de cada indivíduo, manter uma rotina ativa, com estímulos cognitivos e vínculos sociais, pode favorecer o bem-estar e a participação no cotidiano. “Já temos muitas evidências de que as intervenções não farmacológicas são importantes para manutenção de qualidade de vida, de autonomia e independência, sempre pelo maior tempo possível dentro da capacidade daquela pessoa”, destacou Laiss.
 

Cuidado vai além do diagnóstico
 

O acompanhamento da pessoa com Alzheimer deve considerar não apenas os aspectos clínicos da doença, mas também sua funcionalidade, rotina, relações e ambiente. A atuação conjunta de diferentes profissionais contribui para um cuidado mais amplo e individualizado. O geriatra atua no manejo amplo do quadro clínico e das condições de saúde, enquanto profissionais da Gerontologia contribuem para aspectos relacionados à funcionalidade, rotina, adaptação e qualidade de vida.
 

“O cuidado da pessoa com demência é multifatorial, exige múltiplos profissionais de diferentes áreas. Devemos ter um olhar que seja realmente mais biopsicossocial da pessoa com demência, no seu ambiente, no seu ecossistema e no seu sistema familiar”, pontuou Laiss.
 

Além do acompanhamento adequado, o controle de fatores de risco ao longo da vida também é importante para a saúde cerebral. Hipertensão, diabetes, obesidade, depressão, colesterol elevado, tabagismo, sedentarismo, perda auditiva e baixa atividade intelectual e social estão entre os fatores que merecem atenção. “Tratar esses fatores é fundamental. Sempre colocarmos nosso cérebro para trabalhar, ser desafiado com nossos aprendizados é um bom remédio”, reforçou Ivan.
 

Túnel do Tempo: Estreia de "O mágico de OZ"

 


Redação/Hourpress

Em 12 de setembro de 1939  estreia “O Mágico de Oz”, de Victor Fleming, um dos primeiros filmes a cores da história do cinema.