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segunda-feira, 7 de outubro de 2019
Raio X de Sampa: Conheça a história da Avenida Lins de Vasconcelos
Ocupou a primeira presidência do Instituto de Advogados de São Paulo, do qual participou como um dos fundadores
Luís Alberto Alves/Hourpress
Luis de Oliveira Lins de Vasconcelos nasceu em Maceió (AL) em 12 de outubro de 1844 e faleceu em São Paulo em 16 de janeiro de 1916. Saiu de sua terra natal com 14 anos para estudar na capital paulista para conseguir se tornar advogado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco.
Ganhou destaque nesta área. Trabalhou para diversas empresas do setor de linhas de ferro e também do mercado financeiro. Foi nomeado presidente (cargo equivalente a governador) do Maranhão em 1879 e ali permaneceu até 1880. Ocupou a primeira presidência do Instituto de Advogados de São Paulo, do qual participou como um dos fundadores.
Foi um dos fundadores da Cia. Melhoramentos, em Caieiras (SP), em 1891, e da Companhia Viação Paulista, da Estrada de Ferro Bragantina, além de ser um rico empresário. Usou parte deste dinheiro em doações para Santa Casa de Misericórdia de SP e outras instituições de caridade.
A Avenida Lins de Vasconcelos (foto) percorria todo o loteamento de uma de suas propriedades, onde hoje existe o bairro do Cambuci, Centro Expandido, no seu traçado original que utilizava parte da antiga Estrada da Colônia da Glória até chegar à Estrada do Vergueiro.
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
Sindical: Centrais se dividem sobre alternativas para reforma sindical
Já nas alternativas ao financiamento sindical também há divergências
Redação Hourpress/Diap
Unânimes na posição contrária a um modelo de reforma sindical que possibilitaria até 1 sindicato por empresa, as centrais sindicais estão divididas sobre qual alternativa defenderão. Força e UGT defendem representatividade mínima dos sindicatos por categoria, em eventual fim da unicidade sindical. Já CTB, NCST, CGTB e CSB querem a continuidade do modelo atual, em que é permitido apenas 1 sindicato por categoria em cada cidade ou região. No portal Valor Econômico
A proposta de novo órgão bipartite para regular a estrutura sindical também tem relativo acordo entre as organizações. Já nas alternativas ao financiamento sindical também há divergências.
As centrais sindicais iniciaram discussão com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para chegar a uma proposta de reforma sindical negociada entre entidades patronais, de trabalhadores e o Congresso. A intenção é se antecipar à reforma em elaboração por grupo de trabalho formado pelo secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho (PSDB).
A Força Sindical defende que possa haver mais de 1 sindicato por categoria por região, mas mediante volume mínimo de representação da categoria, a ser definido. “Deve haver um prazo de transição entre o modelo atual e o modelo futuro”, diz Miguel Torres, presidente da Força, acrescentando que essa representação não seria feita por número de filiados, mas por número de trabalhadores que aceitarem a representação pelo sindicato nas campanhas salariais.
Ele propõe novo modelo de contribuição sindical, com adesão voluntária pelos trabalhadores no momento da campanha salarial. “Uma das propostas é que só tenha direito às negociações coletivas aquele trabalhador que financiar a campanha salarial. Quem não contribuir fica sem ser coberto pelas negociações”, sugere.
Para Torres, a proposta de reforma sindical em discussão pelo governo, que prevê pulverização da representação, com a possibilidade de criação de sindicatos por empresa, com base na Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), tem como objetivo acabar com o movimento sindical. “Essa proposta nós não aceitamos.”
Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), diz que a central não defende o fim da unicidade sindical, mas que as discussões tanto no Executivo, quanto no Congresso, estão tendendo nessa direção. O sindicalista defende então, nesse contexto, que os sindicatos tenham que ter representatividade mínima, como 10% da categoria entre seus filiados. Defende também contribuição negociada em assembleia por categoria e que as conquistas das negociações coletivas sejam válidas para todos.
“Temos uma reunião quarta-feira (2) na UGT para definir parâmetros mínimos e, no dia 17, haverá reunião do Rogério Marinho e o [secretário do Trabalho] Bruno Dalcomo com as centrais”, antecipa.
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), por sua vez, fecharam posição contrária ao fim da unicidade sindical, diz Adilson Araújo, presidente da CTB. A Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) também tem posicionamento público neste mesmo sentido.
“Se houver a possibilidade de pluralismo, toda vez que houver uma disputa sindical, as correntes perdedoras se acharão no direito de fundar uma nova entidade. É uma fragmentação muito forte do movimento sindical”, diz Antonio Neto, presidente da CSB. “Nos surpreende saber que o governo Bolsonaro está copiando todas as teses do PT e da CUT, que sempre defenderam a Convenção 87, o pluralismo sindical e contra a contribuição sindical.”
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) de fato defende historicamente essas posições, mas procurada pelo Valor disse que não comentaria o assunto.
Sindical: Alguns modelos de sindicatos estão com data para morrerem
Rapidamente, todas as atividades laborais passam a ser mediadas ou assistidas por máquinas e inteligência artificial. Em breve, e cada vez mais, as máquinas substituirão as atividades humanas e os humanos vão auxiliá-las.
*Clemente Ganz Lúcio
As empresas estão mudando a estrutura e a organização do sistema produtivo. A propriedade empresarial vai passando para novos acionistas, que estão ávidos pelo máximo lucro. Para isso, terceirizam riscos e custos. Novas tecnologias para a energia, a comunicação e o transporte criam condições inéditas para outra concepção de cadeia produtiva, de logística e de localização. O custo hora de 1 metalúrgico europeu é 25 vezes maior do que o de 1 metalúrgico argelino.
A inteligência artificial e a internet geram a possibilidade, em velocidade alucinante, de as máquinas ocuparem cada vez mais espaços nas atividades produtivas e passam a transformar em atividades econômicas todas as atividades humanas. A industrialização transforma, potencialmente, todas as atividades humanas em produção econômica e consumo.
Rapidamente, todas as atividades laborais passam a ser mediadas ou assistidas por máquinas e inteligência artificial. Em breve, e cada vez mais, as máquinas substituirão as atividades humanas e os humanos vão auxiliá-las.
As empresas, em velocidade estonteante, disputam mercados e aceleram mudanças para competir e ganhar o jogo da concorrência! Para isso, domínio da vanguarda tecnológica, velocidade e intensidade na redução de custos laborais. Máquinas no lugar de gente, sem custo e sem resistência.
A legislação trabalhista muda para proteger as empresas, assegurando que as mudanças ocorram sem que haja passivo trabalhista, sem mediação coletiva do sindicato. Formas flexíveis de contrato, jornada e remuneração, redução dos direitos dão às empresas a possibilidade de ajuste estrutural da força de trabalho para promover a presença crescente da máquina.
A inteligência artificial e a internet geram a possibilidade, em velocidade alucinante, de as máquinas ocuparem cada vez mais espaços nas atividades produtivas e passam a transformar em atividades econômicas todas as atividades humanas. A industrialização transforma, potencialmente, todas as atividades humanas em produção econômica e consumo.
Rapidamente, todas as atividades laborais passam a ser mediadas ou assistidas por máquinas e inteligência artificial. Em breve, e cada vez mais, as máquinas substituirão as atividades humanas e os humanos vão auxiliá-las.
As empresas, em velocidade estonteante, disputam mercados e aceleram mudanças para competir e ganhar o jogo da concorrência! Para isso, domínio da vanguarda tecnológica, velocidade e intensidade na redução de custos laborais. Máquinas no lugar de gente, sem custo e sem resistência.
A legislação trabalhista muda para proteger as empresas, assegurando que as mudanças ocorram sem que haja passivo trabalhista, sem mediação coletiva do sindicato. Formas flexíveis de contrato, jornada e remuneração, redução dos direitos dão às empresas a possibilidade de ajuste estrutural da força de trabalho para promover a presença crescente da máquina.
O novo sistema produtivo emerge no atual velho mundo e ganha dominância. Os sindicatos são sujeitos coletivos que nasceram e fizeram história nesse sistema produtivo que definha, morre e, ao mesmo tempo, se transforma. Os sindicatos que conhecemos definharão e morrerão junto com esse sistema produtivo.
Mas não é só isso. Os sindicatos devem ser intencionalmente colocados fora do jogo social para não atuarem e disputarem essa mudança econômica. O mundo do trabalho deve ser flexibilizado no limite do necessário, sem resistência.
Mas não é só isso. Os sindicatos devem ser intencionalmente colocados fora do jogo social para não atuarem e disputarem essa mudança econômica. O mundo do trabalho deve ser flexibilizado no limite do necessário, sem resistência.
A lógica dominante é sair do emprego para o trabalho, da proteção social para o assistência, do direito para o mérito. Há um novo jovem trabalhador sendo ideologicamente formado, avesso ao outro e à solidariedade, individualista e sem utopia para o futuro.
O sindicato de hoje não é a organização que produzirá a resposta dos trabalhadores para esse novo sistema produtivo; os dirigentes atuais não conhecem esse novo mundo do trabalho e não serão capazes de, sozinhos, produzir a resposta sindical necessária. Sindicatos e dirigentes têm enorme dificuldade para dialogar com esses novos trabalhadores e não os compreendem.
Dramaticamente, é urgente acordar! Esses sindicatos têm data marcada para morrer!
É essencial olhar para o futuro! Para ser protagonista das mudanças que possibilitem aos trabalhadores, desde já, serem sujeitos da história das novas e difíceis lutas que esse outro mundo do trabalho exigirá. A utopia que leva à mudança, orientada pela justiça social, precisa do fermento da criatividade e da ousadia da invenção.
Não sejamos os coveiros da luta! Sejamos semeadores, no solo social da transformação econômica, dos novos instrumentos e da nova organização para as lutas sociais e políticas que ainda não somos capazes de imaginar, mas que virão.
*Clemente Ganz Lúcio Sociólogo. É diretor-técnico do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos)
Economia: Exame de Suficiência para contabilistas tem 70% dos candidatos reprovados no Brasil
Com aumento de 7,5 pontos percentuais no número de reprovados, saiba quais obras podem te ajudar no processo de estudos
Redação/Hourpress
De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) o primeiro Exame de Suficiência do ano de 2019 teve, em média 70% de reprovação em todo o país, um aumento de cerca de 7,5 pontos percentuais no índice da última prova de 2018, em que 62,5% dos candidatos foram reprovados. Mesmo os estados com índices de aprovação mais altos, Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro, têm, respectivamente, 39%, 37% e 37% de aprovados.
Em Santa Catarina, dos 1.019 inscritos, somente 639 acertaram mais da metade da prova e passaram no Exame. Dentre os países com maior número de reprovados estão Amapá, com 85%, Mato Grosso, com 83%, e o Acre, com 82%. São Paulo teve somente 31% de seus inscritos aprovados: 2.796 alunos de 6.142 inscritos.
Para obter o registro profissional, o bacharel em Ciências Contábeis deve acertar no mínimo 50% das questões do Exame de Suficiência do CFC, sendo considerado, assim, apto a exercer a profissão.
Economia: Pelo menos 25 mil pequenos negócios serão beneficiados no Programa AgroNordeste
O Sebrae pretende atender a demanda da região Nordeste e do MAPA, por meio do programa Sertão Empreendedor
Redação/Hourpress
O Sebrae é um dos parceiros do Programa AgroNordeste, lançado nesta terça-feira (1), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. A instituição trabalhará para potencializar o conhecimento e a competitividade para os pequenos produtores do agronegócio, contribuindo para o aumento da renda da população, além de disseminar experiências exitosas, visando o crescimento sustentável e a dinamização do setor agrícola.
“O lançamento do programa tem um significado muito forte, pois vai envolver todas as esferas do governo, além de diversas instituições que atuarão em sinergia no Nordeste brasileiro. O Sebrae estará à frente das ações de gestão, produção e comercialização”, afirmou o presidente da instituição, Carlos Melles. Ele classificou o Programa AgroNordeste como uma iniciativa “formidável” e que terá todo o apoio do Sebrae. Melles assinou com o MAPA protocolo de intenções para fortalecer o setor.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, explicou que as ações para melhorar o agronegócio na região serão feitas em conjunto, ressaltando que não há cunho partidário. “Estamos corrigindo as diferenças regionais”, observou a ministra. “Agradecemos as parcerias, como a do Sebrae, que vai nos ajudar na produção e na comercialização”, disse Tereza Cristina, citando outras instituições que apoiam a proposta. Entre elas, estão: Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e os Bancos do Brasil e do Nordeste.
O Sebrae pretende atender a demanda da região Nordeste e do MAPA, por meio do programa Sertão Empreendedor, que terá como objetivo o desenvolvimento territorial e sustentável dos segmentos econômicos priorizados, inseridos em cadeia produtiva e pertencentes às áreas de abrangência do semiárido e biomas do nordeste. O público-alvo será de empreendedores rurais, do comércio, serviço, indústrias e agroindústrias, além de associações e cooperativas, envolvendo toda a cadeia produtiva do agronegócio.
A pretensão é atender aproximadamente 25.602 mil pequenos negócios rurais e urbanos no período de 40 meses. O Sebrae junto com outros parceiros identificou segmentos prioritários nos territórios a serem trabalhados, tais como: caprinos e ovinos, fruticultura, apicultura, bovinocultura de leite, bovinocultura de corte, avicultura, piscicultura, horticultura, suinocultura, cachaça, mandiocultura, cafeicultura. Serão abrangidos os nove estados do Nordeste, 59 territórios, 526 municípios, dos quais 229 estão no semiárido nordestino, priorizados pelo governo federal na estratégia do Programa Agronordeste.
O protocolo de intenções prevê que o Sebrae irá difundir o conhecimento especializado e tecnologias para o fortalecimento técnico de pequenos negócios. O empreendedorismo será estimulado por meio da identificação de oportunidades nas cadeias, possibilitando a inclusão produtiva do jovem no campo e a valorização de gênero. A disseminação de inteligência estratégica será feita com base no potencial de produção, produtos, mercado, agroindústrias e tendências de consumo. A instituição também se propõe a fortalecer a transformação digital no agronegócio, bem como estimular redes de cooperação.
Sobre o AgroNordeste
O programa AgroNordeste está dentro Plano de Ação para o Nordeste, instituído em 19 de setembro e é coordenado pelo MAPA. O objetivo é apoiar a organização das cadeias agropecuárias, ampliar e diversificar os canais de comercialização, além de aumentar a eficiência produtiva na região, principalmente do semiárido e biomas. No evento, o presidente Jair Bolsonaro assinou uma medida provisória que vai possibilitar a alocação de R$ 5 bilhões de crédito rural.
Economia: Como a tecnologia pode revolucionar a área de recursos humanos?
O resultado foi que, aquelas que mantém boas práticas de RH são, em média, 51% mais competitivas que as demais
*Paulo Exel
É fato que a transformação digital já chegou ao RH. Processos manuais começam a ser substituídos gradativamente por softwares e ferramentas de gestão. E os benefícios vão muito além da automatização dos processos burocráticos. O RH digital melhora a experiência do colaborador ao longo de toda a sua jornada na empresa, atuando fortemente na produtividade, engajamento e retenção dos profissionais.
Um estudo feito pela Harvard Business Review acompanhou 53 empresas durante os anos de 2011 a 2015. O resultado foi que, aquelas que mantém boas práticas de RH são, em média, 51% mais competitivas que as demais. O fato é que, hoje, é muito difícil manter a competitividade sem usar a tecnologia. Por isso, a área vem recebendo cada vez mais recursos a fim de se digitalizar.
De acordo com uma pesquisa elaborada pelo Grupo Selpe e a A3Data, aproximadamente 40% das empresas aumentaram o orçamento da área de RH. Cerca de 23% afirmam já adotar práticas de Business Intelligence. Isso quer dizer que a digitalização do RH não atua apenas na automatização de processos meramente operacionais, mas apresenta novas oportunidades.
Boa parte desse avanço deve-se ao surgimento das chamadas HR Techs, termo que define as empresas que fornecem serviços tecnológicos para o setor. Elas possibilitam que o RH atue de maneira mais estratégica e assertiva dentro das empresas. Essas soluções são capazes de reduzir custos, aumentar a eficiência e a inteligência dos processos da área de recursos humanos.
As possibilidades são enormes. A tecnologia pode ser empregada na gestão de benefícios, controle de férias, emissão de holerites, folhas de pagamento, entre outros. No entanto, um dos maiores impactos do RH Digital é a introdução do People Analytics, que é um conjunto de processos e ferramentas que coletam, compilam e analisam dados sobre o comportamento dos funcionários. Essas informações são usadas no planejamento estratégico do setor, traçando planos para engajar, motivar, reter e aumentar a produtividade dos colaboradores.
A grande mudança é que agora, TI e RH devem estar cada vez mais próximos. Um estudo feito pela consultoria Gartner, aponta que 75% das empresas pretendem melhorar a experiência do colaborador a partir de um desempenho conjunto das duas áreas até 2022. Ambas precisam garantir que novas tecnologias não só abordem questões complexas do negócio, mas também que atendam às expectativas e necessidades do público interno. E essa é uma mudança de mindset super importante, já que o TI passa a assumir um papel consultivo para o RH.
Diante dessa transformação, o profissional de recursos humanos precisa estar muito bem preparado. Será preciso entender o negócio de forma mais holística, compreendendo os desafios globais da companhia. A cobrança já é por um RH mais propositivo e menos reativo. Além disso, a área, que muitas vezes não trabalhava números como aliado em seus processos e decisões, vai precisar atuar cada vez mais na geração e interpretação de dados, a fim de facilitar a tomada de decisões.
A revolução da tecnologia no RH será enorme. Contudo, o papel do ser humano continuará sendo insubstituível. São as pessoas que realizam a gestão dessas ferramentas tanto para garantir sua eficácia quanto para identificar pontos relevantes e propor ações. Com a automatização, o RH passa a ter mais tempo para atuar de maneira estratégica e com foco em ações que visem a satisfação do colaborador, que é o ponto central de qualquer companhia. O grande desafio do RH digital é combinar a tecnologia disponível com a imprescindível interação e interpretação das necessidades humanas.
*Paulo Exel é formado em Administração de Empresas, possui MBA executivo em Gestão de Negócios e é diretor de operação da Yoctoo, consultoria boutique de recrutamento e seleção para tecnologia. Exel tem mais de 10 anos de experiência no recrutamento especializado nas áreas de Tecnologia, Digital e Vendas.
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