Redação/Hourpress
Em 8 de abril de 1942, durante Segunda Guerra Mundial, ocorre o cerco a Leningrado, na então União Soviética.
Michele tinha noção do homem que escolheu para ser sua cara metade Astrogildo Magno Ramon era o típico playboy. Gostava de viajar para c...
Redação/Hourpress
Em 8 de abril de 1942, durante Segunda Guerra Mundial, ocorre o cerco a Leningrado, na então União Soviética.
Fiquei quase cinco meses sem colocar novas postagens nos meus blogues, inclusive este Hourpress, atualmente com quase 2,7 milhões de visualizações. Mas agora retornei à ativa, com o mesmo pique de sempre.
Na verdade tive um apagão com a minha internet, aliada à correria do dia a dia, fiquei sem alimentar o meu trabalho que tenho aqui na internet. Desculpas a todos vocês.
Seis horas de sono são suficientes para repor as energias
gastas no trabalho
Astrogildo Magno
Pressa resumia a vida de Natalia, o dia para ela precisa ter
12 horas em vez 24. Gostava de obter respostas rapidamente. Odiava esperar.
Sempre dizia que os problemas do mundo existem por causa dos milhões de
preguiçosos que habitam o planeta. Em casa, o casal de filhos, já jovens,
sofria nas mãos dela.
Incluindo o seu grande amor, Martine com quem era casada há
30 anos, todos tinham de acordar todos os dias às 6h da manhã. Na visão de
Natalia, dormir muito é desperdício de tempo. Seis horas de sono são
suficientes para repor as energias gastas no trabalho do dia a dia. No seu
escritório de consultoria ambiental para empresas de grande porte, inclusive
multinacionais, a clientela já conhecia o seu pique agitado.
Ao avaliar a disposição dessa sergipana, de olhos castanhos
cor de mel, cabelos encaracolados, pele negra com tons de chocolate e corpo esbelto,
mesmo após dois partos naturais, ninguém conseguia encontra explicação para
tamanha pressa. Financeiramente já estava bem na vida. Não tinha problemas de
saúde e seu casamento era considerado dos sonhos. Mas de repente, ela começou a
sentir forte dores na coluna. Foi ao médico, o caso seria resolvido com cirurgia
e no período de recuperação ela precisava ficar deitada a maior parte do
tempo......
Astrogildo Magno é cronista
FreePik
Radiografia da Notícia
* Transtorno do luto prolongado pode afetar até 10% das pessoas enlutadas e comprometer a saúde mental e física
Redação/HourpressNa época de Dia de Finados (2 de novembro), momento em que muitas pessoas se voltam à memória de entes queridos que já se foram, é importante refletir sobre o caminho que vai da saudade à dor persistente — e quando ela exige atenção profissional. O chamado transtorno do luto prolongado é uma condição que atinge aproximadamente 10% das pessoas enlutadas, que não conseguem lidar com a nova realidade sem aquele que partiu.
Segundo a psicóloga e psicanalista Camila Grasseli, professora do Centro Universitário UniBH - integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima – o luto prolongado é aquele em que a pessoa praticamente morre junto com quem morreu. O isolamento e a angústia nesses casos podem se estender, sem alívio, por meses e até anos. “A pessoa deixa de tomar banho, de se alimentar, perde o emprego, se trabalhava. É um sofrimento que merece muita atenção.”
Ainda de acordo com a especialista, não há um tempo ideal ou esperado para o luto. A fase vai depender da pessoa que o enlutado perdeu e da importância dela para os que ficaram. Perder um parente próximo, com o qual havia uma dependência afetiva ou social, terá impacto diferente de uma perda menos central — e isso injeta grande variabilidade no processo. “Às vezes você perdeu um pai, mas ele não era o arrimo da sua vida inteira. E isso faz toda diferença no tamanho desse luto”, explicou.
Anos
Grasseli indica que lutos complicados são mais comuns quando há perdas muito intensas, como de filhos ou por situações traumáticas (acidente, suicídio) — em contraste com perdas esperadas de pessoas idosas ou com doenças que se arrastam por anos, rupturas para as quais costumamos nos preparar. A docente destaca que quando essas alterações físicas e comportamentais começam a comprometer o cotidiano ou somam risco de depressão, isolamento e pensamento suicida, abordagens terapêuticas com profissionais especializados são necessárias. “O que ajuda verdadeiramente é oferecer à pessoa espaço para falar da perda, das memórias, de quem era aquele ente querido, e principalmente do que aquele vínculo significava. Contrariamente ao que muitos acham (evitar falar para “não trazer tristeza”), é justamente o falar que permite a elaboração. O medicamento também vai calar esse luto, e o luto precisa ser dito, senão outras consequências físicas e doenças podem aparecer a partir daí.” Por fim, a psicóloga afirma que só é possível transformar a saudade em uma homenagem saudável, dependendo de quem a pessoa perdeu e de que forma. Isso porque, às vezes, as perdas são decorrentes de situações violentas e abruptas, o que demanda muito trabalho psíquico - às vezes por anos - para ressignificar a ausência de quem se foi.
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Radiografia da Notícia
* Do orçamento à lista de convidados, levantamento exclusivo realizado pelo Casar.com, em parceria com a Serasa, mostra como os casais brasileiros equilibram experiência, intimidade e finanças
Redação/Hourpress
Considerado um fator decisivo para os casais, o planejamento financeiro é essencial não apenas para economizar, mas também para evitar o endividamento durante a organização da cerimônia. Com o objetivo de traçar uma radiografia das celebrações de casamento no Brasil, o Casar.com, maior plataforma de sites e listas de presentes do país, em parceria com a Assessoria VIP e a Serasa, realizou uma nova pesquisa proprietária que, a partir deste ano, passa a integrar o calendário fixo de levantamentos das marcas. De acordo com o levantamento, 53% dos casais ainda consideram um orçamento emergencial para a realização da cerimônia. No entanto, apenas 17% utilizaram essa reserva em sua totalidade — percentual bem abaixo do registrado em 2024, quando era de 33%.
O dado reflete um maior controle financeiro dos casais, que, mesmo projetando gastos de até R$ 20 mil (31%), apenas 19,5% efetivamente alcançaram esse patamar. “Notamos que há uma preocupação maior em equilibrar o sonho com o planejamento financeiro, priorizando experiências significativas, mas dentro das possibilidades de cada um”, analisa Camila Piccini, sócia e fundadora do Casar.com. Entre os principais serviços contratados que compõem este orçamento estão fotografia (94%); maquiagem e cabelo (89%); buffet (90%); música (83%); roupas e acessórios (80%); entre outros. Ainda assim, 64% dos respondentes afirmam não terem se endividado com a celebração, sendo que 54% contaram com apoio financeiro de familiares. “O casamento é um momento único na vida de um casal e, por este motivo, muitos acabam se empolgando e fazendo dívidas para o momento tão sonhado. Nessas horas, é importante que os noivos tenham um planejamento financeiro para a realidade do casal, evitando gastos desnecessários ou feitos por impulsos”, comenta Laisse Francisco, especialista da Serasa em educação financeira. “Realizar o sonho é possível, mas deve ser feito com consciência financeira, para que o casal não crie uma bola de neve no futuro.” Planejamento a dois ou com apoio profissional? Questionados sobre o planejamento de todos os detalhes do casamento, 59% afirmam que organizaram a celebração com apoio apenas dos respectivos cônjuges. Já 26% dos entrevistados contrataram uma assessoria para auxiliá-los na escolha dos fornecedores e, sobretudo, na organização financeira do cerimonial. Embora 39% dos casais não tenham recorrido a complementos de renda, como aumento do limite de crédito ou Pix, 35% afirmam ter reduzido gastos no período para tornar possível a celebração dos sonhos sem endividamento.
Onde os casais celebram? Com respostas de todas as regiões do país, o levantamento revela que o local preferido dos casais para a celebração continua sendo o salão de festas (51%), seguido por sítios ou fazendas (25%). O conceito de mini weddings em restaurantes, por exemplo, mantém-se como tendência, reunindo 6,7% dos respondentes que optaram por uma atmosfera mais intimista e descontraída. Já as praias aparecem como a escolha menos frequente, mencionadas por apenas 3,5% dos casais.
“Essas cerimônias mais intimistas, personalizadas e digitais se conectam diretamente às novas tecnologias, refletindo uma celebração mais moderna e autêntica, que rompe com tradições e normas estabelecidas. A tendência vem sendo impulsionada, principalmente, pela Geração Z”, comenta Piccini. Em 2025, 5% dos casais se casaram apenas no civil, ante 3% registrados no ano anterior. Entre os 95% que optaram pela festa, 64% classificam seu casamento como intermediário, 30% como econômico e 6% como luxuoso. Casais equilibram número de convidados e intimidade Ainda sobre as cerimônias intimistas, o estudo mostra um crescimento nas cerimônias intimistas: 38% dos casais convidaram entre 50 e 100 pessoas em 2025, frente a 31% em 2024. Já as festas maiores, para 200 a 500 convidados, caíram de 13,4% para 8,3% no mesmo período. Para Camila, a lista de convidados mais enxuta também revela uma preocupação com a experiência. “Os casais estão cada vez mais atentos à este pilar, revelando um novo olhar para o casamento, que visa menos quantidade e mais qualidade. Estes preferem investir em detalhes personalizados que tornam a celebração mais significativa.”
Sonho realizado: 94% não se arrependem dos gastos
O estudo mostra que todos os preparativos e investimentos valeram a pena: 94% dos respondentes declaram não se arrependerem do valor gasto na celebração. Questionados em uma escala de um a cinco o quanto se sentiram realizados com a festa de casamento, 84% dos casais afirmam o máximo - isto é, 5 - de realização com a celebração de um sonho. |
Marcos Metra
Radiografia da Notícia
* Açaí, cremes tropicais e smoothies unem leveza, nutrição e frescor em uma explosão de sabores que tem tudo a ver com a próxima estação
Redação/Hourpress
A estação mais quente do ano está chegando, e nada melhor do que se refrescar com uma sobremesa gelada! Para se ter uma ideia, o mercado de sorvete no Brasil foi avaliado em US$ 2,39 bilhões em 2024 com projeção de crescimento de 4,20% entre 2025 e 2034, atingindo uma avaliação de US$ 3,61 bilhões em 2034, segundo o relatório Tamanho e participação de mercado do sorvete no Brasil: Previsão de tendências e análise de crescimento (2025-2034), da Expert Market Research. Mas, além do tradicional sorvete, outras delícias também ganham destaque no verão: como o irresistível açaí.
Conforme a pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS 2024), divulgada em setembro deste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o valor de produção de açaí no Brasil ultrapassou R$ 1 bilhão pela primeira vez em 2024. O crescimento foi de 19,9% ante 2023, para R$ 1,023 bilhão.
“As sobremesas geladas têm textura leve e cremosa, o que as torna muito mais agradáveis do que doces pesados ou quentes. E, para fugir da mesmice, vale apostar em outras opções refrescantes e cheias de sabor, como o açaí, cremes tropicais e smoothies”, sugere Rodrigo Melo, cofundador e CEO da Açaí Concept, referência global na comercialização de açaí.
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o verão 2024/2025 foi o sexto mais quente no Brasil desde 1961 — e tudo indica que as altas temperaturas devem continuar. Para Melo, esse é o momento perfeito para experimentar novas combinações e sabores refrescantes. Pensando nisso, o executivo revela os motivos para apostar nas sobremesas geladas que fogem do convencional, confira:
Radiografia da Notícia
* Graças à nova tecnologia lançada pela Volvo em sua linha de caminhões 2026, o motor de 500 cv ficou ainda mais econômico. Além disso, o torque inteligente proporciona melhor desempenho nas composições de 58,5 toneladas, que vêm crescendo na preferência dos transportadores brasileiros
Luís Alberto Alves/Hourpress
A introdução da tecnologia I-Torque da Volvo permite o uso de caminhões mais potentes sem prejuízo à economia. “Atualmente, o Volvo FH 460 6x2 já é líder do mercado para tracionar carretas de quatro eixos. Com o I-Torque, a versão de 500 cv deve se tornar um novo padrão nesse tipo de composição, mantendo o mesmo consumo e entregando mais desempenho”, afirma Jeseniel Valério, gerente de engenharia de vendas da Volvo.
Introduzido no Volvo FH 2026, o I-Torque entrega o torque de forma inteligente ao longo de toda a rodovia. A Inteligência Artificial monitora constantemente a posição do pedal do acelerador, o peso da carga, a topografia da rodovia e a velocidade. Com essas informações é possível manter o torque em níveis ideais, promovendo condução econômica e um transporte mais eficiente. O resultado é a possibilidade do consumo de um Volvo FH 500 6x2T modelo 2026, com I-Torque, ser muito parecido com o do um Volvo FH 460 6x2T 2025.
Valor de revenda
Caminhões mais potentes têm mais aceitação no mercado, pois permitem maior variedade de aplicações. “O grande desafio sempre foi conciliar alta potência, acima dos 500 cv, com economia. Mas agora, com o I-Torque, nossos clientes podem ter as duas coisas”, assegura Valério.
Outros ganhos para quem optar por um caminhão 6x2 de 500 cv são liquidez e valor de revenda. Por conta da ampla gama de uso, veículos mais potentes são bastante apreciados no mercado de seminovos e usados, valorizando o investimento dos transportadores e dos futuros proprietários.
Vídeo - Com I-Torque, Volvo FH 500 6x2 vira nova referência para carretas com 4º eixo https://www.youtube.com/watch?