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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Artigo: Observatório da Febraban revela que brasileiro se preocupa com fake news

 

Seis em cada dez (59%) entrevistados apontam a internet como fundamental para seu trabalho


Luís Alberto Alves/Hourpress

Arquivo
As campanhas nacionais e internacionais de alerta e combate às fake news parecem estar surtindo efeito, provavelmente reforçadas na pandemia por temas como saúde, doença, vacina entre outros. Mais da metade dos internautas brasileiros se preocupam com as notícias falsas e checam conteúdos que leem, recebem ou compartilham na internet e nas redes sociais.

Essa é uma das principais revelações da quarta edição do Observatório Febraban, #BrasilOnline, feita entre os dias 17 a 22 de setembro, com 3 mil internautas, acima de 16 anos, em todas as regiões do País. Nesta edição, o estudo voltou-se à parcela da população brasileira conectada à internet: hábitos de frequência, motivos do acesso, comportamento, expectativas de mudanças de comportamento pós-pandemia, atitudes quanto às fake news.

Ao analisar a relação do internauta com as fake News, o cientista político e sociólogo Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do IPESPE, ressalta que as mudanças de atitude são precedidas por mudanças de percepção, que nesse caso, já estariam em curso. "A conjuntura das eleições municipais desse ano será uma excelente oportunidade para checar o quanto essa conscientização sobre os males das fake news se transformará em comportamento efetivo", disse Lavareda.

O estudo mostra ainda que o brasileiro considera a internet ainda um produto da elite. Dos ouvidos, 48% concordam que o acesso à internet se ampliou no Brasil e ajudou a democratizar o acesso a informações, conhecimento, lazer e serviços, mas a metade considera que "a internet no Brasil ainda é restrita a uma parcela da população, deixando de fora a maioria das pessoas mais pobres, dos idosos e outros".

A importância dos influenciadores digitais nesse universo chama atenção. Entre os internautas brasileiros, 44% seguem algum tipo de digital influencer e entre aqueles entre 16 a 24 anos, esse percentual chega a 65%.

O levantamento confirma ainda tendências que vinham sendo identificadas por levantamentos em anos recentes, evidencia mudanças no período da pandemia e apresenta curiosidades. Quase 90% dos entrevistados declaram que não conseguiriam viver sem ou sentiriam muita falta da internet em suas vidas. O acesso à internet integrou-se definitivamente à "cesta básica" de produtos/serviços das famílias, como água e luz.

"A pandemia da Covid-19 deixou explícita essa importância da internet. As evidências são de que a pandemia deve acelerar o já intenso processo de digitalização da vida social. Confinados às suas casas durante semanas ou meses, mesmo os mais resistentes à tecnologia tiveram que migrar atividades cotidianas para a web, em maior ou menor medida", avalia Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN.

O Observatório FEBRABAN, pesquisa FEBRABAN-IPESPE, é parte de uma série de medidas da FEBRABAN para ampliar a aproximação dos bancos com a população e a economia real, de forma cada vez mais transparente.

Abaixo, seguem os principais resultados do levantamento:

Preocupação com fake news

O internauta está desconfiado quanto aos conteúdos que circulam na web e inseguro quanto à proteção dos seus dados: 86% manifestam preocupação com fake news, em maior ou menor intensidade. A preocupação com notícias falsas cresce entre os que têm filhos entre 12 e 18 anos (92%). Nesse contexto, 90% afirmam checar notícias ou conteúdos que leem, recebem ou compartilham na internet e nas redes sociais para se prevenir. Esses cuidados se ampliam nos estratos mais altos de escolaridade e renda e diminui entre os de idade mais avançada.

Apesar dos avanços na segurança de dados e de informações, a maior parte dos internautas mostra-se insatisfeita com a atuação do poder público e das autoridades no combate às fake news na internet e nas redes sociais. Para 66%, não estão fazendo o suficiente.

Confiança dividida quanto a sites e blogs

A desconfiança quanto ao conteúdo noticioso é maior quanto ao WhatsApp: 24% confiam e 67% não confiam (esse último percentual sobe para 74% entre os mais jovens). Sobre notícias e informações divulgadas em sites e blogs da internet, os respondentes mostram-se divididos quanto à confiança: 44% confiam e 43% não confiam.

A desconfiança também existe sobre notícias e informações divulgadas nas redes sociais, como Facebook, Instagram e Twitter: apenas 30% confiam, contra 60% que não confiam.

Segurança sobre dados pessoais na internet

Sobre a segurança dos dados pessoais, as opiniões ficam divididas: 38% acham que suas informações pessoais estão mais seguras hoje do que há cinco anos, enquanto outros 38% pensam o oposto. Para 21%, o nível se segurança continua o mesmo.

A importância dos influenciadores digitais

Os influenciadores digitais são um dos fenômenos de identificação mais recentes do ambiente digital. Entre os internautas brasileiros, 44% seguem algum tipo de digital influencer. Porém, há um expressivo recorte geracional: para os que têm até 24 anos, 65% acompanham pelo menos um desses influenciadores. Do ponto de vista da influência efetiva dessas personas virtuais sobre comportamento e hábitos de consumo, os mais impactados são da faixa entre 25 e 44 anos: 66% reconhecem orientar-se pelas dicas dos digital influencers, contra 62% do total.

Mais internet depois da pandemia

Mais de um terço dos internautas espera aumentar suas atividades online (35%) no período pós-pandemia. Apenas 9% esperam diminui-las, e 55% acreditam que não haverá mudanças em seus hábitos digitais. No mundo pós-pandêmico, 66% dos brasileiros conectados esperam acessar a internet preferencialmente das suas casas. Um quinto (24%) aposta no acesso principalmente a partir do trabalho.

Internet para notícias, redes sociais e estudo

Mais de um quarto espera aumentar a frequência das seguintes atividades após a pandemia: 30% acompanhar notícias e informações (e 54% vão manter a frequência); 29% acessar as redes sociais (e 55% vão manter); 29% estudar, fazer cursos e ter aulas à distância (e 29% vão manter); 29% conversar e se relacionar com amigos e familiares através de vídeo (e 45% vão manter) e 28% trabalhar, fazer reuniões e outras atividades profissionais pela net (e 28% vão manter).

Dependência da internet

Os brasileiros conectados sentem-se muito dependentes da internet: 87% não viveriam sem ela ou sentiriam muito a sua falta - percentual que chega a 90% entre os nascidos depois dos anos 80. A sensação de dependência em relação à internet varia conforme escolaridade e rendimento, sendo maior entre os que têm nível superior (91%) e renda acima de 5 salários mínimos (94%). Para 80% dos entrevistados, o uso que fazem da internet traz mais benefícios que prejuízos.

Mais tempo na internet

Entre os entrevistados, 28% passam até 4 horas na rede; 36% passam de 5 a 8 horas; 34% chegam a passar mais de 8 horas conectados. A média de 7,9 horas diárias registrada fica acima da média mundial de 6,4 horas. Entre os internautas brasileiros de 16 a 24 anos, a média de horas diárias na internet e em redes sociais atinge 9 horas.

Internet no orçamento familiar

Quanto aos gastos, 64% dos brasileiros gastam até R?100 com internet por mês, demonstrando que é um item já incorporado ao orçamento doméstico. Os gastos com provimento de internet se mostram heterogêneos, o que sinaliza para a provável diversidade na qualidade do serviço. 30% gastam até 50 reais (41% no Nordeste); 34% gastam de 50 a 100 reais; 19% despendem de 100 a 150 reais; 10% gastam mais de 150 reais.

Internet é fundamental para o trabalho

No campo profissional, seis em cada dez (59%) entrevistados apontam a internet como fundamental para seu trabalho. Essa avaliação é ainda mais comum entre homens (62%); aqueles com 25 a 44 anos (66%); os que têm nível superior (63%); aqueles com renda acima de 5 SM (68%). Somam 18% os que avaliam que a internet é importante, mas poderiam trabalhar sem ela.

WhastApp é a rede favorita

Os aplicativos de redes sociais são os mais utilizados pelos brasileiros conectados (77% no total de menções). Em seguida, praticamente empatados vem os aplicativos de notícias, de bancos e de entretenimento (25%, 24% e 21%, respectivamente). O WhatsApp reina absoluto sobre outras redes ou plataformas acessadas: considerando o total de menções, 66% costumam acessar a internet principalmente para usá-lo. Sites em geral e o Instagram são mencionados por 26%. O Facebook vem na sequência, com 24%, seguido do Youtube, com 22%. Portais de notícias pontuam 19%. O Twitter se confirma como rede restrita, com apenas 2% das menções.

Internet aproximou as famílias

Alavancada pelo isolamento social imposto pela pandemia, a digitalização da sociabilidade chegou para ficar. Perto de dois terços (62%) dos internautas utilizam plataformas de conversas em vídeo para comunicação com familiares e amigos pelo menos uma vez por semana, sendo que 25% se utilizam desses recursos quase diariamente

Pais vigiam internet dos filhos

No Brasil cerca de 70% dos pais e mães preocupam-se com a possibilidade de seu filho: ser assediado ou intimidado (75%); compartilhar informações demais sobre a vida pessoal (73%); passar muito tempo diante das telas (73%); receber e enviar imagens inadequadas (70%); e perder habilidades sociais (67%). A preocupação anda de mãos dadas com a vigilância e o controle. Mais de dois terços afirmam exercer controle sobre as atividades online dos filhos (32% muito rígido e 37% algum controle), enquanto apenas 22% reconhecem a ausência de rotinas de controle. Metade deles (49%) afirma saber muito bem o que os filhos andam fazendo na internet, e quase 30% sabem mais ou menos. Apenas 15% se reconhecem alheios à vida virtual dos filhos (sabem pouco ou nada).

A íntegra do quarto levantamento Observatório FEBRABAN, pesquisa FEBRABAN-IPESPE pode ser acessada neste link .

Geral: Prefeitura vai instalar câmeras de vigilância em ações de fiscalização

 

As imagens serão destinadas exclusivamente à identificação dos infratores

Redação/Hourpress

Gizmodo
A Prefeitura de São Paulo vai instalar câmeras de vigilância em ações de fiscalização no descarte irregular de lixo, entulhos e demais materiais e objetos inservíveis em pontos de descarte irregular. Lei 17.480 foi promulgada pelo prefeito Bruno Covas e publicada no Diário Oficial da cidade desta quinta-feira (01/10).

Para a apuração de infrações, os agentes com poderes de fiscalização poderão se valer de meios eletrônicos, tais como câmeras digitais, vídeos, sistemas de posicionamento geográfico, imagens de satélites, equipamentos computadorizados e outros meios tecnológicos similares que gravem o cometimento do ato infracional.

As imagens serão destinadas exclusivamente à identificação dos infratores, não podendo ser divulgadas em conteúdo pejorativo ou que venha a expor vexatoriamente o infrator.

As imagens também poderão ser cedidas aos órgãos de Segurança Pública ou de controle, desde que se constate a prática de ilícito penal.

O Poder Executivo regulamentará a Lei no prazo de 60 dias, contados da sua publicação.

Geral: Secretaria de Agricultura de SP alerta sobre os perigos de recebimento de pacotes de sementes

 

Caso não tenha feito compra on-line ou não reconheça o remetente


Redação/Hourpress

Divulgação
Há vários registros no país de cidadãos brasileiros que estão recebendo pelos correios pacotes de sementes não solicitadas. A orientação da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo é para que o cidadão não abra, não semeie, não repasse a outra pessoa e não jogue no lixo. Este produto, na embalagem original deve ser entregue em uma unidade da Defesa Agropecuária do município para que seja recolhido. Ouça Boletim com mais orientações no Spotify Soundcloud.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já emitiu um comunicado para que caso o cidadão não tenha feito compra on-line ou não reconheça o remetente, que não abra as encomendas deste tipo que cheguem a sua residência. De acordo com a legislação brasileira, todo material de multiplicação vegetal, é considerado semente ou muda e a importação de qualquer quantidade destes produtos deve ter a autorização do Ministério, mediante solicitação do interessado pela compra.

Apesar de parecerem inofensivas, estas sementes ilegais podem estar contaminadas e disseminar pragas e doenças e, assim, causarem sérios prejuízos econômicos e danos do ponto de vista da defesa sanitária vegetal como:

- A introdução de plantas daninhas: alguma espécie vegetal sem ocorrência no Brasil pode dificultar o controle da mesma e/ou aumentar o uso de defensivos, afetar a produtividade agrícola e pecuária e causar riscos ao ambiente.

- Disseminar doenças e pragas: as sementes de origem desconhecida podem ser disseminadoras de insetos praga, podendo comprometer a produtividade de lavouras e aumentar o custo produção. Podem estar contaminadas por fungos, bactérias e vírus e tornarem-se vetores de grandes epidemias de doenças no campo.

No estado de São Paulo, a Secretaria, por sua Coordenadoria de Defesa Agropecuária é o órgão responsável pela defesa sanitária vegetal e pela proteção do patrimônio agrícola do Estado. São realizadas ações de monitoramento, vigilância, inspeção e fiscalização da produção e do comércio de plantas, partes de vegetais ou produtos de origem vegetal veiculadores de pragas.

Se você mora no campo ou na cidade e receber uma encomenda não solicitada com sementes, ou mesmo se você conhecer alguém que recebeu pacotes com sementes não solicitadas, entre em contato com a Secretaria pelo telefone 11 - 5067-0060, ou através do email faleconoscoagricultura@sp.gov.br

Artigo: Covid-19: distância e higiene podem não ser suficientes para proteção de trabalhadores

 

A cada 5 minutos, temos a publicação de um resultado de pesquisa novo


Redação/Hourpress

Arquivo

Adotar medidas de distanciamento e higienização pode não ser suficiente para afastar o risco de contágio do coronavírus para os colaboradores das indústrias. O alerta é dos especialistas da Gabbas, startup pioneira em “blindar” empresas e espaços contra a disseminação do COVID-19. Para o caso das Indústrias, eles explicam que o trabalho de prevenção deve ser desenvolvido lado a lado com o RH. “O trabalho correto envolve também o escalonamento de equipes de trabalho, monitoramento de colaboradores e respectivas famílias, no que diz respeito as condições de saúde de cada ente familiar”, afirma a sócia-diretora da Gabbas, Patrícia Gabas.

Como as indústrias envolvem um grande número de colaboradores, é fundamental elaborar, ainda, um Plano de Contingência caso haja possibilidade de contágio coletivo. “Caso haja algum caso entre os colaboradores, é importante, por exemplo, garantir que sua privacidade seja preservada, além de providenciar que todos os que tiveram contato com essa pessoa fiquem ausentes do trabalho e isolados”, explica Patrícia. “Orientações e providencias também devem ser criadas para melhorar as adequações de trabalho dos colaboradores em home office", complementa.

Uma sondagem recente da CNI – Confederação Nacional da Indústria mostrou que 95% das empresas adotaram medidas em relação aos seus colaboradores. Entre as ações mais adotadas estiveram o afastamento de empregados do grupo de risco, a promoção de campanhas de informação e prevenção e com medidas extras de higiene na empresa.

“Ainda há muitas dúvidas quanto ao que pode ou não pode, deve ou não deve ser feito para garantir a segurança das pessoas. Há protocolos específicos para cada segmento, além das particularidades de cada empresa, cada espaço. Estamos falando de uma série de providências específicas e obrigatórias para cada situação, como comunicação adequada, monitoramento, medidas para o correto distanciamento social, higiene e proteção individual, sanitização correta dos ambientes entre outras, que vão aumentar a segurança e a confiança tanto de colaboradores quanto de clientes”, afirma Patrícia Gabas.

A Gabbas nasceu da união de profissionais multidisciplinares com mais de 20 anos de atuação em gestão de projetos e produções executivas. “Identificamos a oportunidade de agregar nossa expertise à aplicação de soluções que atendam às novas necessidades de segurança e saúde nos mercados. Observamos que os protocolos pré-estabelecidos pela OMS, Ministério da Saúde e Municípios são dinâmicos, ora publicados como ‘Orientações de Caráter Provisório’, sofrendo alterações constantes, baseadas em requalificações de critérios e fases, durante a evolução da doença viral. Entendemos que é preciso manter-se atualizado e alerta, acompanhando ativamente todas as mudanças impostas, de acordo com cada classificação de riscos. A cada 5 minutos, temos a publicação de um resultado de pesquisa novo, o que requer atualização constante”, informa a executiva.

Como funciona a “blindagem” na indústria

 Mediante um diagnóstico prévio do espaço, com atenção em detalhes específicos do segmento industrial, uma equipe de profissionais das áreas de gestão, infectologia, segurança do trabalho, jurídico, vigilância sanitária e/ou nutrição atua junta na indicação e implementação dos protocolos mais adequados. Há ainda uma consultoria integrada com certificação COVID-Free, em parceria com certificadora internacional. Outras medidas são os treinamentos de equipes de trabalho, serviços de pré e pós-monitoramento, para garantir a implementação dos protocolos propostos, além de educação continuada para manutenção das boas práticas.

“Encontramos muita informação, mas pouca comunicação efetiva sobre como as empresas devem se comportar. Medidas básicas como álcool em gel e máscaras estão em todos os locais, mas a prevenção adequada exige providências mais efetivas elaboradas em um plano de ação completo, com rastreamento de contatos, testes e gestão de crise em caso de contaminações. Essa abordagem em ‘cluster’ é um modelo de sucesso já adotado em diversos países. Com a autotutela e ausência de um fiscalizador imparcial, escritórios e estabelecimentos tendem a relaxar no cumprimento das ações para as boas práticas. A flexibilização das medidas poderá provocar demandas indenizatórias em escalas absurdas. Temos referências pelo mundo de países que haviam retomado suas atividades econômicas e estão voltando a fechar espaços, devido ao aumento no número de contaminados”, lembra o sócio-diretor da Gabbas, Thomé Castro.

Patrícia Gabas acredita que, mesmo com a eficácia comprovada da vacina, as empresas terão que manter as normas exigidas atualmente por prazo indeterminado. “A ciência está ainda estudando esse vírus e como ele se comporta, por isto acreditamos que, mesmo com o advento da vacina, novas exigências, aprimoradas, devem surgir. Construir um sólido implemento de Biosegurança, priorizando a saúde de colaboradores e clientes é determinante para garantir o sucesso de qualquer empresa no futuro”, finalizou.

Túnel do Tempo: O avião Concorde rompe a barreira do som

 


Luís Alberto Alves/Hourpress

Em 01 de outubro de 1969 o avião Concorde rompe a barreira do som pela primeira vez.

Raio X de Sampa: Conheça a história da Rua Sólon

 


Luís Alberto Alves/Hourpress

Frederico Sólon Sampaio Ribeiro nasceu em Porto Alegre em 1842. Do posto de tenente em 1860, atingiu o generalato após uma vida cheia de bons serviços e de grande dedicação à carreira militar. 

Assistiu ao ataque a Paisandu e a rendição de Montevidéu. Durante a campanha do Paraguai, muito se distinguiu, tomando parte nos encontros de Tuiucué, Lomas Valentinas, Itororó, Avaí, Campo Grande e Peribebui. 

Foi também um dos mais eficientes propagandistas das ideias republicanas, cabendo-lhe, após 15 de novembro, a missão de intimar D. Pedro II a deixar o Brasil. Faleceu em Belém, Pará, em 1900. A Rua Sólon (foto) fica no Bom Retiro, Centro. Nesta rua funcionou uma das fábricas de automóveis da Ford.

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Variedades: Histórias de 2º Guerra Mundial, livro reúne depoimentos surpreendentes

 

"Os Filhos de Hitler", novo livro de Gerald Posner, releva como os filhos de nazistas notórios enxergam os pecados dos pais

Redação/Hourpress

Divulgação

A Segunda Guerra Mundial marcou o mundo pelas milhões de vidas perdidas durante os seis anos de conflito e pelas consequências sociais e econômicas que devastaram muitos países. O ódio semeado pela Alemanha nazista, por meio da imposição da suposta superioridade da raça ariana, perpetrou o caos e se espalhou pela Europa em pouco tempo. Tal cenário foi criado por seres humanos como quaisquer outros com nome, rosto e família. “Os Filhos de Hitler”, lançamento da editora Cultrix (selo do Grupo Editorial Pensamento), conta a trajetória desses algozes pelo olhar de quem convivia intimamente com eles: seus próprios filhos.  

A obra, escrita pelo jornalista investigativo Gerald Posner, reúne entrevistas de herdeiros como Rolf Mengele, que conta como descobriu o pai, Josef Mengele, vivo no Brasil e como viajou às escondidas até aqui para confrontar o "Anjo da Morte". Posner revela tambe?m a histo?ria da filha u?nica do grande almirante Karl Do?nitz; as lembranças do filho mais novo do coronel Claus von Stauffenberg, o jovem oficial que tentou assassinar Hitler; da filha u?nica de Hermann Go?ring, Edda, entre outros relatos chocantes dessas testemunhas, até então silenciosas e esquecidas pela história. São depoimentos que proporcionam uma visão da vida privada e das ações públicas daqueles que trabalharam próximos à Adolf Hitler e foram testemunhas do regime político mais perverso de todos os tempos.

 

“Um livro que hipnotiza e da? arrepios... O contraste entre a experiência inocente da infância e a assustadora compreensão dessa experiência, que vem com o tempo, ja? basta para nos fazer chorar. ” – Los Angeles Times

 

“Em Os Filhos de Hitler’ preferi incluir filhos que não apenas deploraram a atuação de seus pais no Terceiro Reich, mas também os defenderam. Em um caso – o de dois irmãos que cresceram com seu pai criminoso de guerra quando este era o governador-geral nazista da Polônia ocupada –, as opiniões se dividiram. Um deles fez o que pôde para proteger a reputação do pai, enquanto o outro não hesitou em denunciá-lo. Raciocinei assim: apenas uma investigação da ampla diversidade de opiniões, na segunda geração dos criminosos, poderá haver uma ideia clara dos motivos que levaram homens comuns a perpetrarem tamanhas atrocidades”, diz o autor.

Segundo ele, imaginar os nazistas como dementes e psicopatas sempre foi mais fácil e simples, e neste livro ele procura, justamente, entender o que faz de uma pessoa, capaz de ser um pai carinhoso, praticar atos tão repugnantes como roubo, tortura e assassinatos. “Quando iniciei a obra, me perguntava, por exemplo: O que permitiu a Hans Frank supervisionar, de dia, a burocracia da matança incessante na Polônia e, à noite, assumir o papel de pai afetuoso, que ficava horas e horas tirando acordes com o filho mais velho no piano da família? ”, completa Posner, que também é o biógrafo de Josef Mengele.

 

“Fascinante... O livro de Posner fornece uma visa?o nota?vel, da perspectiva familiar, sobre a vida de muitos dos criminosos nazistas mais proeminentes e vis.” – Sunday Express

 

O livro explica ainda, de certa forma, o ressurgimento da extrema direita, do racismo e da intolerância pelo mundo, mostrando que as novas gerações parecem ter esquecido os horrores provocados pelo do Holocausto e pelo regime nazista. As histórias contidas em “Os Filhos de Hitler” são uma tentativa de mostrar as tristes consequências de se permitir que o antissemitismo e o fascismo (re)floresçam impunemente.

 

Depoimentos dos filhos de nazistas proeminentes:

“Eu tinha vergonha dele, mas era meu pai e isso eu não podia esquecer. ” – Rolf, filho único do doutor Josef Mengele

“Sei que meu pai não e? um criminoso. ” – Ursula, filha única do grande almirante Karl Do?nitz

“Fico dividido entre a imagem de um bom pai e a de um criminoso. ” – Norman, filho mais velho do governador-geral da Polo?nia, Hans Frank

“A lembrança e a constatação do que meu pai fez serão sempre muito especiais para mim. ” – Franz, filho mais novo de Claus von Stauffenberg

“O rótulo 'criminoso de guerra' atribuído a meu pai não significa nada para mim. ” – Wolf, filho único do vice-Führer Rudolf Hess

 

Sobre o autor:

GERALD POSNER foi um dos mais jovens advogados contratados pelo escritório de advocacia Cravath, Swaine & Moore, de Wall Street e o célebre autor de vários livros, entre eles, três best-sellers do New York Times e um finalista do Prêmio Pulitzer de História. Posner escreveu dezenas de artigos para revistas e jornais nos Estados Unidos, e tem sido colaborador regular da NBC, do History Channel, da CNN, Fox News, CBS e MSNBC. Mora em Miami (EUA) com a esposa, a escritora Patricia Posner. É autor da biografia “Mengele: A História Completa do Anjo da Morte de Auschwitz”, obra clássica e best-seller internacional publicado no Brasil pela Editora Cultrix.