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segunda-feira, 1 de junho de 2015
Radiografia de Sampa: Rua Xavier Curado
Luís Alberto Alves
Joaquim Xavier Curado, Conde de São João das
Duas Barras, nasceu na Vila de Meia-Ponte, Goiás, em 1º de março de 1743.
Alistou-se no Exército com apenas 20 anos de idade, seguindo em 1774 para o
Sul, durante a invasão espanhola das províncias Cisplatinas. Em 1800, foi
elevado a Coronel e provedor de D. Catarina.
Como Marechal de Campo seguiu para Buenos
Aires e em 1811 invadiu a Banda Oriental com duas colunas do Exército.
Promovido a Tenente- General em 1813, fez a Campanha contra Artigas.
Foi governador das Armas da Côrte, deputado à
Assembléia Legislativa pela província de Santa Catarina, Conselheiro de Guerra,
membro do conselho Supremo Militar e Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial.
Também Grã-Cruz da ordem do Cruzeiro,
comendador da Ordem de São Bento de Aviz e de várias outras. Possuía também as
medalhas das campanhas de 1811 e 1815. Faleceu em 15 de setembro de 1830. A Rua
Xavier Curado (foto) fica no Ipiranga, Zona Sul de SP.
Política: Câmara cria seguro para pagamento de direitos trabalhistas
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O Projeto de Lei precisará sem aprovado no Congresso Nacional |
Redação
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de
Lei 7/15, do deputado Ricardo Barros (PP-PR), que cria um seguro obrigatório
para garantia de pagamento de direitos trabalhistas. A proposta modifica o
Decreto-Lei 73/66, que regula o setor de seguros e cria diversos seguros
obrigatórios, como para viagens aéreas e construções de imóveis.
Pela proposta, esse seguro cobriria as
despesas de empresas com o pagamento de indenizações relativas a direitos
trabalhistas decorrentes de sentenças judiciais transitadas em julgado. O seguro
não cobriria acordos e outras decisões extrajudiciais.
Para Barros, essa seria também uma maneira de
desestimular os acordos na esfera trabalhista, que acabam forçando empresas a
pagarem para se verem livres de processos trabalhistas indevidos, porque
continuar a ação é às vezes mais caro. “Ganhariam as empresas pela
possibilidade que teriam de concentrar seus esforços em suas atividades-fim.
Por sua vez, ficariam os empregados também mais garantidos quanto aos direitos
trabalhistas que, eventualmente, tivessem que questionar na esfera judicial”,
destaca.
Tramitação
A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Política: CPI do Futebol enfrenta fila na Câmara dos Deputados
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O cartola José Maria Marin é um dos visados nesta CPI |
Redação
Depois da prisão na Suíça de sete dirigentes
da Federação Internacional de Futebol (Fifa), acusados de crimes como fraude,
suborno e formação de quadrilha, o deputado João Derly (PCdoB-RS) apresentou
requerimento para a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar
as denúncias.
A operação foi liderada pelo FBI (a polícia
federal dos EUA) em parceria com a polícia suíça para averiguar o esquema de
corrupção na Fifa, no montante inicial de 150 milhões de dólares. Três
brasileiros estariam envolvidos, conforme o Departamento de Justiça dos Estados
Unidos. Um dos detidos na operação em Zurique é José Maria Marin, ex-presidente
da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Ao justificar o pedido de criação da CPI da
Máfia do Futebol, o deputado João Derly, que foi bicampeão mundial de judô,
sustentou que são fartas as evidências de que o futebol brasileiro está
contaminado com negociatas ilegais, como pagamento de propina para realização
de contratos. Ele citou o caso da empresa Traffic, suspeita de pagar a José
Maria Marin e a outros dois dirigentes da CBF R$ 2 milhões por ano pelos direitos
de transmissão da Copa do Brasil.
CPI mista
O deputado afirmou que a ideia inicial era criar uma CPI mista, composta de deputados e senadores, por conta da lista de espera que existe para a instalação de uma CPI na Câmara – existem outros dez pedidos de CPIs na frente.
O deputado afirmou que a ideia inicial era criar uma CPI mista, composta de deputados e senadores, por conta da lista de espera que existe para a instalação de uma CPI na Câmara – existem outros dez pedidos de CPIs na frente.
J oão Derly disse, no entanto, que a
CPI mista não está descartada. "Infelizmente, o senador Romário manteve
uma CPI lá no Senado. Então, achamos oportuno protocolar [um pedido de CPI na
Câmara] e estamos avaliando se vamos buscar novas assinaturas para fazer uma
CPMI."
O presidente
da Câmara, Eduardo Cunha, lembrou que a fila de criação de CPIs na Casa deve
ser respeitada. Segundo o presidente, a melhor saída é uma comissão parlamentar
mista de inquérito. Nesse caso, com um terço de assinaturas da Câmara e do
Senado, a instalação da CPI mista é automática. Para Eduardo Cunha, esse é o
caminho mais provável, se houver interesse nas duas casas legislativas.
Variedades: Feriado de Corpus Christi na Praia do Forte
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Praia do Forte é boa pedida para este feriado |
Redação
Curtir o sol em pleno mês de junho cercado por
natureza e todo o conforto com direito à almoços dignos de beach clubs
europeus. Essa é a proposta do Tivoli Ecoresort Praia do Forte e do Paris 6
para o feriado de Corpus Christi e para a semana dos namorados.
De 4 a 14 de junho, o resort recebe o menu assinado por Isaac Azar, proprietário do bistrô Paris 6, nos almoços servidos no restaurante À Sombra do Coqueiral. O restaurante, que tem vista para a icônica piscina de borda infinita de frente para o mar, é o cenário ideal para promover o clima de descontração dos badalados clubs europeus.
Entre as opções do menu do famoso bistrô servidas no resort destacam-se o Grand Salade Tropicale de Saumon a "Kleber Toledo", Risotto de Morue a "Fernando Meirelles", e o já consagrado Grand Gateau a "Paloma Bernardi".
Para o feriado de Corpus Christi, que ocorre em 4 de junho, o hotel oferece desconto de 10% para o pacote com mínimo de três diárias.
Com 12 quilômetros de areias brancas, 30 hectares de jardins, oito piscinas e todos os quartos e suítes voltados para o mar, o resort ainda conta com o Thalasso Spa, com massagens exclusivas e espaço de relaxamento completo. Informações e reservas: Tivoli Ecoresort Praia do Forte
Tel: 55 (71) 3676 4000 ou 55 (11) 3146 6540
E-mail: reservas.htpf@tivolihotels.com
www.tivolihotels.com
De 4 a 14 de junho, o resort recebe o menu assinado por Isaac Azar, proprietário do bistrô Paris 6, nos almoços servidos no restaurante À Sombra do Coqueiral. O restaurante, que tem vista para a icônica piscina de borda infinita de frente para o mar, é o cenário ideal para promover o clima de descontração dos badalados clubs europeus.
Entre as opções do menu do famoso bistrô servidas no resort destacam-se o Grand Salade Tropicale de Saumon a "Kleber Toledo", Risotto de Morue a "Fernando Meirelles", e o já consagrado Grand Gateau a "Paloma Bernardi".
Para o feriado de Corpus Christi, que ocorre em 4 de junho, o hotel oferece desconto de 10% para o pacote com mínimo de três diárias.
Com 12 quilômetros de areias brancas, 30 hectares de jardins, oito piscinas e todos os quartos e suítes voltados para o mar, o resort ainda conta com o Thalasso Spa, com massagens exclusivas e espaço de relaxamento completo. Informações e reservas: Tivoli Ecoresort Praia do Forte
Tel: 55 (71) 3676 4000 ou 55 (11) 3146 6540
E-mail: reservas.htpf@tivolihotels.com
www.tivolihotels.com
Variedades: Cantor Chico César crítica agronegócio em música
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Protesto em forma de música |
Redação
Ó donos do agrobiz, ó reis do agronegócio,
Ó produtores de alimentos com veneno,
Vocês que aumentam todo ano sua posse,
E que poluem cada palmo de terreno,
E que possuem cada qual um latifúndio,
E que destratam e destroem o ambiente,
De cada mente de vocês olhei no fundo
E vi o quanto cada um, no fundo, mente.
Vocês desterram povaréus ao léu que erram,
E não empregam tanta gente como pregam.
Vocês não matam nem a fome que há na Terra,
Nem alimentam tanto a gente como alegam.
É o pequeno produtor que nos provê e os
Seus deputados não protegem, como dizem:
Outra mentira de vocês, Pinóquios véios.
Vocês já viram como tá o seu nariz, hem?
Vocês me dizem que o Brasil não desenvolve
Sem o agrebiz feroz, desenvolvimentista.
Mas até hoje na verdade nunca houve
Um desenvolvimento tão destrutivista.
É o que diz aquele que vocês não ouvem,
O cientista, essa voz, a da ciência.
Tampouco a voz da consciência os comove.
Vocês só ouvem algo por conveniência.
Para vocês, que emitem montes de dióxido,
Para vocês, que têm um gênio neurastênico,
Pobre tem mais é que comer com agrotóxico,
Povo tem mais é que comer, se tem transgênico.
É o que acha, é o que disse um certo dia
Miss Motosserrainha do Desmatamento.
Já o que acho é que vocês é que deviam
Diariamente só comer seu “alimento”.
Vocês se elegem e legislam, feito cínicos,
Em causa própria ou de empresa coligada:
O frigo, a múlti de transgene e agentes químicos,
Que bancam cada deputado da bancada.
Até comunista cai no lobby antiecológico
Do ruralista cujo clã é um grande clube.
Inclui até quem é racista e homofóbico.
Vocês abafam mas tá tudo no YouTube.
Vocês que enxotam o que luta por justiça;
Vocês que oprimem quem produz e quem preserva;
Vocês que pilham, assediam e cobiçam
A terra indígena, o quilombo e a reserva;
Vocês que podam e que fodem e que ferram
Quem represente pela frente uma barreira,
Seja o posseiro, o seringueiro ou o sem-terra,
O extrativista, o ambientalista ou a freira.
Vocês que criam, matam cruelmente bois,
Cujas carcaças formam um enorme lixo;
Vocês que exterminam peixes, caracóis,
Sapos e pássaros e abelhas do seu nicho;
E que rebaixam planta, bicho e outros entes,
E acham pobre, preto e índio “tudo” chucro:
Por que dispensam tal desprezo a um vivente?
Por que só prezam e só pensam no seu lucro?
Eu vejo a liberdade dada aos que se põem
Além da lei, na lista do trabalho escravo,
E a anistia concedida aos que destroem
O verde, a vida, sem morrer com um centavo.
Com dor eu vejo cenas de horror tão fortes,
Tal como eu vejo com amor a fonte linda –
E além do monte o pôr-do-sol porque por sorte
Vocês não destruíram o horizonte… Ainda.
Seu avião derrama a chuva de veneno
Na plantação e causa a náusea violenta
E a intoxicação “ne” adultos e pequenos –
Na mãe que contamina o filho que amamenta.
Provoca aborto e suicídio o inseticida,
Mas na mansão o fato não sensibiliza.
Vocês já não ´tão nem aí co´aquelas vidas.
Vejam como é que o Ogrobiz desumaniza…:
Desmata Minas, a Amazônia, Mato Grosso…;
Infecta solo, rio, ar, lençol freático;
Consome, mais do que qualquer outro negócio,
Um quatrilhão de litros d´água, o que é dramático.
Por tanto mal, do qual vocês não se redimem;
Por tal excesso que só leva à escassez –
Por essa seca, essa crise, esse crime,
Não há maiores responsáveis que vocês.
Eu vejo o campo de vocês ficar infértil,
Num tempo um tanto longe ainda, mas não muito;
E eu vejo a terra de vocês restar estéril,
Num tempo cada vez mais perto, e lhes pergunto:
O que será que os seus filhos acharão de
Vocês diante de um legado tão nefasto,
Vocês que fazem das fazendas hoje um grande
Deserto verde só de soja, de cana ou de pasto?
Pelos milhares que ontem foram e amanhã serão
mortos pelo grão-negócio de vocês;
Pelos milhares dessas vítimas de câncer,
De fome e sede, e fogo e bala, e de AVCs;
Saibam vocês, que ganham “cum” negócio desse
Muitos milhões, enquanto perdem sua alma,
Que a mim não faria falta se vocês morressem;
Saibam que não me causaria nenhum trauma.
(Chico César)
Ó produtores de alimentos com veneno,
Vocês que aumentam todo ano sua posse,
E que poluem cada palmo de terreno,
E que possuem cada qual um latifúndio,
E que destratam e destroem o ambiente,
De cada mente de vocês olhei no fundo
E vi o quanto cada um, no fundo, mente.
Vocês desterram povaréus ao léu que erram,
E não empregam tanta gente como pregam.
Vocês não matam nem a fome que há na Terra,
Nem alimentam tanto a gente como alegam.
É o pequeno produtor que nos provê e os
Seus deputados não protegem, como dizem:
Outra mentira de vocês, Pinóquios véios.
Vocês já viram como tá o seu nariz, hem?
Vocês me dizem que o Brasil não desenvolve
Sem o agrebiz feroz, desenvolvimentista.
Mas até hoje na verdade nunca houve
Um desenvolvimento tão destrutivista.
É o que diz aquele que vocês não ouvem,
O cientista, essa voz, a da ciência.
Tampouco a voz da consciência os comove.
Vocês só ouvem algo por conveniência.
Para vocês, que emitem montes de dióxido,
Para vocês, que têm um gênio neurastênico,
Pobre tem mais é que comer com agrotóxico,
Povo tem mais é que comer, se tem transgênico.
É o que acha, é o que disse um certo dia
Miss Motosserrainha do Desmatamento.
Já o que acho é que vocês é que deviam
Diariamente só comer seu “alimento”.
Vocês se elegem e legislam, feito cínicos,
Em causa própria ou de empresa coligada:
O frigo, a múlti de transgene e agentes químicos,
Que bancam cada deputado da bancada.
Até comunista cai no lobby antiecológico
Do ruralista cujo clã é um grande clube.
Inclui até quem é racista e homofóbico.
Vocês abafam mas tá tudo no YouTube.
Vocês que enxotam o que luta por justiça;
Vocês que oprimem quem produz e quem preserva;
Vocês que pilham, assediam e cobiçam
A terra indígena, o quilombo e a reserva;
Vocês que podam e que fodem e que ferram
Quem represente pela frente uma barreira,
Seja o posseiro, o seringueiro ou o sem-terra,
O extrativista, o ambientalista ou a freira.
Vocês que criam, matam cruelmente bois,
Cujas carcaças formam um enorme lixo;
Vocês que exterminam peixes, caracóis,
Sapos e pássaros e abelhas do seu nicho;
E que rebaixam planta, bicho e outros entes,
E acham pobre, preto e índio “tudo” chucro:
Por que dispensam tal desprezo a um vivente?
Por que só prezam e só pensam no seu lucro?
Eu vejo a liberdade dada aos que se põem
Além da lei, na lista do trabalho escravo,
E a anistia concedida aos que destroem
O verde, a vida, sem morrer com um centavo.
Com dor eu vejo cenas de horror tão fortes,
Tal como eu vejo com amor a fonte linda –
E além do monte o pôr-do-sol porque por sorte
Vocês não destruíram o horizonte… Ainda.
Seu avião derrama a chuva de veneno
Na plantação e causa a náusea violenta
E a intoxicação “ne” adultos e pequenos –
Na mãe que contamina o filho que amamenta.
Provoca aborto e suicídio o inseticida,
Mas na mansão o fato não sensibiliza.
Vocês já não ´tão nem aí co´aquelas vidas.
Vejam como é que o Ogrobiz desumaniza…:
Desmata Minas, a Amazônia, Mato Grosso…;
Infecta solo, rio, ar, lençol freático;
Consome, mais do que qualquer outro negócio,
Um quatrilhão de litros d´água, o que é dramático.
Por tanto mal, do qual vocês não se redimem;
Por tal excesso que só leva à escassez –
Por essa seca, essa crise, esse crime,
Não há maiores responsáveis que vocês.
Eu vejo o campo de vocês ficar infértil,
Num tempo um tanto longe ainda, mas não muito;
E eu vejo a terra de vocês restar estéril,
Num tempo cada vez mais perto, e lhes pergunto:
O que será que os seus filhos acharão de
Vocês diante de um legado tão nefasto,
Vocês que fazem das fazendas hoje um grande
Deserto verde só de soja, de cana ou de pasto?
Pelos milhares que ontem foram e amanhã serão
mortos pelo grão-negócio de vocês;
Pelos milhares dessas vítimas de câncer,
De fome e sede, e fogo e bala, e de AVCs;
Saibam vocês, que ganham “cum” negócio desse
Muitos milhões, enquanto perdem sua alma,
Que a mim não faria falta se vocês morressem;
Saibam que não me causaria nenhum trauma.
(Chico César)
Variedades: Cine Sesc apresenta diversos filmes na Mostra Além do Circuito
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Filme Minha Irmã é um dos destaques |
Redação
A mostra traz filmes estrangeiros quase
inéditos no circuito paulista, ou seja, filmes que não foram lançados
comercialmente. De 4/6 a
10/6. Segundas, terças e quintas - R$ 17 (inteira); R$ 8,50 (+60 anos, estudante e
professor da rede pública de ensino); R$ 5 (trabalhador no comércio de bens,
serviços e turismo matriculado no Sesc).
Quartas-feiras - R$ 12 (inteira); R$ 6 (+60 anos, estudante e professor
da rede pública de ensino); R$ 3,50 (trabalhador no comércio de bens, serviços
e turismo matriculado no Sesc).
Sexta, Sábados, domingos e feriados - R$ 20 (inteira); R$ 10 (+60 anos, estudante e professor
da rede pública de ensino); R$ 6 (trabalhador no comércio de bens, serviços e
turismo matriculado no Sesc).
Feito Gente Grande (Dir.: Carine Tardieu, França, 2012, 89 min., 12 anos)
Com Agnès Jaoui, Denis Podalydès,
Isabelle Carré e Isabella Rossellini.
Dividida entre seus pais, que a enchem de amor e de
almôndegas, Rachel, 9 anos, conta os minutos que a separam da liberdade. Até o
dia em que seu caminho cruza o da intrépida Valérie.
Quinta-feira, 4/6, às 15h.
Sábado, 6/6, às 17h.
Uma Dama em Paris (Dir.: Ilmar Raag, França/Estônia, 2012, 94min., 12 anos). Com Jeanne Moreau, Laine Mägi e
Patrick Pineau.
Anne deixa seu país no Norte para ir à Paris como
cuidadora de Frida, uma senhora que chegou na França antes da guerra em busca
de romance e liberdade. Anne logo percebe que não é bem-vinda. Tudo que Frida
quer da vida é a atenção de Stéphane, seu jovem amante de outros tempos.
Stéphane, entretanto, está desesperado para que Anne fique e cuide de Frida,
mesmo contra a vontade dela. Nesse conflito de estranhos, Anne encontrará seu
próprio caminho.
Quinta-feira, 4/6, às 17h.
Sábado, 6/6, às 19h.
Quarta-feira, 10/6, às 21h.
Querida, Vou Comprar Cigarros e Já Volto (Dir.: Mariano Cohn, Gastón Duprat, Argentina, 2011,
80min., 12 anos)
Com Emilio Disi, Eusebio Poncela eDaríoLopilato.
Ernesto Zambrana tem cerca de 70 anos quando recebe uma
proposta muito bizarra de uma criatura misteriosa: um milhão de dólares para
ele voltar a viver 10 anos de algum período de seu passado com a mente que ele
tem hoje.
Quinta-feira, 4/6, às 19h.
Domingo, 7/6, às 15h.
Quarta-feira, 10/6, às 16h30.
A Criada (Dir.:
Sebastián Silva, Chile, 2009, 96 min., 12 anos)
Com Catalina Saavedra.
Raquel trabalha há 23 anos como criada na casa dos Valdês,
uma abastada família da capital do Chile. Um dia, sua patroa Pilar decide
contratar outra moça para ajudar Raquel. Porém, ao sentir seu lugar ameaçado
arma planos cruéis para afugentar as novatas. Quando Lucy assume o posto, seu
jeito brincalhão e sensível consegue penetrar na couraça de Raquel,
transformando seu modo de ver a vida.
Quinta-feira, 4/6, às 21h.
Sábado, 6/6, às 15h.
Terça-feira, 9/6, às 17h.
O Olhar Invisível (Dir.: Diego Lerman, Argentina/França/Espanha, 2010,
95min., 12 anos). Com Julieta Zylberberg, Osmar Nuñez e Marta Lubos.
Buenos Aires, março de 1982. Nas ruas da capital
argentina, o povo está desafiando a ditadura militar. Maria Teresa é
supervisora no Colégio Nacional, uma escola tradicional que forma a elite
local. Ela tem 23 anos e quer fazer as coisas da maneira correta. Sr. Biasutto,
diretor do estabelecimento, percebe o talento de sua zelosa funcionária e a
ensina a ser o olhar invisível: aquele que tudo vê, sem ser visto por ninguém.
Em sua vigilância implacável, Maria Teresa vê seu pequeno mundo ruir.
Selecionado para a Quinzena de Realizadores do Festival de
Cannes 2010.
Sexta-feira, 5/6, às 15h.
Sábado, 6/6, às 21h.
Segunda-feira, 8/6, às 17h.
Juntos Para Sempre (Dir.: Pablo Solarz, Argentina, 2011, 101min., 12 anos)
Com Peto Menahen e Florencia Peña.
O prestigiado roteirista Gross vive em um mundo de ficção.
Ele acaba de ter uma ideia genial para seu próximo roteiro e nem sequer a
confissão de infidelidade de sua mulher, Lucía, o abala. Desiludida, decide
abandoná-lo, mas Gross não perde tempo e no mesmo dia a substitui por Laura.
Pouco a pouco, ficção e realidade vão se misturando fazendo com que Gross não
perceba mais a diferença entre seu grande amor e uma cópia de segunda.
Sexta-feira, 5/6, às 17h.
Domingo, 7/6, às 21h.
Quarta-feira, 10/6, às 14h30.
18 Comidas (Dir.:
Jorge Coira, Espanha, Argentina, 2010, 107min., 12 anos)
Com Luis Tosar, Esperanza Pedreño e Victor Clavijo.
Em Santiago de Compostela, dezoito histórias se
entrecruzam. Um músico de rua reencontra sua antiga paixão. Dois amigos passam
o dia bêbados. Um homem cozinha enquanto espera por sua amada que nunca chega.
Dois homens tentam assumir seu relacionamento para o irmão de um deles. Uma
jovem quer algo mais em sua relação com um homem mais velho. Uma cozinheira
sonha em ser cantora. Um casal de idosos faz suas refeições silenciosamente. Um
imigrante da Macedônia anda perdido pela cidade. Diante de suas refeições,
estes personagens revelam os dramas de sua existência.
Sexta-feira, 5/6, às 19h.
Domingo, 7/6, às 17h.
Terça-feira, 9/6, às 15h.
Minha Irmã (Dir.:
Ursula Meyer, França/Suíça, 2012, 97 min., Livre)
Com Léa Seydoux e Kacey Mottet Klein.
Simon tem 12 anos e ganha a vida com pequenos roubos numa
estação de esqui na Suíça. Ele mora com sua irmã Louise nos pés da montanha, e
revende os equipamentos roubados para vizinhos do conjunto habitacional em que
vive. Mas Louise acaba de perder seu trabalho e passa a depender dos ganhos do
irmão. Sem se dar conta, ela se torna cada vez mais dependente dele.
Vencedor do Urso de Prata do Festival de Berlim 2012.
Sexta-feira, 5/6, às 21h.
Domingo, 7/6, às 19h.
Segunda-feira, 8/6, às 15h.
PRÉ-ESTREIA MOSTRA “PIO MARMAÏ”
A Mostra Pio Marmaï reúne os destaques da cinematografia
do artista, que aos 30 anos, já atuou em vinte longas metragens e tornou-se um
dos atores mais cortejados do cinema francês atual. Na terça-feira, Pio Marmaï
apresenta o filme “Beijei Uma Garota” e depois da sessão conversa com o público
na sala de cinema, e na quarta-feira apresenta um de seus filmes mais
reconhecidos, “Alyah”.
Beijei Uma Garota (Dir.: Noémie
Saglio e Maxime Govare, França, 2015, 90 min., 14 anos) – Sessão apresentada por Pio
Marmaï
Com: Pio Marmaï, Frank Gastambide,
Camille Cottin
Jéremie, 34 anos, surge em um
apartamento desconhecido ao lado de Adna, uma adorável sueca. O início de um
conto de fadas? Parece improvável, pois Jérémie está prestes a se casar com
Antoine.
Terça-feira, 9/6, às 19h30. R$ 17 (inteira); R$ 8,50 (+60 anos, estudante e professor
da rede pública de ensino); R$ 5 (trabalhador no comércio de bens, serviços e
turismo matriculado no Sesc).
Encontro com Pio Marmaï: O ator conversa com o público sobre sua carreira e o
cenário cinematográfico francês, na sala de cinema.
Terça-feira, 9/6, às 21h. Grátis
Alyah (Dir.: Elie Wajeman, França, 2011, 90 min., 14 anos) – Sessão apresentada por Pio
Marmaï
Com Pio Marmai, Cédric
Kahn, Adèle Haenel e Guillaume Gouix.
Alex, aos 27 anos de idade, tem a impressão de que não tem
feito nada com a sua vida. Ele fica sempre à sombra de seu irmão Isaac, que
sobrevive vendendo maconha. Alex vê uma válvula de escape quando seu primo lhe
diz que irá abrir um restaurante em Israel. Determinado, ele começa a juntar
algum dinheiro para acompanhar o parente no novo empreendimento, mas para
embarcar nessa nova vida ele terá de deixar tudo para trás, incluindo Paris,
sua amada cidade, Esther, sua velha paixão, Mathias, seu melhor amigo e Jeanne,
uma garota que ele acabou de conhecer.
Quarta-feira, 10/6, às 18h. R$ 12 (inteira); R$ 6 (+60 anos, estudante e professor da
rede pública de ensino); R$ 3,50 (trabalhador no comércio de bens, serviços e
turismo matriculado no Sesc).
Cineclubinho
Brinquedos no Sótão (Dir.: Jirí Barta. República Tcheca/Japão/França, 2009,
74min., Livre, Dublado)
Nesta preciosa animação, velhos brinquedos esquecidos em
um sótão vivem uma vida emocionante e unem suas forças para salvar uma
bonequinha sequestrada.
Domingo, 7/6, às 11h, Grátis. Ingressos 1h antes.
Cursos
O Ator no Cinema
O curso tem como objetivo discutir e investigar a
historiografia da interpretação para o cinema. Como se deu o uso de atores
profissionais e não profissionais no cinema silencioso, clássico e moderno; o
que muda das regras de atuação de um gênero a outro. As relações entre corpo e
dispositivo de filmagem específicas do cinema, e entre ator e espectador, ator
e diretor e ator e personagem, oriundas de outras formas de representação,
especialmente teatro e artes plásticas, também serão abordadas. Com Pedro Maciel
Guimarães.
Segundas-feiras, 8/6 e 15/6 e Terças-feiras, 9/6 e 16/6,
das 19h30 às 21h30. De R$ 12 a R$ 40.
Exposição
41º FESTIVAL SESC MELHORES FILMES.
O CineSesc apresenta no hall uma exposição com os
trabalhos do artista plástico, autor e ilustrador Marcelo Cipis.
Todos os dias, 14h às 21h30. Livre. Grátis.
Assinar:
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