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sexta-feira, 13 de março de 2020
Chumbo Quente: Coronavírus dá nocaute na economia
O coronavírus deu grande rasteira em vários setores da economia
Luis Alberto Alves/Hourpress
A regra básica do capital é
produção e consumo. Ninguém fabrica algo para não ser comprado. Mesmo o produto
mais banal, precisa de alguém no final da linha para gerar lucro. Essa lógica
começa a ser questionada pelo coronavírus.
Em diversos países, as pessoas
entraram em quarentena. O funcionário deixou de ir ao trabalho. Mesmo com o
forte processo de automação, qualquer máquina precisa de alguma pessoa para
ligar e avaliar qualquer erro que possa acontecer. Imagine a gigantesca indústria chinesa em marcha lenta,
derrubando o crescimento.
Durante décadas diziam que se
os Estados Unidos espirrassem, o
mundo ficaria gripado. Agora mudou: um resfriado da China pode provocar pneumonia na economia mundial. É o maior
mercado consumidor do planeta. Calcule a suspensão de um milionário contrato de
exportação para os chineses por
causa do coronavírus?
Ajuda
financeira
Outro problema grave é o custo
com as pessoas, empregadas, que ficarão de quarentena por causa do coronavírus. No Brasil, da era Bolsonaro, aonde os direitos
trabalhistas foram demonizados, para o crescimento da economia, que não saiu do
chão, o quadro pode ficar crítico.
Em Portugal, a serenidade mostrou algo diferente. O Conselho de
Ministros daquele país aprovou medidas de apoio à proteção social dos
trabalhadores e das suas famílias, como faltas justificadas para funcionários
que ficaram em casa para acompanhar filhos até 12 anos, apoio financeiro
excepcional para quem não pode ir ao serviço, nesta situação provocada pelo coronavírus, no valor de 66% da
remuneração.
A divisão deste apoio
financeiro fica dividida em 33% (empresa), 33% (Seguridade Social). O valor
desta ajuda financeira será de 1/3 da remuneração média. Portugal criou um apoio extraordinário de formação profissional, no
valor de 50% da remuneração do trabalhador até o limite do salário mínimo
(equivalente a R$ 3.543, 00) daquele país, acrescida do custo da formação, para
as situações dos trabalhadores sem ocupação em atividades produtivas por longo
tempo.
Bolsa
de Valores
O coronavírus deu grande rasteira em vários setores da economia. Nem
a indústria do entretenimento escapou. Diversos shows e turnês de artistas foram
cancelados. Partidas de futebol na Europa ocorrem sem torcida nos estádios. Viagens turísticas acabaram suspensas.
Hoteis sem
hóspedes significa ausência de dinheiro no caixa, assim como restaurantes
vazios, vai reduzir compras de produtos alimentícios. Transportadoras de caminhões vazios vão amargar prejuízos. O mesmo já começou ocorrer nas companhias
aéreas. Como manter o custo de uma tripulação impedida pelo coronavírus de entrar e colocar no ar
os aviões?
Em toda a cadeia produtiva, o
coronavírus bate forte. Nas Bolsas de
Valores, investidores retiram dinheiro. O valor das empresas cai impactando
no bolso dos acionistas. Afinal de contas, o lucro é dividido, agora o prejuízo
é outra conversa. Menos dinheiro nas Bolsas de Valores atingem em cheio a
economia de qualquer país.
UTIs
Por outro lado, a indústria do medo investe pesado contra
a população. O desconhecimento ajuda esfriar os relacionamentos. Muitos não
aceitam mais sair em grupo ou mesmo ficar junto no mesmo lugar. A regra é a solidão, como se a quarentena
resolvesse a situação. Resultado: aumento da depressão e quem sabe até de suicídios.
A rede pública de saúde em alguns países ficará sobrecarregada,
provocando jornada de trabalho excessiva a esta categoria. Portugal, por
exemplo, autorizou a contratação, emergencial, de médicos já aposentados para
atender à demanda. E os doentes crônicos, como ficarão nesta história? As UTIs,
disputadas a ouro, atenderão só casos de coronavírus
ou outras doenças?
No país considerado a Meca do
capitalismo, Estados Unidos, não
existe saúde pública. Só quem tem dinheiro pode acessar os hospitais. Se
aumentar muito os casos de coronavírus
entre os norte-americanos, eles ficarão abandonados? Donald Trump, sem
perceber, foi nocauteado pelo coronavírus!!!
Politica: PL aumenta pena de quem desobedecer medidas para conter doença contagiosa
Uma lei em vigor, aprovada pelo Congresso no mês passado, prevê a adoção de algumas medidas sanitárias de emergência por conta do coronavírus, como quarentena e fechamento de portos e aeroportos
Luis Alberto Alves/Hourpress/ Agência Câmara
O Projeto de Lei 601/20 aumenta a pena para quem desrespeitar medida sanitária preventiva, determinada pelo poder público para evitar a ocorrência ou o alastramento de doenças contagiosas, como o novo coronavírus (Covid-19) ou o sarampo.
Conforme o texto, que tramita na Câmara dos Deputados, a pena atual (
detenção de um mês a um ano, e multa) passará a ser de reclusão, de 1 a 4 anos, e multa.
A proposta altera o Código Penal, que tem um capítulo específico sobre crimes contra a saúde pública.
Para a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), autora do projeto, a pena atual está muito aquém da necessária para quem desrespeita medida sanitária preventiva. Isso acontece porque o crime é hoje visto como de menor potencial ofensivo. Em tempos de pandemia do novo coronavírus, segundo ela, essa visão tem que ser mudada.
“Não se pode esquecer que é ônus do Estado preservar a saúde da população, providenciando os meios indispensáveis a salvaguardar este direito social”, disse Hasselmann.
Tramitação
A proposta ainda será despachada para análise das comissões da Câmara.
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Politica: Projeto assegura reembolsos sem taxas em caso de epidemia ou pandemia
O consumidor poderá optar por receber do transportador e do prestador do serviço hoteleiro
Luis Alberto Alves/Hourpress/Agência Câmara
O Projeto de Lei 613/20 assegura ao consumidor o direito de receber de volta, sem cobrança de taxas, o valor pago antecipadamente por serviço não utilizado de hospedagem ou transporte (aéreo ou em embarcação) em caso de epidemia no local de destino ou de pandemia decretada pela Organização Mundial de Saúde.
O texto em análise na Câmara dos Deputados altera o Código Brasileiro de Aeronáutica e a Lei Geral do Turismo.
O consumidor poderá optar por receber do transportador e do prestador do serviço hoteleiro créditos equivalentes ao valor pago, que deverão, neste caso, ser utilizados em até 24 meses. As mesmas regras se aplicam a pacotes de viagens comprados de agentes de viagens.
Autor, o deputado Luciano Ducci (PSB-PR) argumenta que a legislação atual não prevê regras específicas para cancelamento e remarcação de passagens ou de reservas em hotéis em casos específicos, como de surtos de doenças. Ele cita surtos recentes de doenças, como os causados pelo Influenza A (H1N1), o Zika vírus e, neste momento, pelo novo coronavírus (Covid-19).
“Na prática comercial, se o consumidor solicita o cancelamento ou a remarcação do bilhete ou da reserva de hospedagem, ele tem direito ao reembolso com algum deságio ou mediante o pagamento de taxa”, observa Ducci. “Em casos de epidemia ou pandemia de doenças, entretanto, entendemos que essa situação merece ser tratada de maneira específica”, completou.
Tramitação
A proposta ainda será despachada para análise das comissões da Câmara.
Economia: Pesquisa aponta que 41% dos trabalhadores brasileiros desejam ter mais qualidade de vida neste ano
Levantamento do Núcleo de Estudos Sodexo aponta que, atualmente, apenas 12,4% dos profissionais recebem dias de folga
Redaçao/Hourpress
Um levantamento realizado em todo o Brasil pelo Núcleo de Estudos Sodexo, criado pela Sodexo Benefícios e Incentivos, aponta que 41% dos trabalhadores desejam ter mais qualidade de vida em 2020, sendo que, atualmente, apenas 12,4% dos profissionais recebem dias de folga e 8,5% têm horário flexível nas empresas em que atuam.
A pesquisa “Desejos do Trabalhador Brasileiro para 2020”, que coletou cerca de 57 mil respostas de trabalhadores durante o mês de janeiro de 2020, mostrou ainda que entre os demais desejos dos entrevistados para este ano, estão: ser promovido (31,1%), assumir novos desafios (31%), ser mais reconhecido (25,3%), receber um bônus maior (16%), abrir o próprio negócio (14%), trocar de emprego (7,4%), tirar um ano sabático para lazer ou estudos (4,3%), se aposentar (3,2%), arrumar um emprego (para os que não possuem) e outros (1,5%).
Ainda de acordo com o levantamento, quando questionados sobre que tipo de benefício gostariam de receber em 2020, os brasileiros escolheram: plano de saúde (29,4%); auxílio para cursos de aprimoramento profissional (25,3%); cursos de idiomas (21,7%), plano odontológico (21,2%), cartão combustível (18,1%), auxílio para prática de atividade física (16%), auxílio farmácia (15,7%), bônus (12,2%), descontos e parcerias (10,7%), auxílio creche e programas de apoio psicológico (9,2%),cartão refeição e alimentação (9%), cartão cultura (8,6%), massagem (8,5%), programas de educação financeira (8,3%), ginástica corporal (5,9%), previdência privada (5,6%), home office (5,2%), utilização de veículo da empresa (4,7%), nenhuma das alternativas (3,5%), happy hour (3,4%), vale-transporte (3%), dress code flexível (1,4%) e outros (1%).
“A partir do levantamento, pudemos verificar que apesar de a maioria das empresas oferecer uma boa oferta de benefícios para seus colaboradores, muitas ainda não se preocupam com itens essenciais para a promoção da qualidade de vida, como dias de folga e horários flexíveis de trabalho. A fim de ajudar a mudar este cenário, desde 2018, o Núcleo de Estudos Sodexo publica regularmente pesquisas sobre comportamento do trabalhador e do mercado, satisfação no trabalho e crescimento profissional, que podem nortear as companhias a mudar esta realidade”, explica Fernando Cosenza, vice-presidente de Marketing da Sodexo Benefícios e Incentivos.
Economia:Empresas devem adotar o home office para evitar contaminação do coronavírus, aconselha especialista
Diretor da Companhia de Estágio explica como iniciar esse processo, especialmente entre os estagiários
Redação/Hourpress
Nos últimos anos, o home office se tornou cada vez mais comum no mercado de trabalho, sendo um dos benefícios mais desejados pelos profissionais. Contudo, após a Organização Mundial da Saúde (OMS), declarar a epidemia do novo coronavírus como uma pandemia, várias empresas começaram a enxergar o trabalho remoto como uma necessidade para evitar a contaminação do vírus.
Mas, para as empresas que não costumam fazer home office ou não definiram processos claros para conseguir realizar a prática, podem ficar perdidas ao adotar a medida, porque há a necessidade de acompanhamento a distância, além de que, claro, nem todas as companhias possuem estrutura para tal mudança.
Estagiários também podem trabalhar de casa
Quando se trata de estagiários, a dúvida pode ser ainda maior, pois como acompanhar o trabalho deste colaborador, garantido o cumprimento da lei dessa categoria?
De acordo com o diretor da Companhia de Estágios, Tiago Mavichian, é necessário estar atento a alguns pontos para conseguir realizar o home office com os universitários. “A Lei do Estágio não cita claramente sobre a possibilidade de fazer home office, mas sabemos que oferecer essa flexibilidade é importante para todos. Entretanto, é necessário seguir algumas regras previstas na legislação. A primeira, é que o estagiário precisa ser supervisionado, e a tecnologia é uma grande aliada nessa questão. Isso pode ser feito por meio de vídeo chamadas, e-mails, telefone, WhatsApp, da maneira que os envolvidos entendam que a comunicação flui melhor. A segunda regra é que o horário também precisa ser cumprido, estagiários devem cumprir a mesma carga horária prevista no contrato. E a terceira e última regra é sobre as atividades que devem ser desenvolvidas que também estão previstas em contrato e são alinhadas de acordo com o curso do estudante. Independente do local, a legislação precisa ser cumprida”, explica Mavichian.
Aprendizes também podem trabalhar de casa
Os aprendizes podem nessa situação fazer home office também. O acompanhamento e supervisão funcionará da mesma forma dos estagiários. No caso dos aprendizes existe a capacitação (formação que deve acontecer uma vez por semana). A capacitação, nesse caso, pode ser suspensa ou feita de maneira remota, através do envio de atividades ou vídeo aula.
Para quem não consegue fazer home office...
Existem alguns setores que não conseguem fazer home office, mas há também gestores que são um pouco mais resistentes com relação a isso. Desse modo, Mavichian dá alguns conselhos. “O ideal é que todas aquelas que consigam fazer o trabalho remoto estejam dispostas a aderir a prática. Mas sabemos que não são todas as empresas que conseguem ou são mais abertas a isso, partindo disso é importante adotar outras medidas, como intensificar o trabalho de limpeza na empresa, comunicar os colaboradores a evitarem contato físico, em caso de resfriados orienta-los a permanecerem em casa e a comunicar o RH sobre, disponibilizar álcool gel, se possível, mudar a jornada de trabalho para que os colaboradores não peguem transporte público em horário de pico, e, claro, seguir todas as recomendações dos órgãos competentes em relação ao coronavírus”, finaliza.
Economia: Programa Redenção da Prefeitura de SP forma 250 beneficiários em cursos de Qualificação Profissional
Beneficiários são das regiões Central, Campo Belo e Heliópolis
Redaçao Hourpress
A Prefeitura de São Paulo realizou nesta sexta-feira, 13 de março, na Sala Olido, a entrega de certificados de conclusão de cursos profissionalizantes para 250 beneficiários do Programa Operação Trabalho – POT Redenção. Os participantes passaram por capacitação em áreas como higienização e limpeza, artes e empreendedorismo, reciclagem, panificação e confeitaria e serviços e reparos.
“O objetivo maior desta oportunidade que o POT proporciona é que essas pessoas possam retomar o protagonismo de suas vidas e sigam em busca de novas possibilidades retornando ao convívio da família e da sociedade. Oferecemos orientações e formações profissionais para que aumentem as chances de recolocação profissional e de geração de renda”, explica a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso.
Durante o evento, a secretária Aline Cardoso anunciou que a bolsa-auxílio dos beneficiários foi reajustada em 4,7%, passando para R$ 731,46, por quatro horas diárias de trabalho de segunda a sexta-feira.
“Todas as ações de infraestrutura encontradas nos equipamentos de acolhimento e na reformulação de protocolos de assistência social da Prefeitura, visam proporcionar o bem-estar dos beneficiários que precisam deste suporte para alcançar resultados como os vistos aqui. São 250 formandos e 28 deles que já estão no mercado de trabalho”, destaca o secretário executivo de Gestão de Projetos Estratégicos, Alexis Galias de Souza Vargas, da Secretaria de Governo.
O POT Redenção faz parte da Política Municipal sobre Álcool e Outras Drogas, que tem por objetivo auxiliar as pessoas na prevenção, atenção e reinserção social de usuários de álcool e outras drogas, em especial àqueles que se encontram em vulnerabilidade e risco social. O Programa Redenção começou em 2017 e tem atuação no Centro, Campo Belo, Freguesia do Ó/Brasilândia e Heliópolis.
“Além da conduta na área da saúde, é importante a capacitação para a autonomia dessas pessoas. É o tratamento ‘casado’ com o trabalho para dar novas perspectivas a quem está inserido no Programa Redenção”, disse o coordenador de Saúde do Programa Redenção, Artur Guerra.
O POT é um programa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, que, por meio de licitação, tem a Fundação Porta Aberta como gerenciadora dos beneficiários do Redenção.
“O trabalho junto aos beneficiários tem sido transformador. Unir esforços aos órgãos públicos em uma ação de impacto social como essa, que traz dignidade e faz a diferença na vida dos participantes é engrandecedor”, diz a presidente da Fundação Portas Abertas, Jacira Jacinto da Silva,
A entidade realiza a qualificação e o acompanhamento local dos beneficiários a fim de aprimorar o desenvolvimento dos cidadãos. O processo ocorre com o suporte dos CAPS - Centros de Atenção Psicossociais – Álcool e Drogas, da Secretaria Municipal da Saúde, e pelos equipamentos estaduais Cratod - Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas e Moradia Monitorada, que fazem a análise das condições do cidadão para ser inserido em atividades no âmbito do trabalho.
Durante o evento de formatura, Jackson Elson, ex-beneficiário do POT Redenção e agora trabalhando como assistente administrativo na Secretaria Estadual de Assistência Social, destacou a importância de aproveitar as oportunidades proporcionadas no programa. “Eu encarei essa chance de estar no POT como um trabalho, fiz dessa rotina um aprendizado para a vida. Além disso, as pessoas com quem convivi me levaram a conhecer outras possibilidades de buscar oportunidade no mercado. Participei de um processo seletivo rigoroso e hoje estou satisfeito desenvolvendo meu trabalho”, salienta.
Além de contar com a contribuição das equipes de saúde na inserção de novos beneficiários no Programa Operação Trabalho, os selecionados devem seguir os critérios já estabelecidos pelo POT como morar a pelo menos dois anos na capital, estar desempregado a mais de quatro meses, não receber seguro-desemprego ou outros benefícios sociais e ter renda familiar igual ou menor que meio salário mínimo.
Reajuste da bolsa-auxílio
Cerca de 1.900 pessoas que fazem parte dos Programas Operação Trabalho e Bolsa Trabalho da Prefeitura de São Paulo receberam neste mês um reajuste de 4,7% nos benefícios pagos pela administração municipal. O aumento no valor das bolsas é feito com base no salário mínimo.
“Essa reposição ajudará essas pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social. Essa bolsa é o primeiro passo para que esses cidadãos se restabeleçam e possam dar os primeiros passos rumo ao mercado de trabalho”, destaca a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso.
Atualmente, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho administra 11 projetos do Programa Operação Trabalho e Bolsa Trabalho, atendendo a população em vulnerabilidade social da capital, a partir dos 16 anos. Os projetos abrangem ações como cuidados em praças e parques, hortas, combate ao desperdício de alimentos, capacitação profissional nas áreas do audiovisual e de tecnologia, entre outros.
Com o reajuste, os beneficiários que estão inseridos nos projetos do POT com quatro horas de atividades passam a receber o auxílio de R$ 731,46, já para seis horas diárias o valor é de R$ 1.097,25.
No Programa Bolsa Trabalho, as pessoas atendidas no Projeto Juventude, Trabalho e Fabricação Digital, que contam com 90 horas/mês de qualificação receberão o benefício no valor de R$ 540,79, já as pessoas que cursam o projeto Luz, Câmera, Ação Social com 136 horas/mês receberão R$ 1.201,75.
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